Nesse eixo VII, foi disponibilizada a interdisciplina Educação e Tecnologias da informação e comunicação.
Já de imediato, com as primeiras leituras, fiquei surpresa com algumas descobertas!
Tinha como certa, a ideia de que tecnologia era sinônimo de ferramentas digitais.
Descobri, que não é bem assim!! Os simples materiais como lápis, caderno, livros, quadro e giz, são considerados tecnologias também!! Será que é isso mesmo?? Tenho muitas dúvidas a respeito do assunto.
Nos anos setenta, essas eram as únicas tecnologias apropriadas aos estudos e aprendizagens, que eram disponibilizadas na escola. Conforme os anos passaram, novas e diferentes tecnologias foram surgindo e a escola foi adaptando-se a elas. É isso mesmo??
Uma das tarefas que a interdisciplina solicitou, foi o preenchimento de uma planilha Excell, que registrasse a linha de tempo das tecnologias, ao longo da minha trajetória escolar. Foi a primeira vez que fiz uma planilha Excell. Incrível como se aprende todos os dias. É só querer aprender!!
Achei um pouco chato preencher a planilha, mas um aprendizado e tanto!!
Acredito que aprenderei muito com essa interdisciplina!!
quarta-feira, 28 de março de 2018
quarta-feira, 21 de março de 2018
DIDÁTICA E PLANEJAMENTO...BOAS REFLEXÕES
A iniciação a Didática, me possibilitou resgatar os estudos e leituras a respeito dos modelos epistemológicos que direcionam a pedagogia. Pude refletir, fazendo um breve retrospecto da minha vivência como educadora ao longo dos anos.
A leitura do texto de Fernando Becker, "Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos", resgatou essas informações a respeito dos modelos de prática ensino-aprendizagem,, e despertou em mim novamente, a vontade de estar em sala de aula, exercendo a minha profissão.
No início, logo que ingressei no Magistério, o Empirismo direcionava minha prática. Sem experiência nenhuma, meu medo era de não conseguir ter o "controle da turma". Eu exercia uma pedagogia diretiva, exatamente igual ao tempo em que eu ingressei na escola primária.
Isso já faz tempo, logo que fui nomeada para o Magistério estadual! Minha sala nunca tinha menos do que 30 alunos. Eu adorava! Aliás, sempre gostei muito! Mesmo com as caracteri´sticas epistemológicas do Empirismo, ainda assim eu adorava estar em sala de aula! Mas lembro que passei por momentos em que na sala de aula, enquanto as crianças copiavam a matéria, eu me pegava sentindo uma pontinha de melancolia e pensava..."não vou conseguir continuar nessa mesmice"..., ou então vinham pensamentos do tipo..."que rotina sem graça, sem alegria"...
E então, como que por encanto, eu criava atividades diferentes, pra fazer as crianças se agitarem um pouco, falarem, se alegrarem!
Hoje eu sei o que era isso!!
Era um grito lá de dentro, me dizendo, "acorda", "muda", "reflete"!!
E assim foi...
Aos poucos eu consegui modificar minha prática, e fui adquirindo algumas características da pedagogia construtivista, como a disposição das carteiras em grupos, a criação das regras de convivência colaborativamente, o ouvir mais os alunos, a flexibilização de ordens e regras, etc.
E a pouco tempo, com a chegada do Pead, tive a oportunidade de estudar, de conhecer mais sobre as práticas educativas mais saudáveis e promissoras! Eu sempre digo, que pena que o Pead não veio antes! Me aposentei a um ano, tinha os 25 anos de sala de aula, entrou a questão das mudanças que poderiam me prejudicar, em relação a tempo para se aposentar.
Tenho sentido muita vontade de retornar a sala de aula. E estou buscando isso.
A leitura do texto de Fernando Becker, "Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos", resgatou essas informações a respeito dos modelos de prática ensino-aprendizagem,, e despertou em mim novamente, a vontade de estar em sala de aula, exercendo a minha profissão.
No início, logo que ingressei no Magistério, o Empirismo direcionava minha prática. Sem experiência nenhuma, meu medo era de não conseguir ter o "controle da turma". Eu exercia uma pedagogia diretiva, exatamente igual ao tempo em que eu ingressei na escola primária.
Isso já faz tempo, logo que fui nomeada para o Magistério estadual! Minha sala nunca tinha menos do que 30 alunos. Eu adorava! Aliás, sempre gostei muito! Mesmo com as caracteri´sticas epistemológicas do Empirismo, ainda assim eu adorava estar em sala de aula! Mas lembro que passei por momentos em que na sala de aula, enquanto as crianças copiavam a matéria, eu me pegava sentindo uma pontinha de melancolia e pensava..."não vou conseguir continuar nessa mesmice"..., ou então vinham pensamentos do tipo..."que rotina sem graça, sem alegria"...
E então, como que por encanto, eu criava atividades diferentes, pra fazer as crianças se agitarem um pouco, falarem, se alegrarem!
Hoje eu sei o que era isso!!
Era um grito lá de dentro, me dizendo, "acorda", "muda", "reflete"!!
E assim foi...
Aos poucos eu consegui modificar minha prática, e fui adquirindo algumas características da pedagogia construtivista, como a disposição das carteiras em grupos, a criação das regras de convivência colaborativamente, o ouvir mais os alunos, a flexibilização de ordens e regras, etc.
E a pouco tempo, com a chegada do Pead, tive a oportunidade de estudar, de conhecer mais sobre as práticas educativas mais saudáveis e promissoras! Eu sempre digo, que pena que o Pead não veio antes! Me aposentei a um ano, tinha os 25 anos de sala de aula, entrou a questão das mudanças que poderiam me prejudicar, em relação a tempo para se aposentar.
Tenho sentido muita vontade de retornar a sala de aula. E estou buscando isso.
quarta-feira, 14 de março de 2018
TEORIAS DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM
A aula presencial da interdisciplina Linguagem e Educação, possibilitou a discussão e reflexão, a respeito de como a criança constrói a linguagem. Em pequenos grupos, tivemos a oportunidade de trocar com os pares, nossas experiências pessoais, com filhos, sobrinhos, bem como nossa experiência junto as crianças pequenas, no caso, principalmente as que trabalham com os bem pequenos, e como as crianças vão desenvolvendo a aquisição da linguagem.
Observação, imitação, convívio, estimulos, são mecanismos importantes, que a criança se apropria na construção da linguagem.
Existem diversas teorias e estudos sobre o assunto da aquisição da linguagem pelas crianças.
Segundo Skynner, a imitação é um mecanismo importante na aquisição da linguagem pelas crianças. Havendo um estímulo do adulto, há uma resposta da criança no esforço de imitar e reproduzir os sons, as sílabas,as palavras. essa é uma teoria behaviorista.
A teoria de Chomski confronta com a de Skynner, pois segundo Chomski, a criança já nasce com as condições de aprender linguas, e embora o meio importe, a capacidade é inata. Essa é a teoria inatista.
Já a teoria interacionista, de Vigotsky, a aquisição da linguagem se dá pela interação com o meio.
Importante refletir sobre a complexidade dessas questões, pois a questão possibilita perspectivas a cerca do assunto, mas não estabelece verdades absolutas e ceticistas.
Sem dúvida a interdisciplina traz aprendizagens muito interessantes, aprendizagens pautadas em estudos e experiências no campo da aquisição da linguagem pelas crianças. Como cada criança constrói sua linguagem, a riqueza de seu vocabulário, que vai se expandindo e dando sentido a tudo que a rodeia.
Observação, imitação, convívio, estimulos, são mecanismos importantes, que a criança se apropria na construção da linguagem.
Existem diversas teorias e estudos sobre o assunto da aquisição da linguagem pelas crianças.
Segundo Skynner, a imitação é um mecanismo importante na aquisição da linguagem pelas crianças. Havendo um estímulo do adulto, há uma resposta da criança no esforço de imitar e reproduzir os sons, as sílabas,as palavras. essa é uma teoria behaviorista.
A teoria de Chomski confronta com a de Skynner, pois segundo Chomski, a criança já nasce com as condições de aprender linguas, e embora o meio importe, a capacidade é inata. Essa é a teoria inatista.
Já a teoria interacionista, de Vigotsky, a aquisição da linguagem se dá pela interação com o meio.
Importante refletir sobre a complexidade dessas questões, pois a questão possibilita perspectivas a cerca do assunto, mas não estabelece verdades absolutas e ceticistas.
Sem dúvida a interdisciplina traz aprendizagens muito interessantes, aprendizagens pautadas em estudos e experiências no campo da aquisição da linguagem pelas crianças. Como cada criança constrói sua linguagem, a riqueza de seu vocabulário, que vai se expandindo e dando sentido a tudo que a rodeia.
quarta-feira, 7 de março de 2018
PRIMEIRA AULA PRESENCIAL DO EIXO VII
Retomando minhas reflexões aqui no blog, acho importante refletir sobre o que foi visto e falado na primeira aula presencial do eixo VII.
Já vislumbro momentos de grandes aprendizagens com o estágio que se aproxima no segundo semestre, bem como, as ricas reflexões no momento da escrita do meu TCC.
Muito oportuna visualização do curta "Escolas Democráticas". Esse adjetivo caracteriza, ou deveria caracterizar, uma escola aberta a novas possibilidades e com o objetivo de acolher a diversidade.
No video que assistimos na aula presencial do dia 5 de março de 2018, vemos que não é exatamente assim que acontece. No papel essas escolas existem,mas no cotidiano escolar e mais precisamente dentro da sala de aula, as coisas são um pouco diferentes, senão totalmente diferentes.
Uma pedagogia em que o agente da aprendizagem é pura e simplismente o professor. Alunos com o dever de absorver tudo o que o professor transmite, sem liberdade de expressão, sem oportunidade de expor, de questionar, de refletir sobre sua aprendizagem e sobre seu contexto.
O filme explicita muito bem, uma rigidez pedagógica, onde a aprendizagem é definida como "transmissão de conteúdos" pelo professor, sem nenhuma interação com os alunos.
A aula do Seminário Integrador eixo VII, foi bastante reflexiva , pois não importa o tempo que se tem de Magistério, qualquer tempo pode ser tempo de mudança para melhor!
Já vislumbro momentos de grandes aprendizagens com o estágio que se aproxima no segundo semestre, bem como, as ricas reflexões no momento da escrita do meu TCC.
Muito oportuna visualização do curta "Escolas Democráticas". Esse adjetivo caracteriza, ou deveria caracterizar, uma escola aberta a novas possibilidades e com o objetivo de acolher a diversidade.
No video que assistimos na aula presencial do dia 5 de março de 2018, vemos que não é exatamente assim que acontece. No papel essas escolas existem,mas no cotidiano escolar e mais precisamente dentro da sala de aula, as coisas são um pouco diferentes, senão totalmente diferentes.
Uma pedagogia em que o agente da aprendizagem é pura e simplismente o professor. Alunos com o dever de absorver tudo o que o professor transmite, sem liberdade de expressão, sem oportunidade de expor, de questionar, de refletir sobre sua aprendizagem e sobre seu contexto.
O filme explicita muito bem, uma rigidez pedagógica, onde a aprendizagem é definida como "transmissão de conteúdos" pelo professor, sem nenhuma interação com os alunos.
A aula do Seminário Integrador eixo VII, foi bastante reflexiva , pois não importa o tempo que se tem de Magistério, qualquer tempo pode ser tempo de mudança para melhor!
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