quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

EPNE

EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

O texto "História Geral do Atendimento à Pessoa com Deficiência", assim como o vídeo "História do Movimento Político das pessoas com deficiência no Brasil", trouxeram informações bem importantes sobre a trajetória de lutas e de vida das pessoas com diversas necessidades especiais.
Como educadora tenho muito a aprender sobre essas questão. Penso que a inclusão das crianças com necessidades especiais na escola regular, é direito incontestátel, e nós educadoras, temos sim o dever de nos conscientizar e encontrar maneiras de promover a interação entre portadores de necessidades especiais e não portadores de necessidades especiais,na sala de aula e na escola.
Penso também, que esse é um longo caminho, que passa pela formação necessária desses profissionais. As redes de ensino tem a obrigação de possibilitar formações e cursos que tratem exatamente desse assunto específico. Não me refiro apenas aos cursos de graduação, mas num contexto geral de formação de professores, como formação contínua. Infelizmente não é isso que se vê!! E quando uma criança com necessidades especiais ingressa numa sala de aula regular, muitas vezes, ou na maioria das vezes, essa criança se sente perdida. E não é culpa da professora nem dos colegas. A culpa é do sistema que exclui. Exclui quando não forma docentes para trabalhar com as múltiplas necessidadas especiais. Exclui quando a sociedade de maneira geral, não conhece a realidade dessas pessoas e nem faz força para conhecer. As pessoas só se dão conta da escasses de estruturae de recursos, quando em sua própria família nasce uma criança especial, ou por alguma fatalidade, algum familiar torna-se portador de necessidades especiais. A sociedade é egoista e exclusória.

Linguagem

TEORIAS DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM

A aula presencial da interdisciplina Linguagem e Educação, possibilitou a discussão e reflexão, a respeito de como a criança constrói a linguagem. Em pequenos grupos, tivemos a oportunidade de trocar com os pares, nossas experiências pessoais, com filhos, sobrinhos, bem como nossa experiência junto as crianças pequenas, no caso, principalmente as que trabalham com os bem pequenos, e como as crianças vão desenvolvendo a aquisição da linguagem.
Observação, imitação, convívio, estimulos, são mecanismos importantes, que a criança se apropria na construção da linguagem.
Existem diversas teorias e estudos sobre o assunto da aquisição da linguagem pelas crianças.
Segundo Skynner, a imitação é um mecanismo importante na aquisição da linguagem pelas crianças. Havendo um estímulo do adulto, há uma resposta da criança no esforço de imitar e reproduzir os sons, as sílabas,as palavras. essa é uma teoria behaviorista.
A teoria de Chomski confronta com a de Skynner, pois segundo Chomski, a criança já nasce com as condições de aprender linguas, e embora o meio importe, a capacidade é inata. Essa é a teoria inatista.
Já a teoria interacionista, de Vigotsky, a aquisição da linguagem se dá pela interação com o meio.
Importante refletir sobre a complexidade dessas questões, pois a questão possibilita perspectivas a cerca do assunto, mas não estabelece verdades absolutas e ceticistas.
Sem dúvida a interdisciplina traz aprendizagens muito interessantes, aprendizagens pautadas em estudos e experiências no campo da aquisição da linguagem pelas crianças. Como cada criança constrói sua linguagem, a riqueza de seu vocabulário, que vai se expandindo e dando sentido a tudo que a rodeia.

Menos Laboratório, menos auditório

MENOS AUDITÓRIO, MAIS LABORATÓRIO...

Muito interessante o vídeo que assisti, na interdisciplina Aprendizagem e Desenvolvimento sob o enfoque da Psicologia II, onde  o professor Fernando Becker fala sobre como deve ser a escola construtivista. Uma escola que privilegie o indagar, o interagir, o testar, o cooperar, o descobrir, o ultrapassar, o dialogar, o refletir, o inventar!
Uma escola que instigue o aluno a apoderar-se do passado e planejar o seu futuro. Uma escola que empodere o aluno, no sentido de dar-lhe condições de pensar e agir sobre o objeto de aprendizagem.
Eu concordo plenamente, porém penso que isso não significa que os professores tenham que excluir  totalmente a epistemologia não construtivista. Acredito, por experiência própria, que há muita coisa boa  que pode ser integrada ao construtivismo. Portanto, partindo do que Jean Piaget afirmou, " toda a criança tem condições de aprender", e reforçado pelo professor Fernando Becker no vídeo, a função da escola é buscar epistemologias que oportunizem o pensar e o refletir!

Semana 7/Ressignificando aprendizagens

EU TENHO FEITO TANTAS DESCOBERTAS! AGORA, DEPOIS DE TANTOS ANOS DE DOCÊNCIA!               Parece que deu uma luz! E me trouxeram o que já afirmava Paulo Freire, "a alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo de busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."

       Tudo isso, graças ao trabalho com PPAs. Estou vivenciando diariamente os resultados desse trabalho. O interesse dos alunos, e justamente por quê os temas partiram deles, nada foi imposto. O ânimo, a boa vontade, a participação, o desenvolvimento da autonomia e do pensamento crítico, o real proveito que se pode fazer das tecnologias, usando-as em favor do ensino- aprendizagem. Meu celular com internet em sala de aula, por exemplo! Ajudando nas informações, as crianças estão percebendo o quanto isso é uma ferramenta de apoio. Os vídeos que foram gravados e agora nós vamos assistir e levar para a nossa exposição!Efetivamente, isso é aliar a tecnologia com o processo de aprendizagens. Concluindo minha reflexão da semana, gostaria de registrar, que os conteúdos obrigatórios não estão sendo ignorados. Os próprios PPAs, implicam em desenvolvê-los! Leitura, escrita, ortografia, Ciências, Geografia, História...Todos esses conteúdos citados estão inseridos nos nossos PPAs.Uma questão que me chamou bastante atenção, é o fato de que meus alunos estão mais centrados nas aulas de Matemática. Percebi que não estão apresentando dificuldades relevantes em realizar cálculos de multiplicação e nem de divisão, que normalmente causam mais ansiedade na criança. Estou quase convencida de que isso TAMBÉM deve ser resultados do trabalho com os PPAs! Cognitivamente percebo uma melhora a cada dia, nessas crianças. Vou citar um exemplo pra comprovar o que digo... Trabalhando a divisão, eu passei exercício de cálculos, com dividendo em centenas e unidade de milhar. Eu esperava que as crianças encontrassem bastante dificuldade. Me surpreendi, pois quase todos efetuaram corretamente esses cálculos. O mesmo tem se repetido no trabalho com problemas matemáticos. Conseguem resolver, com algumas exceções, de alunos com alguma dificuldade. Nesses casos eu tenho auxiliado individualmente.

Hoje posso afirmar, sem dúvida nenhuma: EU ACREDITO NOS TRABALHO COM PROJETOS PEDAGÓGICOS DE APRENDIZAGENS. ESSE É O CAMINHO MAIS SIGNIFICATIVO, MAIS MOTIVADOR, MAIS LEVE E QUE PRODUZ NOVOS SABERES DE FATO. MAS TEM QUE QUERER! DÁ TRABALHO? SIM. PORÉM, TUDO É COMPENSADO PELA SATISFAÇÃO DE VER O PROCESSO FLUINDO, TEUS ALUNOS APRENDENDO, CONSTRUINDO E PRINCIPALMENTE, SEM AQUELA OBRIGAÇÃO MASSANTE DE DECORAR E  COPIAR , DECORAR E COPIAR, QUE NÃO LEVA À NADA, SÓ CANSAÇO.

       VAMOS EM FRENTE!   

                                                Abaixo, algumas imagens da semana 7, do trabalho sobre ortografia, sons da letra x...







   







      

   

                                                







   

        







  

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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

AVALIAÇÃO

REFLETINDO SOBRE A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO

N a interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação, tive a oportunidade de pensar e refletir na questão da avaliação como processo de inclusão, bem diferente daquela avaliação tradicional, em que o aluno era reduzido a um número, geralmente de zero a dez, que tinha como objetivo definir se o aluno sabia ou não sabia a matéria transmitida pelo professor.

Abaixo transcrevo minha reflexão no fórum da interdisciplina de Didática...


Re: Reflexão sobre avaliação
por DENISE DOS SANTOS PRADES - sábado, 9 Jun 2018, 18:02
Penso que o educador deve refletir muito sobre a questão do ato de avaliar seu aluno! Resgatando o verdadeiro objetivo da avaliação, como processo contínuo e com vistas a inclusão. Uma avaliação que contemple cada aluno com seus reais avanços, mínimos que sejam, mas nem por isso menos significativos.
O que acontece geralmente, nos contextos escolares, é uma avaliação classificatória, autoritária e excludente. As particularidades e progressos pessoais de cada aluno, muitas vezes não são considerados, pois a avaliação se resume a notas de provas, como se o aluno fosse resumido a um número de zero a dez, tendo como parâmetro, o aluno nota dez. 
Essa é uma avaliação injusta e fora de propósito. O aluno deve ser parâmetro dele mesmo. O pequeno aprendizado do dia a dia, a busca, o interesse, a pergunta... 
Os progressos evidenciados no dia a dia dentro da escola, da sala de aula, do universo desse aluno, esses progressos, essas novas posturas que vão dando significado as aprendizagens desse aluno, isso é o que deve ser levado em consideração no ato de avaliar, caracterizando-se assim, uma avaliação democrática e emancipatória.
Penso que esse é um dos grandes desafios dos educadores. Repensar a maneira como tem avaliado seus alunos, buscando transformar a avaliação num ato justo e atento.
Não tenho como não fazer uma breve reflexão, sobre como conduzi a questão da avaliação ao longo dos anos em que atuei como professora de anos iniciais na rede pública.É como se houvesse uma  linha separando o ANTES e o DEPOIS do Pead.Eu tratava a questão da avaliação de uma maneira bastante rígida e porque não dizer injusta. Falo injusta no sentido de que o ato de avaliar era um ato de classificar o bom aluno, aquele que aprende, aquele que tira altas notas nas provas, e o mau aluno, o que tem dificuldade de aprender, o que só tira nota baixa e por aí vai. Hoje vejo o ABSURDO disso.

Aprendizagens eixo VI

FILOSOFIA...PENSAMENTO CRÍTICO...ARGUMENTO...PREMISSAS...CONCLUSÃO

O eixo VI começou, trazendo novas interdisciplinas de estudos. Entre elas, a Filosofia.
As primeiras reflexões sobre o modo de sustentar nossas opiniões. O pensamento crítico permite o diálogo, justificando através de argumentos e evidências , nossas ideias e opiniões a cerca de determinado assunto.
A estrutura que compõe o argumento:

PREMISSAS: Aquilo que justifica a conclusão.
CONCLUSÃO:Aquilo que se quer justificar

Muito interessante o exercício da tarefa 1 de Filosofia, que trouxe alguns textos para que seja identificada a conclusão e as premissas. Valeu a minha tentativa, embora não esteja segura da acertividade.

Ao argumentar, meu objetivo pode ser apenas justificar minha opinião, embora muitas vezes meus argumentos tenham a intenção de convencer a outra pessoa.


PSICOLOGIA II


O eixo VI vai propiciar mais estudos de Psicologia, tendo agora como foco, as aprendizagens.
Como primeira tarefa, participar de um fórum, respondendo sobre o que é aprendizagem? Sem buscar a resposta em textos teóricos, mas tendo como resposta apenas o meu conceito particular de aprendizagem.

Minha resposta no fórum da interdisciplina:

Aprendizagem é o processo de aquisição de novos conhecimentos.E esse processo, ocorre em todas as fases da vida de uma pessoa.Seja por acesso aos ambientes escolares e acadêmicos, ou pelas experiências vivenciadas nos diversos ambientes e situações. A criança, antes mesmo de frequentar a escola , já aprendeu e leva essas aprendizagens para o ambiente escolar, onde vai compartilhar e aprender na interação com os colegas. Todos tem capacidade de aprender,desde que exista a vontade! Com certeza, a curiosidade e a motivação facilitam o caminho do aprender. Em contra partida, também aprende-se na "marra", a custa de sofrimento e bastante dificuldade!

Revisitando eixo V

Nossa primeira aula presencial do Seminário Integrador V, ocorreu na segunda feira passada, dia 3 de abril de 2017. Foi bom rever as colegas, tutora e professora! Mas mais do que isso, foi bom me sentir inserida novamente no grupo do Pead. 
Me envolver com a questão dos estudos, focando lá adiante, no meu propósito maior que é me graduar, e partir para um pós em orientação educacional.
Nesse semestre, a questão primordial no Seminário será o blog.
As postagens semanais tão importantes pois explicitam o meu crescimento enquanto formanda do Pead. E também o meu crescimento pessoal, nas minhas convicções e atitudes.
Nesse semestre teremos que visitar constantemente o blog de uma colega,podendo observar, comentar e aprender!
No seminário teremos acesso as ferramentas que vamos precisar para desenvolver o projeto na interdisciplina Projeto Pedagógico em ação. Certamente um apoio essencial nesse momento!
Sem dúvida muitos aprendizados virão!!