As atividades desenvolvidas na interdisciplina Seminário Integrador, eixo VI, com a proposta de retomar a construção de um projeto a partir de uma situação vivenciada dentro da escola, achei bem interessante. A experiência anterior de aprendizagem sobre construção de um projeto ajudaram muito e deram suporte para esta atividade do Seminário eixo VI.
As etapas construídas passo a passo, ajudaram a resgatar essas aprendizagens anteriores desenvolvidas aqui no Pead.
PRIMEIRA ETAPA: Descrever uma situação vivenciada, ou observada,situação essa, que evidencie preconceito ou desigualdade.
Escolhi relatar uma situação que ocorreu com duas alunas minhas do quinto ano, e que envolveu uma situação de racismo.
SEGUNDA ETAPA: Construção do quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias, no contexto da situação vivída e no contexto de como o racismo é tratado e sentido na sociedade.
TERCEIRA ETAPA: Elaboração de uma enquete on line sobre o assunto abordado. Essa foi uma nova aprendizagem, pois nunca havia pensado e aplicado uma enquete. Os resultados da enquete trouxeram dados bem significativos sobre a questão do racismo na sociedade e no contexto excolar.
QUARTA ETAPA: A pesquisa das fontes confiáveis para validar minhas certezas. Bem importante definir que fontes seríam essas. Busquei referências no google acadêmico, Scielo, Lume, Wikipédia, de acordo com orientações da professora do Seminário Integrador. Novamente pude refletir na importância de buscar fontes seguras, pois na internet temos centenas de sites com informações levianas e que nada acrescentam.
QUINTA ETAPA: A construção de um texto, articulando as aprendizagens anteriores, argumentando com fatos, dados e argumentos de autoridade. Ao final da construção desse texto, pude perceber que cada etapa proporcionou aprendizados importantes para mim, e reflexões sobre o assunto racismo.
SEXTA ETAPA: Acessar o trabalho de duas colegas, ler e comentar toda a elaboração das etapas e as consequentes aprendizagens.
SÉTIMA ETAPA: Elaboração da síntese final de todo o trabalho desenvolvido ao longo de cada etapa e refletir nas aprendizagens pessoais, usando uma linguagem clara e objetiva, como deve ser todo o trabalho acadêmico.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO/ RAZÃO E EMOÇÃO
Na interdisciplina Filosofia da Educação, a leitura do texto de Edgar Morin, As cegueiras do conhecimento, o erro e a ilusão, trazem reflexões importantes a cerca da emoção inerente a todo ser humano, e no quanto essa emoção vai influir em todos os contextos da vida, sobretudo aqueles que envolvem as aprendizagens. A razão precisa reconhecer a parte do afeto e dos sentimentos. Mesmo na busca dos conhecimentos cientificos epistemológicos, a razão dialoga com a emoção. E onde há déficit de emoção, a faculdade de raciocinar pode estar diminuída ou destruída. A inteligência, o raciocínio, a aprendizagem, andam lado a lado com a curiosidade que é a mola da pesquisa e da investigação. Curiosidade é emoção, mas no caso a emoção saudável é aquela que não cega, mas que permite reagir de maneira a interagir com descobertas e atitudes.
domingo, 12 de novembro de 2017
QUESTÕES ÉTNICO- RACIAIS NA GRADUAÇÃO E NA EXTENSÃO/ UFRGS
Nesse semestre, os estudos na interdisciplina Questões étnico- raciais na educação, bem como a extensão Diálogos para as relações étnico- raciais na educação básica, tem me oportunizado bastante aprendizado sobre a história dos negros, o processo de escolarização e o preconceito sofrido por esse povo desde que aqui chegaram.
Tenho tido oportunidade de ouvir muito a respeito nas aulas do curso de extensão. Além das leituras e vídeos, vi e ouvi os professores falando sobre esse assunto tão importante não só para a história dos negros, mas importante para todos os brasileiros. Estou modificando minha maneira de pensar o assunto. Eu não tinha ideia do que os negros viveram ao longo de sua trajetória desde que chegaram na condição de cativos ou escravizados. Aliás, termos como "negro cativo", "equidade racial", entre outros, são termos que sinceramente eu não tinha conhecimento do real significado, e que com as aulas estou aprendendo.
QUAL A MUDANÇA NA MINHA FORMA DE VER?
As cotas para negros nas universidades públicas e concursos públicos. Essa questão é a mais evidente!
Eu não tinha uma opinião formada. Mas quando me foi perguntado, na ocasião da inscrição para o curso de extensão, sobre o que achava das cotas raciais? Eu respondi que não achava certo nem errado. Minha opinião sobre o assunto, era de que no concurso o que vale é o cognitivo, o desempenho cognitivo, portanto as cotas não tinham grande relevância.
Agora já penso de outra maneira. Porque tenho conhecido toda a trajetória de preconceito e falta de equidade racial no Brasil. Portanto acho justa a acão afirmativa de cotas para negros.
COMO É BOM APRENDER! COMO É BOM REFLETIR E TER A CHANCE DE MUDAR O PENSAMENTO E A FORMA DE VER AS COISAS! ESTOU BEM FELIZ COM ESSE CONHECIMENTO!
Tenho tido oportunidade de ouvir muito a respeito nas aulas do curso de extensão. Além das leituras e vídeos, vi e ouvi os professores falando sobre esse assunto tão importante não só para a história dos negros, mas importante para todos os brasileiros. Estou modificando minha maneira de pensar o assunto. Eu não tinha ideia do que os negros viveram ao longo de sua trajetória desde que chegaram na condição de cativos ou escravizados. Aliás, termos como "negro cativo", "equidade racial", entre outros, são termos que sinceramente eu não tinha conhecimento do real significado, e que com as aulas estou aprendendo.
QUAL A MUDANÇA NA MINHA FORMA DE VER?
As cotas para negros nas universidades públicas e concursos públicos. Essa questão é a mais evidente!
Eu não tinha uma opinião formada. Mas quando me foi perguntado, na ocasião da inscrição para o curso de extensão, sobre o que achava das cotas raciais? Eu respondi que não achava certo nem errado. Minha opinião sobre o assunto, era de que no concurso o que vale é o cognitivo, o desempenho cognitivo, portanto as cotas não tinham grande relevância.
Agora já penso de outra maneira. Porque tenho conhecido toda a trajetória de preconceito e falta de equidade racial no Brasil. Portanto acho justa a acão afirmativa de cotas para negros.
COMO É BOM APRENDER! COMO É BOM REFLETIR E TER A CHANCE DE MUDAR O PENSAMENTO E A FORMA DE VER AS COISAS! ESTOU BEM FELIZ COM ESSE CONHECIMENTO!
sábado, 4 de novembro de 2017
INTEGRAÇÃO X INCLUSÃO
Nessa semana, na interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais, estamos estudando os TGD, transtornos globais de desenvolvimento.
Cacciari, Lima e Bernardi( 2005) afirmam que "no processo de inclusão, a instituição e os professores demandam tanta atenção quanto a criança". Faz pensar nas demandas da rede pública de ensino, mais especificamente, a rede estadual, onde atuei ao longo dos anos. Falta recursos de toda sorte! Falta orientação! Falta formação! Complicado falar sobre inclusão, sem falar sobre recursos e apoio das instâncias de ensino.
Normalmente a escola e os professores confundem inclusão com integração. Integrar é acolher esse aluno no sistema de ensino regular. Incluir é bem mais do que isso. Para incluir é necessário reestruturar, para que o aluno com TGD possa realmente se adaptar e se desenvolver dentro da escola.
E isso não depende apenas da boa vontade do professor. Isso depende de uma rede de apoio para que a inclusão aconteça de fato.
Cacciari, Lima e Bernardi( 2005) afirmam que "no processo de inclusão, a instituição e os professores demandam tanta atenção quanto a criança". Faz pensar nas demandas da rede pública de ensino, mais especificamente, a rede estadual, onde atuei ao longo dos anos. Falta recursos de toda sorte! Falta orientação! Falta formação! Complicado falar sobre inclusão, sem falar sobre recursos e apoio das instâncias de ensino.
Normalmente a escola e os professores confundem inclusão com integração. Integrar é acolher esse aluno no sistema de ensino regular. Incluir é bem mais do que isso. Para incluir é necessário reestruturar, para que o aluno com TGD possa realmente se adaptar e se desenvolver dentro da escola.
E isso não depende apenas da boa vontade do professor. Isso depende de uma rede de apoio para que a inclusão aconteça de fato.
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