terça-feira, 21 de agosto de 2018

INICIANDO O EIXO VIII DO PEAD

Ontem, 20 de agosto de 2018, iniciou o oitavo semestre do Pead. Já iniciando com muitas expectativas, em função do estágio que se aproxima. Tivemos a oportunidade de ouvir alguns professores e tutores que irão nos acompanhar nessa caminhada.
Refletindo sobre tudo que ouvi, uma fala em especial me fez pensar...

O estágio é a oportunidade de repensar e aplicar tudo o que foi aprendido durante o curso, sempre refletindo nas novas práticas, buscando promover um ambiente frutífero de aprendizagens. Porém, isso não significa excluir as vivências passadas como educadora. Absolutamente não é por aí!
Desconstruir tudo o que não foi construtivo, como práticas ultrapassadas e cristalizadas que em nada acrescentaram, esse é o fator que se deve repensar. Mas o que foi bom, o que gerou avanços, o que permitiu trocas, afetos e construções positivas, isso deve permanecer. A caminhada até aqui, teve coisas boas e também nem tão boas, mas mesmo com as coisas nem tão boas pode-se aprender!
No mais, espero particularmente, desconstruir minhas práticas, as velhas práticas, tirando de minha experiência como educadora, o que foi produtivo, o que nunca sai de cena, como o respeito, o interesse, o entendimento com todos, na medida do possível, pois é dever de educadores conscientes, preparar o ambiente, pra que se torne frutífero, que todos se sintam bem e que possam compartilhar aprendizagens.
Realizarei meu estágio, na escola em que trabalhava quando me aposentei, no final de 2016. Escola Estadual de Ensino Fundamental Açorianos, com uma turma de quinto ano, onde há muita defasagem de idades e segundo o que me foi passado pela direção, uma turma com dificuldades de aprendizagem. Certamente os desafios não serão poucos, mas estou em processo de construção e desafios são bem vindos!!

terça-feira, 12 de junho de 2018

REFLETINDO SOBRE A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO

N a interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação, tive a oportunidade de pensar e refletir na questão da avaliação como processo de inclusão, bem diferente daquela avaliação tradicional, em que o aluno era reduzido a um número, geralmente de zero a dez, que tinha como objetivo definir se o aluno sabia ou não sabia a matéria transmitida pelo professor.

Abaixo transcrevo minha reflexão no fórum da interdisciplina de Didática...


Re: Reflexão sobre avaliação
por DENISE DOS SANTOS PRADES - sábado, 9 Jun 2018, 18:02
Penso que o educador deve refletir muito sobre a questão do ato de avaliar seu aluno! Resgatando o verdadeiro objetivo da avaliação, como processo contínuo e com vistas a inclusão. Uma avaliação que contemple cada aluno com seus reais avanços, mínimos que sejam, mas nem por isso menos significativos.
O que acontece geralmente, nos contextos escolares, é uma avaliação classificatória, autoritária e excludente. As particularidades e progressos pessoais de cada aluno, muitas vezes não são considerados, pois a avaliação se resume a notas de provas, como se o aluno fosse resumido a um número de zero a dez, tendo como parâmetro, o aluno nota dez. 
Essa é uma avaliação injusta e fora de propósito. O aluno deve ser parâmetro dele mesmo. O pequeno aprendizado do dia a dia, a busca, o interesse, a pergunta... 
Os progressos evidenciados no dia a dia dentro da escola, da sala de aula, do universo desse aluno, esses progressos, essas novas posturas que vão dando significado as aprendizagens desse aluno, isso é o que deve ser levado em consideração no ato de avaliar, caracterizando-se assim, uma avaliação democrática e emancipatória.
Penso que esse é um dos grandes desafios dos educadores. Repensar a maneira como tem avaliado seus alunos, buscando transformar a avaliação num ato justo e atento.
Não tenho como não fazer uma breve reflexão, sobre como conduzi a questão da avaliação ao longo dos anos em que atuei como professora de anos iniciais na rede pública.É como se houvesse uma  linha separando o ANTES e o DEPOIS do Pead.Eu tratava a questão da avaliação de uma maneira bastante rígida e porque não dizer injusta. Falo injusta no sentido de que o ato de avaliar era um ato de classificar o bom aluno, aquele que aprende, aquele que tira altas notas nas provas, e o mau aluno, o que tem dificuldade de aprender, o que só tira nota baixa e por aí vai. Hoje vejo o ABSURDO disso.
A verdadeira avaliação está muito longe do que descrevi acima e que fazia parte do meu contexto. Faz um ano e pouco que não estou dando aula, e esse tempo tem me permitido repensar, refletir sobre minha prática como educadora. As leituras e os estudos proporcionados pelo curso de Pedagogia, sem dúvida que tem transformado meu pensamento e minha visão sobre avaliação.
Antes de deixar as salas de aula, eu já mostrava mudanças nessa questão de avaliar, não dando ênfase a provas, e sim considerando cada pequeno  dos meus alunos em sala de aula, e o mais importante, o interesse de cada aluno, em querer saber, em aprender.
Resultado de imagem para ver imagens de pensamentos de Paulo Freire sobre a avaliação


terça-feira, 5 de junho de 2018

TEORIA DE HENRY WALLON

Nos estudos da interdisciplina Linguagem e Educação, a leitura do texto "Contribuições de Henry Wallon à relação cognição e afetividade na educação", e principalmente a visualização do vídeo "A teoria do desenvolvimento de Henry Wallon", propiciaram reflexões e aprendizados bastante significativos.

A importância do fator emoção, no processo de desenvolvimento do ser humano, e sua consequente influência no processo educativo, certamente evidencia uma visão mais humanista e inclusiva da educação de crianças e jovens.

Segundo Wallon, o afeto influencia as relações e os processos de aprendizagem, , sendo um desafio para educadores, escolas e pais.
Cabe aqui uma pergunta...
Que ser humano queremos formar?
Quais as prioridades?
Quais as habilidades e competências devem permear o processo de ensino- aprendizagem?


As crianças e os jovens do século XXI, precisam e merecem uma educação mais humanista e menos exclusória.
Nesse sentido, as contribuições de Wallon nos trazem ricas informações e conceitos a refletir nas mudanças necessárias nesse contexto competitivo e individualista em que vivemos.

Wallon define os estágios de desenvolvimento como estágios geradores de evolução. onde cada estágio é alavanca para o próximo e traz junto para cada novo estágio, novas habilidades.
Estágio impulsivo- emocional, estágio sensório- motor e projetivo, estágio do personalismo, estágio categorial, estágio da adolescência. Todos são absolutamente importantes e mola propulsora de novas aquisições a nível cognitivo, afetivo e motor.
Esses est´gios nunca se acabam, pois o ser humano aprende sempre, por toda a vida. Segundo Wallon, o processo dialético de desenvolvimento nunca se encerra.

Fica a relexão na possibilidade de direcionar o processo educacional, tendo como prioridade a questão da relevância das emoções no ser humano e no quanto o afeto influencia as relações e processos de aprendizagem.

terça-feira, 29 de maio de 2018

REINVENTANDO...

Hoje quero registar aqui, uma reflexão bem importante, sobre minha prática ensino-aprendizagem, muito mais sobre minha consciência de educadora.
A cerca de alguns dias atrás, num momento de lazer, num show que fui assistir, encontrei um colega da escola em que trabalhei antes de me aposentar.Fazia um bom tempo que não o via.
Conversa vai, conversa vem, ele comentou que estava em determinada escola, trabalhando 40 horas em sala de aula, com alunos de séries finais do ensino fundamental. No discurso quase que generalizado de muitos professores, senão da maioria que conheço.
Falou do estresse, do saláriuo,da saúde mental,do desencanto...
Lá pelas tantas, eu comentei que estava aguardando pegar um contrato de 20 horas no estado...
A reação foi imediata!

"Não faça isso, tá louca?? Voltar a trabalhar com aluno? Deus me livre! Vai fazer outra coisa guria!"

Minha resposta pra ele foi...

" Eu gosto de trabalhar em sala de aula com aluno. Tenho saudades do dia a dia na escola. E 20 horas vai ser tudo de bom, pois além de fazer o que gosto, ainda terei tempo pra mim!"

Mesmo com meus argumentos, não adiantou...
Ele não captou...
Me respondeu:
'TE REINVENTA""

Saí daquela conversa refletindo sobre o quanto faz diferença o gostar da profissão. Tá na alma, e não tô dramatizando não. Falo inclusive pela minha vivência no chão da escola pública!
Nem toda a professora tem alma de professora. Tem que gostar! Gostar de aluno, gostar de sala de aula, gostar de ensino-aprendizagem...Gosta, gostar,gostar...
Isso não se aprende. Isso se aprimora. Mas a essência vem impregnada na alma do educador.

E falando sobre REINVENTAR...

Esse tempo que estou afastado da escola, e com todas as aprendizagens construídas ao longo do Pead, já posso prever, que ao retornar as salas de aula, estarei me reinventando como professora. Me REINVENTANDO nas minhas práticas, metodologia, nos meus conceitos, nas minhas crenças.

 




terça-feira, 22 de maio de 2018

PRÁTICAS SIGNIFICATIVAS NA EJA

Segundo Paulo Freire, "em lugar de professor, com tradições fortemente "doadoras", o coordenador de debates. Em lugar de aula discursiva, o diálogo.Em lugar de aluno, com tradições passivas, participante do grupo".

Penso, que a afirmação de Paulo Freire, explicita bem, como deve ser a metodologia de ensino- aprendizagem, seja em EJA, seja em qualquer nível de ensino.
Uma metodologia, que valorize a reflexão, a busca, o compartilhamento de informações, e principalmente, as vivências dos educandos.
O aluno como o sujeito ativo da aprendizagem e não como mero receptor de informações.
O professor, como mediador do processo de aprendizagem, e não como o transmissor de conteúdos.
Um ensino baseado no diálogo e na participação de todos os sujeitos envolvidos na construção das aprendizagens, e não um ensino meramente formal, de verdades absolutas que não permitem questionamentos.


Importante se pensar na EJA, como um grupo de pessoas que carregam seus saberes construídos ao longo de suas vidas. Saberes diversos, saberes significativos, saberes que podem e devem ser levados pra dentro da sala de aula, e compartilhados entre os pares. No sentido de fortalecimento e ressignificação que vai gerar transformações e novos conhecimentos.
Na EJA, há que trabalhar a construção da leitura e escrita, como processo integrado com os saberes de cada um, construídos na leitura de mundo de cada sujeito. Nesse quesito, é importante partir dos temas geradores, temas de interesse dos educandos, temas que signifiquem e identifiquem cultura desses sujeitos.

As limitações e desafios na EJA, são inúmeros. Esses educandos por si só, já são vitoriosos. Enfrentam suas dificuldades diárias ( alimentação, emprego, saúde, habitação,...), e se dispõe a estar em sala de aula, buscando a leitura e escrita. Mas acredito que o maior desafio deles, seja superar o preconceito de uma sociedade excludente. E se apropriar de um sentimento de auto- estima, que os poderá levar a superação.

terça-feira, 15 de maio de 2018

REFLETINDO SOBRE MINHA PRÁTICA...

Minha postagem hoje, é uma relexão sobre a minha vivência como educadora de anos iniciais. Especificamente, na relação com os modelos pedagógicos e epistemológicos que sempre caracterizaram minha ação docente.

Nas aulas presenciais de Didática, Planejamento e Avaliação, assim como nas leituras disponibilizadas no moodle da interdisciplina, tenho percebido sempre uma certa crítica aos modelos tradicionais de ensino- aprendizagem. Acredito que toda a crítica é bem vinda, no sentido de refletir e redirecionar as práticas docentes, de maneira a contemplar um ensino mais significativo e mais democrático. No texto de Fernando Becker, "Modelos Pedagógicos e Epistemológicos", tomamos ciência da dinâmica do Construtivismo, na Pedagogia Relacional. E no quanto esse modelo pedagógico pode ressignificar nossas práticas em sala de aula. Práticas que empoderem o aluno, que tirem o aluno da passividade, do marasmo, do conformismo. E provoquem nesse aluno, o desafio da busca, da construção de aprendizagens. Processo esse, que envolve interação, cooperação, organização e principalmente curiosidade.

Refletindo sobre meus anos de docência...

No início da minha trajetória no contexto da educação em anos iniciais, admito que meu modelo era totalmente Empirista. Mas com o tempo fui refletindo, sozinha, alguma coisa me levava a repensar esse modelo. Então aos poucos fui admitindo novas possibilidades, atividades menos expositivas, que admitissem a participação dos alunos. Comecei a trabalhar em grupos, mas o Empirismo ainda tinha papel preponderante na minha prática. Cada vez mais mesclado com um Construtivismo misturado com Empirismo, mais ou menos isso...


O tempo passou...

Veio o Pead...

As coisas mudaram...

Novas reflexões...
Novas posturas...

E hoje?

Como seria a professora Denise em sala de aula?

Menos Empirista, mais Construtivista?Ou um pouco de cada?

Penso que o Construtivismo tem uma dinâmica motivacional maravilhosa.
Mas penso também, que não abandonarei totalmente o Empirismo. Não no sentido de achar que o professor sabe tudo e o aluno não sabe nada. Essa fase eu já superei, ainda bem!!!
Falo, no sentido de estabelecer limites, de estar presente no processo de ensino- aprendizagem, mediando, orientando, organizando.
Criança também necessita de limites. E muitas vezes esses limites são confundidos e criticados.
Não podemos confundir espontaneidade e interação, conm bagunça e desrespeito.


Todo o processo ensino- aprendizagem com crianças deve partir do respeito, de estabelecer regras de convivência, que eu chamo de combinações, e acredito que esses critérios são admitidos tanto no modelo empirista quanto no modelo construtivista.

Em relação às atividades, penso que mesmo focando em trabalho com projetos ou centro de interesse, é possível mesclar atividades, como exercícios, e porque não, eventualmente uma cópia de um texto interessante que posteriormente será debatido com o grande grupo?
É sobre essa crítica radical que me refiro. E questiono. Não concordo  com algumas afirmações ou críticas radicais. Falo por experiência, não por teoria.

Para concluir, eu acredito que todo o modelo pedagógico tem prós e contras.
Mas isso é assunto para a próxima  postagem.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

INOVAÇOES PEDAGÓGICAS E TECNOLÓGICAS

Nos estudos e leituras da interdisciplina Tecnologas da Educação, o tópico desta semana são as inovações pedagógicas e tecnológicas. Como proposta de atividade, , deveria ser feito um relato de experiência pedagógica inovadora envolvendo o uso de tecnologias, para a aprendizagem e socialização.
Transcrevo abaixo o meu relato, baseado numa proposta pedagógica desenvolvida na Escola Estadual de Ensino Fundamental Açorianos, localizada na Vila Jardim, em Porto Alegre.



TAREFA/TÓPICO 2/CONTINUAÇÃO
Relato de experiência de proposta pedagógica inovadora envolvendo o uso de tecnologias para a promoção das aprendizagens e/ou socialização.
- O quê e como foi realizado?
- Quais tecnologias foram utilizadas?
- Quais os resultados dessa experiência?

A proposta pedagógica relatada abaixo, foi realizada com as turmas de oitavo e nono ano do ensino fundamental, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Açorianos, situada no bairro Vila Jardim.
Foi desenvolvido um projeto chamado “Saúde em primeiro lugar”, tendo como eixo norteador do projeto, as doenças sexualmente transmissíveis. Esse projeto foi desenvolvido em parceria com o posto de saúde, localizado dentro da comunidade da Vila Jardim, ao lado da escola.
O projeto foi interdisciplinar, envolvendo as disciplinas de Ciências, Educação Física, Artes, Língua Portuguesa, e surgiu da necessidade que os alunos tinham, de conhecer mais sobre sintomas, evolução e tratamento das doenças sexualmente transmissíveis, bem como maneiras de evitá-las.
Num primeiro momento, as turmas de oitavo e nono ano, foram reunidas na sala de projeção, juntamente com as professoras das disciplinas citadas que participaram do projeto. Esse foi o momento de coletar as perguntas, dúvidas e questionamentos que os adolescentes gostariam de aprofundar em relação ao tema do projeto.
Em seguida, os adolescentes e professoras, assistiram um pequeno vídeo https://www.youtube.com/watch?v=OkQ5yu2r0b4, onde há vários depoimentos de pessoas e suas dúvidas em relação ao assunto.
Após assistirem ao vídeo, os alunos se dividiram em pequenos grupos para debater sobre o vídeo, e partir para a elaboração das ações que julgavam importantes nesse momento de aprofundamento sobre as DST. As professoras mediaram o trabalho dos grupos, intervindo quando solicitadas.
No momento posterior ao trabalho dos grupos, cada grupo escolheu um representante para compartilhar com o grande grupo suas sugestões.
1)      Ficaram estabelecidas as seguintes estratégias de ação:
Cada grupo se disponibilizou a pesquisar em sites de fontes  confiáveis, sobre determinada doença sexualmente transmissível (Sífiles,Gonorréia, Aids, Herpes genital, Hpv).
2)      Compartilhamento de informações pesquisadas, com o grande grupo.
3)      Buscar a parceria do posto de saúde, no sentido de palestras e oficinas sobre as DST (palestra médico clínico geral sobre os sintomas e tratamentos das DST, seminário com psicólogo, realização de oficina com a equipe de enfermagem, tendo como foco, o uso de preservativos nas relações sexuais e a higiene correta).
4)      Confecção de cartazes em sala de aula, sobre DST e Prevenção.
5)      Produção de relatório individualmente (momento de reflexão individual).
6)      Realização do Seminário de aprendizagens (nessa atividade de conclusão, os alunos explicitaram suas aprendizagens e relacionavam o que aprenderam com o que já sabiam ou tinham visto ou ouvido sobre o assunto. Também puderam trocar novas informações com todos os envolvidos no trabalho. Psicólogas do posto participaram desse momento.)

As tecnologias digitais utilizadas foram, retroprojetor, notebook, computadores, celular.

Os resultados dessa experiência, ficaram bem explícitos no Seminário de Aprendizagens, onde os adolescentes expressaram suas dúvidas, medos, e puderam compartilhar o que aprenderam com seus pares e com professoras e equipe multidisciplinar do posto de saúde, A parceria com o posto de saúde, as estratégias de pesquisa decididas coletivamente, e a interdisciplinaridade, caracterizam uma proposta de  inovação. Nessa proposta fica evidente, o quanto é fundamental o trabalho em equipe, o trabalho interdisciplinar, e principalmente a atitude de curiosidade e busca de aprendizagens. O assunto foi extremamente interessante aos alunos, e isso alavancou o trabalho desenvolvido.



Gostaria de deixar registrado, o quanto a leitura do texto de Eliane Schlemmer, TDs e as interações, trouxeram informações bem importantes sobre a questão do uso das tecnologias no contexto escolar e a relação com a construção de aprendizagens significativas.
A importância da interdisciplinaridade, o compartilhamento de informações, a busca cooperativa entre todos os sujeitos envolvidos na proposta pedagógica, e a internalização das aprendizagens construídas.
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