domingo, 20 de janeiro de 2019

Planejamento Didático- Pedagógico

Na questão 1 da síntese reflexiva referente ao eixo VIII, proposto que eu construísse um planejamento didático, que integrasse diferentes áreas de conhecimento. Após refletir sobre a questão da interdisciplinaridade, buscando na minha experiência e vivência profissional, ideias e ações já planejadas anteriormente, nada me serviu.

Sou uma pessoa que busca o novo, que necessito criar e não copiar o que já foi feito. Não que isso seja sempre dispensável. Ações que trouxeram frutos positivos podem sim ser ressignificados e adaptadas na educação.

Porém, quando eu pensei no que gostaria de criar, meu questionamento foi...

''QUE CIDADÃO EU QUERO FORMAR"?

?????????

Essa questão me levou a refletir no quanto é importante o educador ter em mente esse questionamento.
Refletindo, veio a resposta...

UM CIDADÃO PLENO, CAPAZ, SENSÍVEL E AO MESMO TEMPO FORTE, AUTÔNOMO E CRÍTICO DO MUNDO. MAS CRÍTICO NO SENTIDO DE PROBLEMATIZAR PARA TRANSFORMAR QUANDO SE FIZER NECESSÁRIA A MUDANÇA. UM SUJEITO QUE PENSE COM SUA PRÓPRIA CABEÇA, MAS QUE SEJA CAPAZ DE OUVIR E DE MUDAR SE FOR O CASO. PRINCIPALMENTE QUE SEJA PLENO DE EMPATIA, COM O MUNDO AO REDOR.


A partir de então, eu decidi que gostaria de um planejamento que trouxesse à luz, Temas transversais/Ética/Solidariedade. Nada mais primordial para a formação de qualquer ser humano, do que essa questão do "aprender a ser solidário(a)", do "vivenciar o ser solidário(a)".

Então eu construi minha síntese do eixo VIII justamente focando nessa questão, procurei integrar as atividades, envolvendo diferentes áreas de conhecimento. Pensei em atividades de Língua Portuguesa, História e Geografia, Artes, Matemática, Ciências, de maneira que o eixo integrador fosse a questão da solidariedade.

Com a síntese pronta, lendo e relendo, pra ajustar aqui e ali, fui me dando conta de que lá adiante, nas oito semanas de estágio que irei realizar, é muito provável que eu leve esse foco pra sala de aula.
E as ideias vão chegando e chegando!!
Tanta coisa a fazer quando se pensa em formar pessoas!!
E me vem imediatamente um pensamento...

"EDUCAR NÃO É REPASSAR CONTEÚDOS, É MUITO MAIS DO QUE ISSO! EDUCAR É OPORTUNIZAR AÇÕES, ATITUDES, ESTRATÉGIAS, COMPARTILHAMENTOS PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DO SUJEITO."


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

ATIVIDADE PRÁTICA DE GEOMETRIA

Na semana 11 da Eletiva Matemática, foi proposto que cada educadora aplicasse uma atividade sobre conteúdos referentes à Geometria.
Eu escolhi aplicar essa atividade num segundo ano de uma escola do Município de porto Alegre, na escola Victor Issler, no bairro Mário Quintana.

ALGUMAS REFLEXÕES IMPORTANTES...

Escolhi atividades simples, pois as crianças em sua maioria  estavam na faixa de sete anos.
Durante a aplicação das atividades, percebi as crianças motivadas pra falar sobre formas geométricas, e percebi que quase todas elas conhecem as figuras geométricas básicas.
Confesso que me surpreendi na hora dos desenhos, pois quase todos conseguiram construir seus desenhos usando formas geométricas para compor seus desenhos. Achei que talvez nesse momento apresentassem alguma dificuldade, porém foi bem diferente! Tiveram facilidade, e mesmo algumas crianças com certo grau de dificuldade, conseguiram apresentar desenho em que aparecia alguma forma geométrica básica.
Isso me fez pensar, no quanto podemos avançar nesse sentido, iniciando conteúdos de Geometria já em anos bem iniciais do Ensino Fundamental. Sem receio, pois as crianças constroem suas aprendizagens justamente quando são levadas a vivenciar o novo!

ABAIXO TRANSCREVO AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO SEGUNDO ANO, NA ESCOLA MUNICIPAL VICTOR ISSLER:

ATIVIDADE ENVOLVENDO FIGURAS GEOMÉTRICAS:
1) Apresentar a poesia sobre as figuras geométricas (papel pardo ou cartolina ou na lousa), realizando a leitura para eles e posteriormente, propondo que eles leiam oralmente para a turma.
                   Eu sou o Quadrado
                      Bonito demais
                    
                   Tenho quatro lados
                      E todos iguais
                    E eu sou o Círculo
                      Sou igual à lua
                    Sou o mais bonito
                     Lá da minha rua
                    Eu sou o Triângulo
                    Tenho três biquinhos
                     De chapéu eu sirvo
                    Para os palhacinhos
                    Eu sou o Retângulo   
                     Creci mais de um lado
                     Para fazer inveja
                    Ao senhor Quadrado
2) Fixar o cartaz com as formas geométricas no quadro, para que as crianças visualizem o contornos.
 Imagem incorporada
3) Distribuir folha de papel oficio para cada criança. A atividade pode ser realizada em duplas ou trios.
Desenho livre usando as formas geométricas que aparecem na poesia. Colorir à vontade.
4) Atividade em folha xerocada.
ABAIXO FOTOS DO DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE








terça-feira, 8 de janeiro de 2019

MUNDO TRIDIMENSIONAL

Resultado de imagem para imagem de objeto tridimensional construido em argila

( O manuseio com argila, possibilita a criança a construção de objetos tridimensionais - fig.acima)


Na semana 6 da interdisciplina eletiva Matemática no ensino fundamental 1, a partir da leitura e reflexões, do texto de Ana Maria Kaleff "Tomando o Ensino da Geometria em nossas mãos", percebi o quanto a grande maioria das escolas de primeiro grau tem dificuldade em desenvolver atividades que favoreçam o entendimento de aspectos espaciaise raciocínio lógico dos estudantes..

Importante se pensar em atividades que despertem a percepção do espaço a nossa volta. Através da observação e da curiosidade é possível se desenvolver atividades que induzam os estudantes a interpretar e criar hipóteses do espaço ao seu redor. Introduzir as crianças no mundo da Geometria, utilizando atividades concretas de construção de objetos do espaço de convívio, fazendo uso de dobraduras, argila, por exemplo.

Penso que nos anos iniciais do ensino fundamental, , o aluno vivencia sua formação integral, em todos os aspectos, e o estudo da Geometria (percepção de espaço e forma), pode e deve fazer parte desses aprendizados. Cabe a escola e aos educadores valorizar esse campo, levando pra dentro das salas de aula essa vivência. Isso ao longo dos anos iniciais, sem dúvida nossos alunos chegarão nos anos finais do ensino fundasmental, com uma bagagem rica em aprendizagens de Geometria, com as noções básicas, e assim aprenderá a gostar do conteúdo, estando preparado pra construir mais e mais conhecimentos do universo da Geometria. É mais do que isso, é o preparo para o pensamento abstrato e dedutivo e a familiaridade com os objetos na perspectiva de largura, altura e profundidade.

A ênfase que cada educador dará a esses aspectos, nos anos iniciais, certamente trará acúmulo de vivências e conhecimento.

Fazendo uma reflexão sobre a dificuldade que educadores de anos iniciais tem, em levar o universo da Geometria aos pequenos,deve ter relação direta com a formação desses docentes. Os cursos não proporcionam leituras e estratégias voltadas para o ensinar Geometria nos anos iniciais. Nem as instituições valorizam esse conteúdo. Isso só ocorre mais adiante, nas etapas posteriores de estudo.
Cabe a cada docente refletir e encontrar espaços onde possa criar estratégias e oportunidades para o estudo da Geometria em suas salas de aula.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

OBJETOS BIDIMENSIONAIS E TRIDIMENSIONAIS

Na semana 3dos estudos da eletiva Matemáticanos nos Anos Iniciais do Ensino fundamental 1, a proposta foi aprofundar conhecimentos sobre objetos bidimensionais e objetos tridimensionais, aprendendo um pouco sobre esses conceitos e a consequente construção  pela criança, de maneira lúdica e efetiva.

Importante pensar na abrangência desses dois conceitos fundamentais nos estudos da Geometria.
BIDIMENSIONAL abrange ALTURA E LARGURA DE DETERMINADO OBJETO.
TRIDIMENSIONAL abrange ALTURA, LARGURA E PROFUNDIDADE DE DETERMINADO OBJETO.

Como propor aos alunos, trabalhar esses conceitos em sala de aula, de maneira que possa construir aprendizagem significativa efetivamente?

Algumas sugestões...

Recorte e colagem de formas geométricas em EVA ou papel cartaz, de maneira que o aluno possa manusear a SUPERFÍCIE PLANA, sem profundidade. (BIDIMENSIONALIDADE)

Observar esculturas (internet, site adequado), de dimensões como comprimento, largura e profundidade. Após a observação, fazer a releitura em desenhos ou pinturas.(TRIDIMENSIONALIDADE)

As atividades propostas acima, facilitam o entendimento desses conceitos pela criança, pois o pensar abstratamente, assim como o observar os objetos, sejam bidimensionais ou tridimensionai, só produzirão o conhecimento efetivo, no fazer concreto, no manuseio, no desenho, na pintura desses obhjetos. Outra proposta interessante é trabalhar com os objetos digitais, em links específicos( (http://mdmat.mat.ufrgs.br/anos_iniciais/objetos/construir_cubinhos.htm)


A interdisciplina me propiciou refletir sobre como pode ser interessante propor aos alunos menores, de primeiro a quinto ano, construir aprendizagens referentes a conceitos de Geometria. A palavra Geometria por vezes chega assustar. Quero dizer com isso, é que ao se pensar Geometria, o que vem à mente são os infindáveis exercícios, medidas de ângulos, geometria euclidiana e por aí vai...

Estudando a Eletiva Matemática pude perceber que sim, é possível ir aproximando a criança de conceitos deGeometria, de uma maneira mais lúdica e atraente, e assim ir familiarizando a criança com esse universo.
Partindo de temas leves da Geometria. As figuras geométricas  e os conceitos deBidimensionalidade e Tridimensionalidade são alguns exemplos de como despertar no aluno a curiosidade em construir aprendizagens do universo da Geometria.


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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

EIXO VIII DO PEAD/ UFRGS

Hoje eu gostaria de refletir sobre a questão abaixo... 

Segundo a coordenação do Pead, as alunas que não realizaram o estágio em 2018/2, bem como, não cursaram o Seminário Integrador VIII, serão obrigadas a construir uma síntese reflexiva e posteriormente apresentar o whorkshop eixo VIII.

Me causou estranheza essa decisão. Estranheza por que?

Ao longo do curso, a construção de uma síntese reflexiva, era consequência de experiências e aprendizagens construídas ao longo de cada eixo do curso. As postagens no Blog pessoal, evidenciavam essas aprendizagens e serviam de suporte para a construção da síntese e do workhop de aprendizagens.

Pois bem, o que reflito aqui, é justamente sobre o fato de não ter cursado o eixo VIII, portanto, não aconteceram experiências e tão pouco reflexões que possam embasar a construção de uma síntese reflexiva!!Não cursei o Seminário Integrador, não realizei postagens reflexivas e nem tive acesso ao pbworks, visto que optei por realizar meu estágio em 2019/1. Tive motivos e argumentei sobre eles, junto à coordenação. Os motivos foram aceitos.
É evidente que, o que vai fundamentar reflexões nesse último eixo do Pead, é justamente o estágio curricular, com as vivências e reflexões, resultando assim, numa construção de síntese rica em aprendizagens e experiências.
Esses argumentos não foram suficientes, pois a coordenação do curso definiu que mesmo sem o estágio e mesmo sem ter cursado o Seminário Integrador, deve acontecer uma síntese reflexiva, baseada na interdisciplina eletiva cursada. ELETIVA, não obrigatória nesse semestre.

Pois bem, a síntese será produzida, o whorkshop será apresentado, porém eu continuarei sem entender o propósito. Sendo o mais objetiva possível, não existe a possibilidade de uma síntese onde a MOTIVAÇÃO seria a mola propulsora, e eu particularmente, necessito da motivação pra construir aprendizagens, incluindo-se aí, a produção de uma síntese reflexiva.
Nesse caso particular, farei o que está sendo exigido, mas não posso me obrigar à construção de uma síntese recheada de alegria em escrever, pois não hove VIVÊNCIA PEDAGÓGICA. Apenas vou cumprir o que está sendo exigido.

Com tudo isso, fica uma dúvida...

No eixo IX será cobrada a síntese e o whorkshop novamente??
Nesse caso, as estágiarias do eixo VIII também terão a obrigação de participar? Acredito na igualdade de direitos e deveres. E o curso só fortaleceu isso em mim. Portanto, não deve haver incoerências.

Resultado de imagem para Pensamentos de Paulo Freire


sábado, 15 de dezembro de 2018

ELETIVA /MATEMÁTICA DE ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

ESPAÇO E FORMA NAS SÉRIES INICIAIS


Na interdisciplina eletiva de Matemática e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, uma questão importante e que tem me feito refletir à cerca de como trabalhar conceitos de Espaço e Forma com as crianças dos anos iniciais. A questão do ensino de Geometria, muitas vezes relegado a segundo plano, tendo em vista que nos anos iniciais, o que se vê, sobretudo no ensino público, é uma tendência a um ensino de Matemática, centrado nas quatro operações matemáticas.

Importante uma reflexão no quanto a geometria está presente na vida de todos nós, e principalmente no quanto a geometria auxilia as crianças a entender melhor outros conceitos matemáticos que posteriormente a criança vai se deparar. Nesse sentido, a eletiva me ajudou a compreender que os estudos de Geometria devem fazer parte dos meus planejamentos, levando para dentro do espaço da sala de aula, vivências e aprendizagens que evidenciem esse conceito para as crianças.

Sobre isso, a leitura e estudo do texto Espaço, Forma e Criança, de Célia Pires, disponibilizado na interdisciplina eletiva de Matemática, trouxe as contribuições das teorias piagetianas, relativas à estruturação espacial da criança. Piaget afirma que essa estruturação se inicia  pela constituição do próprio corpo da criança. A criança usa o próprio corpo para se orientar, tomando consciência de movimentos e deslocamentos.
Nessa etapa, desenvolver atividades que envolvam as crianças, no sentido de desenvolver a coordenação espacial, tendo o seu corpo como referência e ao mesmo tempo o espaço ao redor. A criança vai desenvolvendo noções elementares de geometria como, direção, distância, deslocamento, ângulos, formas. Nesse sentido a criança vai construindo o pensamento geométrico.

Abaixo trânscrevo uma das atividades propostas por mim, para trabalhar o conceito de espaço e deslocamento com as crianças:


Primeiro abordaria o assunto, perguntando aos alunos, como são calculadas as medidas, se conhecem a fita métrica, ou outros objetos usados para fazer medidas de área e de comprimento.Após ouvir e participar da conversa sobre o assunto, eu proporia uma atividade para compararmos a extensão da sala de aula, usando as partes do corpo, como as pernas, os palmos por exemplo. Alguns alunos, escolhidos por eles mesmos( podem realizar essa atividade em pequenos grupos), calculariam ao tamanho da sala de lado a lado, contando passos largos. Depois usando os palmos das mãos fariam o mesmo processo. Registrando os resultados (quantos passos, quantos palmos). Após essa atividade, faríamos comparações, observando as diferenças nos resultados.Primeiro abordaria o assunto, perguntando aos alunos, como são calculadas as medidas, se conhecem a fita métrica, ou outros objetos usados para fazer medidas de área e de comprimento.Após ouvir e participar da conversa sobre o assunto, eu proporia uma atividade para compararmos a extensão da sala de aula, usando as partes do corpo, como as pernas, os palmos por exemplo. Alguns alunos, escolhidos por eles mesmos( podem realizar essa atividade em pequenos grupos), calculariam ao tamanho da sala de lado a lado, contando passos largos. Depois usando os palmos das mãos fariam o mesmo processo. Registrando os resultados (quantos passos, quantos palmos). Após essa atividade, faríamos comparações, observando as diferenças nos resultados.

Na próxima postagem, abordarei outros aspectos importantes sobre esse assunto!

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

REFLETINDO SOBRE PLANEJAMENTO

Pensando e refletindo sobre planejar o ato pedagógico, para que os objetivos didático- pedagógicos sejam de fato alcançados, temos de levar em consideração aspectos teóricos importantes que irão possibilitar uma prática mais eficiente e com resultados promissores na sala de aula.

Resgatando aprendizagens de eixos anteriores, que cursei no Pead, me deparei com um vídeo específico que fala sobre o ato pedagógico de planejar. O vídeo Planejamento Tim por Tim 2, a pedagoga Marilia Costa Dias, traz reflexões bem esclarecedoras sobre o assunto.

Uma das questões de se pensar e considerar quando se fala em planejamento, diz respeito a considerar os conhecimentos prévios dos alunos. Quando se pensa em objetivos, ou no que se espera que os alunos aprendam, sempre deve ser considera o que o aluno já traz de conhecimento. O aluno não é tábula rasa, e portanto, ele possui conhecimentoe esse conhecimento serve de base para a construção dos novos conhecimentos. É um processo particular de cada um e que precisa ser considerado sempre!

Aqui, preciso fazer um resgate de quando estava em sala de aula, antes de me aposentar, a cerca de dois anos. Hoje ao refletir sobre o ato de planejar, visualizo claramente, na minha prática de ensino- aprendizagem, dois momentos bem significativos e a posterior modificação da minha práxis.
Antes do Pead e a partir do Pead. O ato de planejar era ato mecânico, sem muita reflexão e focado nos conteúdos formais. Os conhecimentos prévios dos alunos não eram muito considerados, e sim o que eles absorveriam dos conhecimentos transmitidos. Aos poucos, ao longo do curso, meu ato de planejar foi se transformando. Ouvir os alunos passou a ser uma constante em sala de aula. propor atividades integradoras, em que os alunos de fato compartilhavam pensamentos e sugestões, passou a fazer parte das atividades que eu planejava. Acredito que o ato de refletir sobre o que ensinar e como ensinar tomaram lugar comum, onde já não era mais possível uma práxis onde o centro era a figura docente, e sim uma práxis onde educador e educandos exerciam o protagonismo do processo ensino- aprendizagem!