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sábado, 4 de maio de 2019

REVISITANDO APRENDIZAGENS DO EIXO III/ PEAD

No eixo III do Pead, as interdisciplinas propostas foram:

Ludicidade
Literatura
Libras
Seminário Integrador III

Na interdisciplina Ludicidade,reforcei  a importância do jogo no dia a dia das crianças dos anos iniciais, como meio de estimular a aprendizagem dos aprendizes. A importância do brincar ao longo dos anos iniciais que é a minha realidade dentro da educação.
Na verdade, eu ainda não havia parado pra refletir sobre essa questão. Até então, o  brincar era  mero passatempo e distração. Mas daí veio o Pead, as leituras, os vídeos, os fóruns, as aulas presenciais, as reflexões...
E tudo clareou...
 Brincar é importante para a criança, não só como distração, mas como meio de aprender, de buscar no lúdico, o conhecimento, as formas de vivenciar sentimentos e construir a partir daí, seu lugar no mundo.
O desenvolvimento infantil acontece de muitas formas. Mas é no brincar que esse desenvolvimento acontece de uma maneira natural, genuína, verdadeira e efetiva. Quanto menor a criança, mais ela pode e deve aprender brincando.
Hoje, atuando em quarto ano,  tenho a exata noção do que representa o jogo em sala de aula. Crianças no período operatório concreto, dos 7 aos 11 anos, estão em processo evidente de socialização de acordo com Piaget. A partir desse conhecimento, busco maneiras de integrar o jogo na rotina da minha sala de aula. Não necessariamente os jogos tradicionais já conhecidos, mas invento jogos, simples mas que envolvem o raciocínio, a atenção, a interação dos pares.São os jogos de regras. Os jogos em grupo fazem parte desse contexto.
. Para a criança, ter sucesso numa partida é tão importante quanto ser bem sucedida numa prova". E assim, a criança vai construindo sua autonomia.
Portanto, o jogo pode ser um recursio complementar ao processo de aprendizagem.
O jogo no processo ensino- aprendizagem propicia, aprender a  aprender, aprender a pensar,aprender a resolver problemas.

Na interdisciplina Literatura,as reflexões a cerca da importância da leitura, do entendimento da leitura, da fluidez de memórias e ideias que dela surgem...


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A relação entre leitura e o cotidiano de quem lê. Uma leitura que vai provocar descobertas, questionamentos, relações com o dia a dia e as vivências da criança, tem como objetivo produzir aprendizagens. Sejam elas cognitivas, emocionais, sociais.
A leitura é e sempre será um o caminho para o empoderamento das crianças e jovens. Mas não a leitura mecânica, dersprovida de significado...
Toda a leitura deve provocar, intuir, trabalhar no imaginário ou na realidade em que se vive.
Isso eu descobri...
Segundo Paulo Freire, "A leitura do mundo precede a leitura da palavra". A criança que lè, o jovem que lè, o adulto que lê, ressignifica a realidade em que vive! E a partir disso, poderá transformar essa realidade.

Livros de literatura infantil, gibis, revistas, textos on line, etc
Não importa o estilo, o que importa é o que a leitura vai proporcionar de descobertas, de relações com a vivência das crianças, com o mundo!

segunda-feira, 1 de abril de 2019

RESGATANDO APRENDIZAGENS DO EIXO I/ PEAD

Nessa semana aqui no blog, iniciarei a revisitação dos semestres do curso Pead, focando nas minhas aprendizagens em cada um. Resgatando autores e citações nas interdisciplinas estudadas.
As interdisciplinas propostas foram...

ESCOLA, PROJETO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO
ESCOLA, CULTURA E SOCIEDADE
CORPOREIDADE
SEMINÁRIO INTEGRADOR I

Resgatando aprendizagens construídas na interdisciplina ESCOLA, PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO...

A interdisciplina trouxe uma luz a cerca da  importância do PPP de uma escola. Esse é sem dúvida um documento extremamente rico em informações pertinentes a tudo em que a escola acredita e como ela funciona. O PPP deve ser construído coletivamente por todos os membros inseridos nesse espaço, onde cada um deve ter voz e oportunidade de expor suas ideias na construção desse documento que em outras palavras "é a cara da escola"!

Nas leituras da interdisciplina, o texto "Um olhar sobre a Educação Moderna no século XXI", de Luciane Missio e Jorge Luiz da Cunha, traz reflexões importantes sobre o que acontece com a relação escola/sociedade, um grande desencontro, onde não há uma unidade de ideias, como se a escola pudesse viver isolada do que acontece no contexto social. O teto vai mais longe, mostrando o quanto a escola mantém o mesmo modelo e a mesma estrutura das primeiras escolas.

REFLETINDO SOBRE O PPP...

Então quando se fala e discute sobre a importância da construção coletiva desse documento, não tem como não se pensar na dificuldade de contemplar aspectos essenciais que devem constar nesse PPP.
Em que a escola acredita como primordial no processo de educar pessoas? Quais são os objetivos do processo ensino- aprendizagem que essa escola se propõe? Quais os valores que vão sustentar essa proposta educacional? Que cidadão quero educar?
Essas e outras questões precisam ser questionadas dentro da escola. Não apenas pela equipe diretiva, mas para os segmentos que fazem parte dessa instituição.
O sentimento deve ser de união, comunhão de ideias, colaboração e principalmente de tolerância no saber ouvir. O PPP deve estar em consonância com o que a escola representa e acredita o tempo todo.
Outro aspecto importante, é sobre a disponibilidade do PPP. PPP não é apenas um mero documento decorativo ou burocrático...
PPP deve estar acessível na supervisão da escola, à disposição dos sujeitos inseridos na escola, deve ser manuseado, visto e revisto, seja em reuniões pedagógicas, seja com fácil acesso a quem na escola é inserido, seja como professor, funcionário ou membro do Conselho Escolar da escola.
Mas na prática não é isso que se vê!
Eu, particularmente, nunca, ao longo dos meus anos de regência de classe na rede pública, tive acesso, ou vi colegas tendo acesso ao PPP em nenhuma das quatro escolas que atuei.
Na verdade isso não me causava estranheza. Pois só me dei conta dessa situação, após ingressar no Pead, quando na interdisciplina em questão, esse assunto foi discutido, gerando reflexões sobre PPP.

Para concluir minha postagem de hoje, deixo uma pequena reflexão...

Hoje pela manhã fui a escola em que realizarei meu estágio, fui tratar da coleta de assinaturas junto a direção e supervisão. Aproveitei e conversei sobre o PPP da escola, mencionei que para construir meu projeto, é necessário que eu tome conhecimento do PPP da escola.
Ficou acertado que nos dias em que farei a observação da turma, terei acesso ao documento, porém não poderei levar pra casa pra estudá-lo. Poderei conhecer o PPP, mas apenas manuseá-lo dentro da escola, portanto farei isso durante vários dias, conhecendo e tirando minhas dúvidas.
Eu entendo que, talvez por não fazer parte do corpo docente da escola, não seja possível levar o PPP pra casa a fim de conhecer com mais calma e tempo o documento. Suponho que, os outros professores tem essa liberdade, assim como os membros de outros segmentos do Conselho Escolar.


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O pensamento de Paulo Freire, simboliza paradigmas importantes e que devem estar bem claros no momento de elaboração do PPP dentro da escola!