domingo, 26 de maio de 2019
domingo, 12 de maio de 2019
ESTÁGIO/PPA
Início oficial do meu estágio curricular, dia 13/5/19. Minha primeira reunião com a orientadora de estágio, aconteceu na semana passada, no dia 8/5, na Faced. Minha orientadora é a professora Aline |Hernandez. Foi com ela que aprendi a trabalhar com PPA, projeto de aprendizagem.
Gostei de ter pego ela como minha orientadora, pois pretendo desenvolver um PPA com a minha turma de quarto ano, turma em que realizarei meu estágio curricular.
O trabalho com projeto de aprendizagem, oportuniza que as crianças construam suas aprendizagens, através da busca, das inquietações, do levantamento das dúvidas e certezas, do compartilhamento entre os pares, da pesquisa, ressignificando os saberes já construídos e agregando novos saberes.
Trabalhar com projeto de aprendizagem propicia uma maior interação entre os pares bem como uma adaptação às demandas que surgem seja pelos questionamentos, seja pelas frustrações, ou até mesmo, pela descoberta e relação construída com as novas aprendizagens que chegam.
No trabalho com projeto de aprendizagem, o aluno deixa de ser o elemento passivo do processo ensino- aprendizagem, passando a ser o elemento ativo. E a partir desse processo de construção ativa do conhecimento, vem a alegria de aprender e compartilhar.
O professor deixa de ser o centro do processo ensino- aprendizagem, passando a ser o mediador, o orientador, e também um aprendiz. Juntos, aluno e professor aprendem e ensinam.
As metas de um projeto de aprendizagem...
META1
Levantamento de questões, inquietações, escolha dos temas, dúvidas e certezas.
META 2
Levantamento de informações, mediante pesquisas, entrevistas, uso de tecnologias, .
META 3
Socialização, planejamento e desenvolvimento de atividades.
META 4
Sistematização dos achados na turma.
META 5
Elaboração do relatório.
Gostei de ter pego ela como minha orientadora, pois pretendo desenvolver um PPA com a minha turma de quarto ano, turma em que realizarei meu estágio curricular.
O trabalho com projeto de aprendizagem, oportuniza que as crianças construam suas aprendizagens, através da busca, das inquietações, do levantamento das dúvidas e certezas, do compartilhamento entre os pares, da pesquisa, ressignificando os saberes já construídos e agregando novos saberes.
Trabalhar com projeto de aprendizagem propicia uma maior interação entre os pares bem como uma adaptação às demandas que surgem seja pelos questionamentos, seja pelas frustrações, ou até mesmo, pela descoberta e relação construída com as novas aprendizagens que chegam.
No trabalho com projeto de aprendizagem, o aluno deixa de ser o elemento passivo do processo ensino- aprendizagem, passando a ser o elemento ativo. E a partir desse processo de construção ativa do conhecimento, vem a alegria de aprender e compartilhar.
O professor deixa de ser o centro do processo ensino- aprendizagem, passando a ser o mediador, o orientador, e também um aprendiz. Juntos, aluno e professor aprendem e ensinam.
As metas de um projeto de aprendizagem...
META1
Levantamento de questões, inquietações, escolha dos temas, dúvidas e certezas.
META 2
Levantamento de informações, mediante pesquisas, entrevistas, uso de tecnologias, .
META 3
Socialização, planejamento e desenvolvimento de atividades.
META 4
Sistematização dos achados na turma.
META 5
Elaboração do relatório.
sábado, 4 de maio de 2019
REVISITANDO APRENDIZAGENS DO EIXO III/ PEAD
No eixo III do Pead, as interdisciplinas propostas foram:
Ludicidade
Literatura
Libras
Seminário Integrador III
Na interdisciplina Ludicidade,reforcei a importância do jogo no dia a dia das crianças dos anos iniciais, como meio de estimular a aprendizagem dos aprendizes. A importância do brincar ao longo dos anos iniciais que é a minha realidade dentro da educação.
Na verdade, eu ainda não havia parado pra refletir sobre essa questão. Até então, o brincar era mero passatempo e distração. Mas daí veio o Pead, as leituras, os vídeos, os fóruns, as aulas presenciais, as reflexões...
E tudo clareou...
Brincar é importante para a criança, não só como distração, mas como meio de aprender, de buscar no lúdico, o conhecimento, as formas de vivenciar sentimentos e construir a partir daí, seu lugar no mundo.
O desenvolvimento infantil acontece de muitas formas. Mas é no brincar que esse desenvolvimento acontece de uma maneira natural, genuína, verdadeira e efetiva. Quanto menor a criança, mais ela pode e deve aprender brincando.
Hoje, atuando em quarto ano, tenho a exata noção do que representa o jogo em sala de aula. Crianças no período operatório concreto, dos 7 aos 11 anos, estão em processo evidente de socialização de acordo com Piaget. A partir desse conhecimento, busco maneiras de integrar o jogo na rotina da minha sala de aula. Não necessariamente os jogos tradicionais já conhecidos, mas invento jogos, simples mas que envolvem o raciocínio, a atenção, a interação dos pares.São os jogos de regras. Os jogos em grupo fazem parte desse contexto.
. Para a criança, ter sucesso numa partida é tão importante quanto ser bem sucedida numa prova". E assim, a criança vai construindo sua autonomia.
Portanto, o jogo pode ser um recursio complementar ao processo de aprendizagem.
O jogo no processo ensino- aprendizagem propicia, aprender a aprender, aprender a pensar,aprender a resolver problemas.
Na interdisciplina Literatura,as reflexões a cerca da importância da leitura, do entendimento da leitura, da fluidez de memórias e ideias que dela surgem...
A relação entre leitura e o cotidiano de quem lê. Uma leitura que vai provocar descobertas, questionamentos, relações com o dia a dia e as vivências da criança, tem como objetivo produzir aprendizagens. Sejam elas cognitivas, emocionais, sociais.
A leitura é e sempre será um o caminho para o empoderamento das crianças e jovens. Mas não a leitura mecânica, dersprovida de significado...
Toda a leitura deve provocar, intuir, trabalhar no imaginário ou na realidade em que se vive.
Isso eu descobri...
Segundo Paulo Freire, "A leitura do mundo precede a leitura da palavra". A criança que lè, o jovem que lè, o adulto que lê, ressignifica a realidade em que vive! E a partir disso, poderá transformar essa realidade.
Livros de literatura infantil, gibis, revistas, textos on line, etc
Não importa o estilo, o que importa é o que a leitura vai proporcionar de descobertas, de relações com a vivência das crianças, com o mundo!
Ludicidade
Literatura
Libras
Seminário Integrador III
Na interdisciplina Ludicidade,reforcei a importância do jogo no dia a dia das crianças dos anos iniciais, como meio de estimular a aprendizagem dos aprendizes. A importância do brincar ao longo dos anos iniciais que é a minha realidade dentro da educação.
Na verdade, eu ainda não havia parado pra refletir sobre essa questão. Até então, o brincar era mero passatempo e distração. Mas daí veio o Pead, as leituras, os vídeos, os fóruns, as aulas presenciais, as reflexões...
E tudo clareou...
Brincar é importante para a criança, não só como distração, mas como meio de aprender, de buscar no lúdico, o conhecimento, as formas de vivenciar sentimentos e construir a partir daí, seu lugar no mundo.
O desenvolvimento infantil acontece de muitas formas. Mas é no brincar que esse desenvolvimento acontece de uma maneira natural, genuína, verdadeira e efetiva. Quanto menor a criança, mais ela pode e deve aprender brincando.
Hoje, atuando em quarto ano, tenho a exata noção do que representa o jogo em sala de aula. Crianças no período operatório concreto, dos 7 aos 11 anos, estão em processo evidente de socialização de acordo com Piaget. A partir desse conhecimento, busco maneiras de integrar o jogo na rotina da minha sala de aula. Não necessariamente os jogos tradicionais já conhecidos, mas invento jogos, simples mas que envolvem o raciocínio, a atenção, a interação dos pares.São os jogos de regras. Os jogos em grupo fazem parte desse contexto.
. Para a criança, ter sucesso numa partida é tão importante quanto ser bem sucedida numa prova". E assim, a criança vai construindo sua autonomia.
Portanto, o jogo pode ser um recursio complementar ao processo de aprendizagem.
O jogo no processo ensino- aprendizagem propicia, aprender a aprender, aprender a pensar,aprender a resolver problemas.
Na interdisciplina Literatura,as reflexões a cerca da importância da leitura, do entendimento da leitura, da fluidez de memórias e ideias que dela surgem...
A relação entre leitura e o cotidiano de quem lê. Uma leitura que vai provocar descobertas, questionamentos, relações com o dia a dia e as vivências da criança, tem como objetivo produzir aprendizagens. Sejam elas cognitivas, emocionais, sociais.
A leitura é e sempre será um o caminho para o empoderamento das crianças e jovens. Mas não a leitura mecânica, dersprovida de significado...
Toda a leitura deve provocar, intuir, trabalhar no imaginário ou na realidade em que se vive.
Isso eu descobri...
Segundo Paulo Freire, "A leitura do mundo precede a leitura da palavra". A criança que lè, o jovem que lè, o adulto que lê, ressignifica a realidade em que vive! E a partir disso, poderá transformar essa realidade.
Livros de literatura infantil, gibis, revistas, textos on line, etc
Não importa o estilo, o que importa é o que a leitura vai proporcionar de descobertas, de relações com a vivência das crianças, com o mundo!
domingo, 28 de abril de 2019
REVISITANDO APRENDIZAGENS DO EIXO II/PEAD
No eixo II do Pead, as interdisciplinas propostas foram:
Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I
Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica
Fundamentos da Alfabetização
Infâncias de zero a dez anos
Seminário Integrador II
Nos estudos da interdisciplina de Psicologia I, o foco foi na questão de como ocorre a aprendizagem na criança e sobretudo no papel primordial do afeto na relação professor- aluno.
As leituras, vídeos, fóruns e trocas com a professora e colegas, trouxeram reflexões bem importantes sobre essa questão do desenvolvimento afetivo da criança e no quanto a questão do emocional repercute na aprendizagem da criança. A interdisciplina trouxe uma luz sobre a questão da psicanálise de Freud, ressaltando os estudos de Freud sobre o inconsciente e a força que esse tem na maneira como cada indivíduo lida com suas demandas ao longo da vida. Sendo assim, o que cada um carrega em seu interior é uma incógnita, que muitas vezes fica a mercê da força desse inconsciente.
O funcionamento da mente humana, a partir dos estudos de Freud, com certeza deve fazer parte de todo o curso de formação de professores. Conhecer como se dá o desenvolvimento da mente e como os mecanismos de defesa do indivíduo podem camuflar e até bloquear a aprendizagem, vem agregar, para que o educador passe a entender melhor as ações e reações, suas e de seus educandos.
Na interdisciplina Escolarização, tive a oportunidade de refletir e resgatar a minha escolarização, desde a educação infantil, na época o jardim de infância, passando pas séries iniciais, resgatando memórias adormecidas mas não esquecidas, pois fizeram parte da minha trajetória de formação.
Depois os anos posteriores e o segundo grau, chegando na universidade.
O texto disponibilizado e que mais me trouxe reflexões na interdisciplina, sem dúvida foi o Maquinaria Escolar, de Fernando Alvarez e Júlia Varela.
A história da escolarização, ao longo dos séculos, suas peculiaridades, sobretudo trazendo informações importantes sobre o desenvolvimento da escola primária, os modos de educação e a visão de criança como instituição social, ligada a práticas familiares. Os colégios de jesuítas e a força da igreja como detentora de poder, definindo ações e atitudes , influenciando os rumos da educação.
O texto Maquinaria traça um painél bem abrangente de todo o processo de escolariação, fazendo refletir e questionar.
Na interdisciplina Infâncias de zero a dez anos, a reflexão ocorreu principalmente na questão da infância contemporânea, suas demandas, suas fragilidades e suas perspectivas.
A força da mídia na sociedade de consumo, com apelo constante sobre a infância, muitas vezes adultizando as crianças, arrancando delas a chance de viver a inocência e leveza próprias dessa fase de vida.
Os vídeos que assisti e entrevistas de Zygmunt Bauman me trouxeram reflexões bem importantes sobre a infância na pós modernidade. A "cultura do consumo exagerado", num mundo líquido, em que nada dura muito tempo, tudo se transforma muito rapidamente, inclusive sentimentos, desejos e a própria infância...
Necessário se faz, nós educadores, parar e pensar...
Quem educa nossas crianças no mundo contemporâneo? Ou Como educar nossas crianças? Qual meu papel de educadora num mundo tão frágil, tão inconcistente?
Esse processo de fluidez tem gerado ansiedade em adultos e crianças. Crianças consumidoras vorazes, sem tempo de viver sua infância.
Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I
Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica
Fundamentos da Alfabetização
Infâncias de zero a dez anos
Seminário Integrador II
Nos estudos da interdisciplina de Psicologia I, o foco foi na questão de como ocorre a aprendizagem na criança e sobretudo no papel primordial do afeto na relação professor- aluno.
As leituras, vídeos, fóruns e trocas com a professora e colegas, trouxeram reflexões bem importantes sobre essa questão do desenvolvimento afetivo da criança e no quanto a questão do emocional repercute na aprendizagem da criança. A interdisciplina trouxe uma luz sobre a questão da psicanálise de Freud, ressaltando os estudos de Freud sobre o inconsciente e a força que esse tem na maneira como cada indivíduo lida com suas demandas ao longo da vida. Sendo assim, o que cada um carrega em seu interior é uma incógnita, que muitas vezes fica a mercê da força desse inconsciente.
O funcionamento da mente humana, a partir dos estudos de Freud, com certeza deve fazer parte de todo o curso de formação de professores. Conhecer como se dá o desenvolvimento da mente e como os mecanismos de defesa do indivíduo podem camuflar e até bloquear a aprendizagem, vem agregar, para que o educador passe a entender melhor as ações e reações, suas e de seus educandos.
Na interdisciplina Escolarização, tive a oportunidade de refletir e resgatar a minha escolarização, desde a educação infantil, na época o jardim de infância, passando pas séries iniciais, resgatando memórias adormecidas mas não esquecidas, pois fizeram parte da minha trajetória de formação.
Depois os anos posteriores e o segundo grau, chegando na universidade.
O texto disponibilizado e que mais me trouxe reflexões na interdisciplina, sem dúvida foi o Maquinaria Escolar, de Fernando Alvarez e Júlia Varela.
A história da escolarização, ao longo dos séculos, suas peculiaridades, sobretudo trazendo informações importantes sobre o desenvolvimento da escola primária, os modos de educação e a visão de criança como instituição social, ligada a práticas familiares. Os colégios de jesuítas e a força da igreja como detentora de poder, definindo ações e atitudes , influenciando os rumos da educação.
O texto Maquinaria traça um painél bem abrangente de todo o processo de escolariação, fazendo refletir e questionar.
Na interdisciplina Infâncias de zero a dez anos, a reflexão ocorreu principalmente na questão da infância contemporânea, suas demandas, suas fragilidades e suas perspectivas.
A força da mídia na sociedade de consumo, com apelo constante sobre a infância, muitas vezes adultizando as crianças, arrancando delas a chance de viver a inocência e leveza próprias dessa fase de vida.
Os vídeos que assisti e entrevistas de Zygmunt Bauman me trouxeram reflexões bem importantes sobre a infância na pós modernidade. A "cultura do consumo exagerado", num mundo líquido, em que nada dura muito tempo, tudo se transforma muito rapidamente, inclusive sentimentos, desejos e a própria infância...
Necessário se faz, nós educadores, parar e pensar...
Quem educa nossas crianças no mundo contemporâneo? Ou Como educar nossas crianças? Qual meu papel de educadora num mundo tão frágil, tão inconcistente?
Esse processo de fluidez tem gerado ansiedade em adultos e crianças. Crianças consumidoras vorazes, sem tempo de viver sua infância.
sexta-feira, 19 de abril de 2019
MINHA TURMA
ESSA FOI UMA SEMANA ESPECIAL PRA MIM...
No dia 12/4/19 foi publicada minha admissão no Diário Oficial do Estado RS. Finalmente consegui o meu contrato de vinte hs pra regência de classe. Vou dar aula para um quarto ano, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Souza Lobo, bairro São Geraldo em Porto Alegre.
Eu batalhei bastante por um contrato pra ter regência de classe. Agora vou realizar meu estágio obrigatório na minha turma como eu desejava. E o mais importante, vou ter um reforço financeiro, pois estou com aposentadoria de quarenta hs congelada, o estado impôs um tremendo arrocho salarial como todos sabem.
CONHECENDO A ESCOLA...
Iniciei o efetivo exercício como regente de classe no quarto ano, na terça- feira dia 16/4/19. Gostei da escola! A escola fica na Avenida Bahia, quase esquina com a Av São Pedro. De fácil acesso, localizada no bairro São Geraldo em Porto Alegre. A escola tem ensino fundamental, a tarde além de anos iniciais com uma turma de primeiro, uma turma de segundo, uma turma de terceiro, uma turma de quarto e uma turma de quinto, funciona também os anos finais do ensino fundamental.
A primeira impressão é de organização, com cada setor funcionando como deve ser, porém ainda não sei se o laboratório de informática encontra-se disponível. Aos poucos vou descobrindo.
Fui bem acolhida pela direção, funcionários e colegas.Aos poucos vou me adaptando.
CONHECENDO A MINHA TURMA...
Assumi o quarto ano, uma turma com 18 alunos, quatro meninos e 14 meninas. Fui bem recebida pelas crianças e gostei muito delas!
Na verdade, essa turma estava sem referência. Em março uma professora assumiu mas não ficou. A diretora estava dando aula para a turma até minha chegada. Conforme o que me foi passado, desde o ano passado a turma sofre com constantes trocas de professora.
Essa situação afetou bastante as crianças, tanto que eles, ao final do meu primeiro dia, várias me perguntaram se eu vou ficar com eles até o final do ano. Ao que eu respondi que sim, que minha vontade é ficar ó ano todo com eles.
Eles são afetivos, um pouco agitados, inteligentes. Adorei a turma!!A minha turma!
Estou feliz! Vai dar certo!
REFLEXÕES...
No primeiro momento me apresentei, deixei que cada um se apresentasse, conversamos bastante. Eles colocaram suas expectativas no papel, compartilhamos essas expectativas, que ficaram fixadas na parede da sala de aula.
Eles estavam bem agitados e ansiosos, o que é normal pois eu inclusive também estava um pouco ansiosa. Dois anos afastada da sala de aula, aposentei no final de 2016!
Aos poucos vamos nos conhecendo. Deixei pra construir as combinações da turma em outro momento, uns dias depois de estarmos mais ambientados e assim ir criando vínculos.
Mas eu percebi que carrego muito da minha experiência como educadora, porém percebi também que estou mais aberta no sentido de ouvir e acolher o que os as crianças sugerem. Com certeza, é consequencia dos quatro anos de Pead!
No dia 12/4/19 foi publicada minha admissão no Diário Oficial do Estado RS. Finalmente consegui o meu contrato de vinte hs pra regência de classe. Vou dar aula para um quarto ano, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Souza Lobo, bairro São Geraldo em Porto Alegre.
Eu batalhei bastante por um contrato pra ter regência de classe. Agora vou realizar meu estágio obrigatório na minha turma como eu desejava. E o mais importante, vou ter um reforço financeiro, pois estou com aposentadoria de quarenta hs congelada, o estado impôs um tremendo arrocho salarial como todos sabem.
CONHECENDO A ESCOLA...
Iniciei o efetivo exercício como regente de classe no quarto ano, na terça- feira dia 16/4/19. Gostei da escola! A escola fica na Avenida Bahia, quase esquina com a Av São Pedro. De fácil acesso, localizada no bairro São Geraldo em Porto Alegre. A escola tem ensino fundamental, a tarde além de anos iniciais com uma turma de primeiro, uma turma de segundo, uma turma de terceiro, uma turma de quarto e uma turma de quinto, funciona também os anos finais do ensino fundamental.
A primeira impressão é de organização, com cada setor funcionando como deve ser, porém ainda não sei se o laboratório de informática encontra-se disponível. Aos poucos vou descobrindo.
Fui bem acolhida pela direção, funcionários e colegas.Aos poucos vou me adaptando.
CONHECENDO A MINHA TURMA...
Assumi o quarto ano, uma turma com 18 alunos, quatro meninos e 14 meninas. Fui bem recebida pelas crianças e gostei muito delas!
Na verdade, essa turma estava sem referência. Em março uma professora assumiu mas não ficou. A diretora estava dando aula para a turma até minha chegada. Conforme o que me foi passado, desde o ano passado a turma sofre com constantes trocas de professora.
Essa situação afetou bastante as crianças, tanto que eles, ao final do meu primeiro dia, várias me perguntaram se eu vou ficar com eles até o final do ano. Ao que eu respondi que sim, que minha vontade é ficar ó ano todo com eles.
Eles são afetivos, um pouco agitados, inteligentes. Adorei a turma!!A minha turma!
Estou feliz! Vai dar certo!
REFLEXÕES...
No primeiro momento me apresentei, deixei que cada um se apresentasse, conversamos bastante. Eles colocaram suas expectativas no papel, compartilhamos essas expectativas, que ficaram fixadas na parede da sala de aula.
Eles estavam bem agitados e ansiosos, o que é normal pois eu inclusive também estava um pouco ansiosa. Dois anos afastada da sala de aula, aposentei no final de 2016!
Aos poucos vamos nos conhecendo. Deixei pra construir as combinações da turma em outro momento, uns dias depois de estarmos mais ambientados e assim ir criando vínculos.
Mas eu percebi que carrego muito da minha experiência como educadora, porém percebi também que estou mais aberta no sentido de ouvir e acolher o que os as crianças sugerem. Com certeza, é consequencia dos quatro anos de Pead!
sexta-feira, 12 de abril de 2019
SOBRE O ESTÁGIO...
Essa semana foi de surpresas e novas expectativas, no que diz respeito ao meu estágio...
Eu já estava com escola definida pra estagiar, como postei por aqui na semana passada. Mas as coisas mudam, novas situações se apresentam e com isso novas oportunidades.
Eu estava inscrita pra contrato no estado, aliás desde o ano passado tentei uma vaga pra poder realizar meu estágio na própria turma. E essa semana aconteceu exatamente isso! Fui chamada pra assumir uma turma numa escola estadual.Inclusive hoje saiu no Diário Oficial a publicação da minha admissão, na próxima segunda feira estarei assinando minha posse e assumindo uma turma de quarto ano. Mais uma lição que aprendo...
As coisas acontecem no tempo certo. No ano passado deixei de realizar o estágio por conta de várias situações...
Me frustrei bastante, sofri, chorei, mas nesse momento estou tendo a oportunidade de finalmente ter minha turma e realizar meu estágio.
Penso que depois de todo o esforço e dedicação pra chegar até aqui, agora é hora de botar em prática tudo o que o Pead me proporcionou em termos de aprendizagens e ressignificação do processo ensino aprendizagem.Todas as leituras, os vídeos, os encontros presenciais, a participação nos fóruns, as atividades reflexivas e desafiadoras, tudo isso vai me ajudar a me reiventar como educadora.
Nos próximos dias estarei conhecendo a escola e a minha turma, mergulhando com a cara e a coragem, e principalmente, com a garra e o amor que sempre tive por essa profissão!!
E assim logo, construindo na prática um processo rico de trocas, de construção e desconstrução, de ressignificação, problematizando questões importantes que certamente surgirão.
Estou feliz e bastante otimista, mas ciente da realidade da escola pública, com suas demandas, suas fragilidades, suas carências. Afinal esse sempre foi o meu chão, foi onde construí minha docência ao longo de anos.
Mas nesse momento o foco é a redescoberta dessa docência, não uma "velha docência", mas uma docência repleta de novos significados, de novas descobertas e aprendizagens. O resultado só o tempo vai mostrar!
O que foi bom e enriquecedor, certamente permanecerá. Os erros servirão de reflexão e prendizado.
Uma coisa é bem clara pra mim...
Todo o caminho percorrido até aqui não foi em vão!
Já aprendi muito e tenho muito ainda a aprender nessa nova etapa da minha docência que se inicia logo alí...
Eu já estava com escola definida pra estagiar, como postei por aqui na semana passada. Mas as coisas mudam, novas situações se apresentam e com isso novas oportunidades.
Eu estava inscrita pra contrato no estado, aliás desde o ano passado tentei uma vaga pra poder realizar meu estágio na própria turma. E essa semana aconteceu exatamente isso! Fui chamada pra assumir uma turma numa escola estadual.Inclusive hoje saiu no Diário Oficial a publicação da minha admissão, na próxima segunda feira estarei assinando minha posse e assumindo uma turma de quarto ano. Mais uma lição que aprendo...
As coisas acontecem no tempo certo. No ano passado deixei de realizar o estágio por conta de várias situações...
Me frustrei bastante, sofri, chorei, mas nesse momento estou tendo a oportunidade de finalmente ter minha turma e realizar meu estágio.
Penso que depois de todo o esforço e dedicação pra chegar até aqui, agora é hora de botar em prática tudo o que o Pead me proporcionou em termos de aprendizagens e ressignificação do processo ensino aprendizagem.Todas as leituras, os vídeos, os encontros presenciais, a participação nos fóruns, as atividades reflexivas e desafiadoras, tudo isso vai me ajudar a me reiventar como educadora.
Nos próximos dias estarei conhecendo a escola e a minha turma, mergulhando com a cara e a coragem, e principalmente, com a garra e o amor que sempre tive por essa profissão!!
E assim logo, construindo na prática um processo rico de trocas, de construção e desconstrução, de ressignificação, problematizando questões importantes que certamente surgirão.
Estou feliz e bastante otimista, mas ciente da realidade da escola pública, com suas demandas, suas fragilidades, suas carências. Afinal esse sempre foi o meu chão, foi onde construí minha docência ao longo de anos.
Mas nesse momento o foco é a redescoberta dessa docência, não uma "velha docência", mas uma docência repleta de novos significados, de novas descobertas e aprendizagens. O resultado só o tempo vai mostrar!
O que foi bom e enriquecedor, certamente permanecerá. Os erros servirão de reflexão e prendizado.
Uma coisa é bem clara pra mim...
Todo o caminho percorrido até aqui não foi em vão!
Já aprendi muito e tenho muito ainda a aprender nessa nova etapa da minha docência que se inicia logo alí...
segunda-feira, 1 de abril de 2019
RESGATANDO APRENDIZAGENS DO EIXO I/ PEAD
Nessa semana aqui no blog, iniciarei a revisitação dos semestres do curso Pead, focando nas minhas aprendizagens em cada um. Resgatando autores e citações nas interdisciplinas estudadas.
As interdisciplinas propostas foram...
ESCOLA, PROJETO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO
ESCOLA, CULTURA E SOCIEDADE
CORPOREIDADE
SEMINÁRIO INTEGRADOR I
Resgatando aprendizagens construídas na interdisciplina ESCOLA, PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO...
A interdisciplina trouxe uma luz a cerca da importância do PPP de uma escola. Esse é sem dúvida um documento extremamente rico em informações pertinentes a tudo em que a escola acredita e como ela funciona. O PPP deve ser construído coletivamente por todos os membros inseridos nesse espaço, onde cada um deve ter voz e oportunidade de expor suas ideias na construção desse documento que em outras palavras "é a cara da escola"!
Nas leituras da interdisciplina, o texto "Um olhar sobre a Educação Moderna no século XXI", de Luciane Missio e Jorge Luiz da Cunha, traz reflexões importantes sobre o que acontece com a relação escola/sociedade, um grande desencontro, onde não há uma unidade de ideias, como se a escola pudesse viver isolada do que acontece no contexto social. O teto vai mais longe, mostrando o quanto a escola mantém o mesmo modelo e a mesma estrutura das primeiras escolas.
REFLETINDO SOBRE O PPP...
Então quando se fala e discute sobre a importância da construção coletiva desse documento, não tem como não se pensar na dificuldade de contemplar aspectos essenciais que devem constar nesse PPP.
Em que a escola acredita como primordial no processo de educar pessoas? Quais são os objetivos do processo ensino- aprendizagem que essa escola se propõe? Quais os valores que vão sustentar essa proposta educacional? Que cidadão quero educar?
Essas e outras questões precisam ser questionadas dentro da escola. Não apenas pela equipe diretiva, mas para os segmentos que fazem parte dessa instituição.
O sentimento deve ser de união, comunhão de ideias, colaboração e principalmente de tolerância no saber ouvir. O PPP deve estar em consonância com o que a escola representa e acredita o tempo todo.
Outro aspecto importante, é sobre a disponibilidade do PPP. PPP não é apenas um mero documento decorativo ou burocrático...
PPP deve estar acessível na supervisão da escola, à disposição dos sujeitos inseridos na escola, deve ser manuseado, visto e revisto, seja em reuniões pedagógicas, seja com fácil acesso a quem na escola é inserido, seja como professor, funcionário ou membro do Conselho Escolar da escola.
Mas na prática não é isso que se vê!
Eu, particularmente, nunca, ao longo dos meus anos de regência de classe na rede pública, tive acesso, ou vi colegas tendo acesso ao PPP em nenhuma das quatro escolas que atuei.
Na verdade isso não me causava estranheza. Pois só me dei conta dessa situação, após ingressar no Pead, quando na interdisciplina em questão, esse assunto foi discutido, gerando reflexões sobre PPP.
Para concluir minha postagem de hoje, deixo uma pequena reflexão...
Hoje pela manhã fui a escola em que realizarei meu estágio, fui tratar da coleta de assinaturas junto a direção e supervisão. Aproveitei e conversei sobre o PPP da escola, mencionei que para construir meu projeto, é necessário que eu tome conhecimento do PPP da escola.
Ficou acertado que nos dias em que farei a observação da turma, terei acesso ao documento, porém não poderei levar pra casa pra estudá-lo. Poderei conhecer o PPP, mas apenas manuseá-lo dentro da escola, portanto farei isso durante vários dias, conhecendo e tirando minhas dúvidas.
Eu entendo que, talvez por não fazer parte do corpo docente da escola, não seja possível levar o PPP pra casa a fim de conhecer com mais calma e tempo o documento. Suponho que, os outros professores tem essa liberdade, assim como os membros de outros segmentos do Conselho Escolar.
As interdisciplinas propostas foram...
ESCOLA, PROJETO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO
ESCOLA, CULTURA E SOCIEDADE
CORPOREIDADE
SEMINÁRIO INTEGRADOR I
Resgatando aprendizagens construídas na interdisciplina ESCOLA, PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO...
A interdisciplina trouxe uma luz a cerca da importância do PPP de uma escola. Esse é sem dúvida um documento extremamente rico em informações pertinentes a tudo em que a escola acredita e como ela funciona. O PPP deve ser construído coletivamente por todos os membros inseridos nesse espaço, onde cada um deve ter voz e oportunidade de expor suas ideias na construção desse documento que em outras palavras "é a cara da escola"!
Nas leituras da interdisciplina, o texto "Um olhar sobre a Educação Moderna no século XXI", de Luciane Missio e Jorge Luiz da Cunha, traz reflexões importantes sobre o que acontece com a relação escola/sociedade, um grande desencontro, onde não há uma unidade de ideias, como se a escola pudesse viver isolada do que acontece no contexto social. O teto vai mais longe, mostrando o quanto a escola mantém o mesmo modelo e a mesma estrutura das primeiras escolas.
REFLETINDO SOBRE O PPP...
Então quando se fala e discute sobre a importância da construção coletiva desse documento, não tem como não se pensar na dificuldade de contemplar aspectos essenciais que devem constar nesse PPP.
Em que a escola acredita como primordial no processo de educar pessoas? Quais são os objetivos do processo ensino- aprendizagem que essa escola se propõe? Quais os valores que vão sustentar essa proposta educacional? Que cidadão quero educar?
Essas e outras questões precisam ser questionadas dentro da escola. Não apenas pela equipe diretiva, mas para os segmentos que fazem parte dessa instituição.
O sentimento deve ser de união, comunhão de ideias, colaboração e principalmente de tolerância no saber ouvir. O PPP deve estar em consonância com o que a escola representa e acredita o tempo todo.
Outro aspecto importante, é sobre a disponibilidade do PPP. PPP não é apenas um mero documento decorativo ou burocrático...
PPP deve estar acessível na supervisão da escola, à disposição dos sujeitos inseridos na escola, deve ser manuseado, visto e revisto, seja em reuniões pedagógicas, seja com fácil acesso a quem na escola é inserido, seja como professor, funcionário ou membro do Conselho Escolar da escola.
Mas na prática não é isso que se vê!
Eu, particularmente, nunca, ao longo dos meus anos de regência de classe na rede pública, tive acesso, ou vi colegas tendo acesso ao PPP em nenhuma das quatro escolas que atuei.
Na verdade isso não me causava estranheza. Pois só me dei conta dessa situação, após ingressar no Pead, quando na interdisciplina em questão, esse assunto foi discutido, gerando reflexões sobre PPP.
Para concluir minha postagem de hoje, deixo uma pequena reflexão...
Hoje pela manhã fui a escola em que realizarei meu estágio, fui tratar da coleta de assinaturas junto a direção e supervisão. Aproveitei e conversei sobre o PPP da escola, mencionei que para construir meu projeto, é necessário que eu tome conhecimento do PPP da escola.
Ficou acertado que nos dias em que farei a observação da turma, terei acesso ao documento, porém não poderei levar pra casa pra estudá-lo. Poderei conhecer o PPP, mas apenas manuseá-lo dentro da escola, portanto farei isso durante vários dias, conhecendo e tirando minhas dúvidas.
Eu entendo que, talvez por não fazer parte do corpo docente da escola, não seja possível levar o PPP pra casa a fim de conhecer com mais calma e tempo o documento. Suponho que, os outros professores tem essa liberdade, assim como os membros de outros segmentos do Conselho Escolar.
O pensamento de Paulo Freire, simboliza paradigmas importantes e que devem estar bem claros no momento de elaboração do PPP dentro da escola!
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