Segundo Amiel (2012), as crianças e jovens contemporâreos, são os "nativos digitais", a geração que nasceu, cresceu e está crescendo em meio aos avanços da tecnologia, tendo acesso as ferramentas digitais.
Não podemos fechar os olhos para essa realidade. A escola tradicional perdeu seu encanto.
Cada vez mais, o uso de tecnologias dentro da escola é fator preponderante. Os desafios a enfrentar para que os recursos tecnológicos venham a fazer parte do dia a dia nas práticas de ensino- aprendizagem são enormes.
Segundo Paulo Freire, a escola deve estar à altura do seu tempo, e para tal não é preciso "soterrá-la, sepultá-la, mas... refazê-la".
Não se trata de excluir ou ignorar tudo o que foi construído até aqui, mas refletir naquilo que nunca vai deixar de ser relevante, como o respeito, a ética, os valores.
As tecnologias vem pra agregar, aprimorar, facilitar o processo educacional e aquisição de conhecimentos.
Não é uma questão isolada, que deva ser pensada apenas pelo educador, isolado da equipe, ou da comunidade. O pensar coletivamente, traçando estratégias de maneira a que as crianças e os jovens tenham experiências positivas com os recursos digitais disponíveis. Direcionar o trabalho dentro da escola, dentro do ambiente de aprendizagem, de maneira a que as ferramentas digitais e toda a sorte de tecnologia disponível, possa ser apoio na construção de aprendizagens.
O caminho é longo, mas possível!Um novo olhar é imprescindível!
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