terça-feira, 18 de dezembro de 2018

EIXO VIII DO PEAD/ UFRGS

Hoje eu gostaria de refletir sobre a questão abaixo... 

Segundo a coordenação do Pead, as alunas que não realizaram o estágio em 2018/2, bem como, não cursaram o Seminário Integrador VIII, serão obrigadas a construir uma síntese reflexiva e posteriormente apresentar o whorkshop eixo VIII.

Me causou estranheza essa decisão. Estranheza por que?

Ao longo do curso, a construção de uma síntese reflexiva, era consequência de experiências e aprendizagens construídas ao longo de cada eixo do curso. As postagens no Blog pessoal, evidenciavam essas aprendizagens e serviam de suporte para a construção da síntese e do workhop de aprendizagens.

Pois bem, o que reflito aqui, é justamente sobre o fato de não ter cursado o eixo VIII, portanto, não aconteceram experiências e tão pouco reflexões que possam embasar a construção de uma síntese reflexiva!!Não cursei o Seminário Integrador, não realizei postagens reflexivas e nem tive acesso ao pbworks, visto que optei por realizar meu estágio em 2019/1. Tive motivos e argumentei sobre eles, junto à coordenação. Os motivos foram aceitos.
É evidente que, o que vai fundamentar reflexões nesse último eixo do Pead, é justamente o estágio curricular, com as vivências e reflexões, resultando assim, numa construção de síntese rica em aprendizagens e experiências.
Esses argumentos não foram suficientes, pois a coordenação do curso definiu que mesmo sem o estágio e mesmo sem ter cursado o Seminário Integrador, deve acontecer uma síntese reflexiva, baseada na interdisciplina eletiva cursada. ELETIVA, não obrigatória nesse semestre.

Pois bem, a síntese será produzida, o whorkshop será apresentado, porém eu continuarei sem entender o propósito. Sendo o mais objetiva possível, não existe a possibilidade de uma síntese onde a MOTIVAÇÃO seria a mola propulsora, e eu particularmente, necessito da motivação pra construir aprendizagens, incluindo-se aí, a produção de uma síntese reflexiva.
Nesse caso particular, farei o que está sendo exigido, mas não posso me obrigar à construção de uma síntese recheada de alegria em escrever, pois não hove VIVÊNCIA PEDAGÓGICA. Apenas vou cumprir o que está sendo exigido.

Com tudo isso, fica uma dúvida...

No eixo IX será cobrada a síntese e o whorkshop novamente??
Nesse caso, as estágiarias do eixo VIII também terão a obrigação de participar? Acredito na igualdade de direitos e deveres. E o curso só fortaleceu isso em mim. Portanto, não deve haver incoerências.

Resultado de imagem para Pensamentos de Paulo Freire


sábado, 15 de dezembro de 2018

ELETIVA /MATEMÁTICA DE ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

ESPAÇO E FORMA NAS SÉRIES INICIAIS


Na interdisciplina eletiva de Matemática e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, uma questão importante e que tem me feito refletir à cerca de como trabalhar conceitos de Espaço e Forma com as crianças dos anos iniciais. A questão do ensino de Geometria, muitas vezes relegado a segundo plano, tendo em vista que nos anos iniciais, o que se vê, sobretudo no ensino público, é uma tendência a um ensino de Matemática, centrado nas quatro operações matemáticas.

Importante uma reflexão no quanto a geometria está presente na vida de todos nós, e principalmente no quanto a geometria auxilia as crianças a entender melhor outros conceitos matemáticos que posteriormente a criança vai se deparar. Nesse sentido, a eletiva me ajudou a compreender que os estudos de Geometria devem fazer parte dos meus planejamentos, levando para dentro do espaço da sala de aula, vivências e aprendizagens que evidenciem esse conceito para as crianças.

Sobre isso, a leitura e estudo do texto Espaço, Forma e Criança, de Célia Pires, disponibilizado na interdisciplina eletiva de Matemática, trouxe as contribuições das teorias piagetianas, relativas à estruturação espacial da criança. Piaget afirma que essa estruturação se inicia  pela constituição do próprio corpo da criança. A criança usa o próprio corpo para se orientar, tomando consciência de movimentos e deslocamentos.
Nessa etapa, desenvolver atividades que envolvam as crianças, no sentido de desenvolver a coordenação espacial, tendo o seu corpo como referência e ao mesmo tempo o espaço ao redor. A criança vai desenvolvendo noções elementares de geometria como, direção, distância, deslocamento, ângulos, formas. Nesse sentido a criança vai construindo o pensamento geométrico.

Abaixo trânscrevo uma das atividades propostas por mim, para trabalhar o conceito de espaço e deslocamento com as crianças:


Primeiro abordaria o assunto, perguntando aos alunos, como são calculadas as medidas, se conhecem a fita métrica, ou outros objetos usados para fazer medidas de área e de comprimento.Após ouvir e participar da conversa sobre o assunto, eu proporia uma atividade para compararmos a extensão da sala de aula, usando as partes do corpo, como as pernas, os palmos por exemplo. Alguns alunos, escolhidos por eles mesmos( podem realizar essa atividade em pequenos grupos), calculariam ao tamanho da sala de lado a lado, contando passos largos. Depois usando os palmos das mãos fariam o mesmo processo. Registrando os resultados (quantos passos, quantos palmos). Após essa atividade, faríamos comparações, observando as diferenças nos resultados.Primeiro abordaria o assunto, perguntando aos alunos, como são calculadas as medidas, se conhecem a fita métrica, ou outros objetos usados para fazer medidas de área e de comprimento.Após ouvir e participar da conversa sobre o assunto, eu proporia uma atividade para compararmos a extensão da sala de aula, usando as partes do corpo, como as pernas, os palmos por exemplo. Alguns alunos, escolhidos por eles mesmos( podem realizar essa atividade em pequenos grupos), calculariam ao tamanho da sala de lado a lado, contando passos largos. Depois usando os palmos das mãos fariam o mesmo processo. Registrando os resultados (quantos passos, quantos palmos). Após essa atividade, faríamos comparações, observando as diferenças nos resultados.

Na próxima postagem, abordarei outros aspectos importantes sobre esse assunto!