quinta-feira, 26 de outubro de 2017

SUJEITOS COM DEFICIÊNCIA



Na interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, estou aprendendo sobre a História, Conceitos e Tipos de Deficiência. O texto de Izabel Maior, assim como o vídeo da autora, traz valiosas reflexões a respeito do assunto.
Quem é este sujeito deficiente? Como inclui-lo nos espaços de convivência da sociedade?
Achei muito interessante as informações que falam sobre os modelos de deficiência que predominaram na sociedade.
Na primeira metade do século XX predominava o MODELO BIOMÉDICO DA DEFICIÊNCIA, onde o deficiente era visto como incapaz, sua deficiência era consequencia de acidente ou doença, e cabia a família os esforços de participação no tratamento e reabilitação. O estado e a sociedade ficavam isentos de qualquer participação.
Nos anos 60, surge o MODELO SOCIAL DA DEFICIÊNCIA, como consequência de movimentos de revindicação de direitos contra a opressão. O deficiente passa a contar com o apoio social, tendo seus direitos reconhecidos, assim como sua autonomia. Surgem as política públicas inclusivas.
Segundo Sassaki, "no modelo social da deficiência, cabe a sociedade eliminar todas as barreiras físicas, programáticas e atitudinais para que as pessoas possam ter acesso aos serviços".
Refletindo sobre os modelos, fico a pensar, e hoje, na sociedade contemporânea, como vivem os deficientes? Os deficientes inseridos na educação regular, estão de fato incluidos no espaço de aprendizagem, ou apenas frequentam o espaço? Educadores tem recebido formação necessária para entender e aceitar essa realidade?São questionamentos importantes que tenho pensado.








quarta-feira, 18 de outubro de 2017

MÉTODO CLÍNICO PIAGETIANO

Na interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II, estou estudando e aprendendo sobre os estádio de desenvolvimento cognitivo da criança, e consequentemente sobre o Método Clínico Piagetiano. Uma das tarefas dessa semana era ler e assistir vídeos referentes ao assunto. Após, postar no fórum Método Clínico Piagetiano. Abaixo transcrevo minha postagem, que registrei no fórum, trazendo minhas dúvidas sobre esse método de investigação.



Re: Fórum Método Clínico Piagetiano
por DENISE DOS SANTOS PRADES - quarta, 18 Out 2017, 14:49

Pelo que eu entendi, o Método Clínico Piagetiano supera o método de observação
pura, tem
o objetivo investigativo do experimentador e da sua interação com o sujeito. A con
versa entre
 ambos deve fluir livremente, porém o experimentador tem um objetivo, que é inves
tigar como a criança pensa, percebe, age e sente. Eu tenho dúvidas sobre o méto
do, por exemplo, pode-se usar o método clínico piagetiano para qualquer assunto
 que envolva aprendizagens das crianças? O objetivo é descobrir em que estádio
 de desenvolvimento cognitivo se encontra essa criança?? As escolas tem usado
 esse método para avaliar o raciocínio das crianças? São muitas as minhas dúvi
das. O assunto é muito interessante, mas será que esse método é viável em esco
las públicas, me refiro se uma professora com formação tería condições de traba
lhar com o método clínico em sala de aula ou esse método fica restrito a atendimen
to individual, a nível
 de psicopedagogia?
Resultado de imagem para imagens sobre o Metodo clinico piagetiano


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

ENQUETE SOBRE RACISMO NA SOCIEDADE

Na interdisciplina Seminário Integrador VI, tivemos como tarefa, descrever uma situação ocorrida na escola, envolvendo discriminação. Relatei um acontecimento que envolveu duas alunas minhas e que intervi, buscando orientar e resolver o conflito.
Como prosseguimento da tarefa, construí o quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias referentes a situação descrita por mim.
Posteriormente, elaborei uma enquete na plataforma Survey Monkey, para buscar informações que possam eliminar as dúvidas e validar as certezas a cerca do racismo na sociedade e no contexto escolar.

ABAIXO TRANSCREVO O LINK DA MINHA ENQUETE.


ttps://pt.surveymonkey.com/r/Preview/?sm=QUf5NXr3LH9pITmxw6He3erQFZhnt_2BatQbXEk0Gie7gF7VY_2B4DxbkUEgNreEA0_2Ft

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

FÓRUM DE PSICOLOGIA/ ESTÁDIOS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO SEGUNDOJEAN PIAGET

Na interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II, foi solicitada a tarefa de comentar no fórum quastões referentes ao assunto. Abaixo transcrevo minha participação no fórum e aproveito para registrar, que estou gostando muito desses estudos sobre o desenvolvimento cognitivo da criança e os estádios de desenvolvimento e suas características.


A partir das leituras que foram disponibilizadas na interdisciplina, e relacionando com a minha prática pedagógica, percebo como o desenvolvimento cognitivo da criança segundo Jean Piaget se dá por constantes e  sucessivas aquisições. A idade cronológica propriamente dita, não é o que estabelece essas aquisições. Todas as crianças tem capacidade de construir suas aprendizagens a cada etapa aquisitória. Existe, segundo Piaget, uma série de fatores que vão possibilitar essas construções: maturação, experiência, transmissão social, equilibração. As crianças tem sua singularidade, portanto não devemos generalizar. devemos sim, como educadoras, respeitar o tempo de cada criança. A comparação que muitas vezes ocorre na própria sala de aula é cruel e nada tem a ver com a ética construtivista.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

FERNANDO BECKER/ ESCOLA: MAIS LABORATÓRIO, MENOS AUDITÓRIO

Muito interessante o vídeo que assisti, na interdisciplina Aprendizagem e Desenvolvimento sob o enfoque da Psicologia II, onde  o professor Fernando Becker fala sobre como deve ser a escola construtivista. Uma escola que privilegie o indagar, o interagir, o testar, o cooperar, o descobrir, o ultrapassar, o dialogar, o refletir, o inventar!
Uma escola que instigue o aluno a apoderar-se do passado e planejar o seu futuro. Uma escola que empodere o aluno, no sentido de dar-lhe condições de pensar e agir sobre o objeto de aprendizagem.
Eu concordo plenamente, porém penso que isso não significa que os professores tenham que excluir  totalmente a epistemologia não construtivista. Acredito, por experiência própria, que há muita coisa boa  que pode ser integrada ao construtivismo. Portanto, partindo do que Jean Piaget afirmou, " toda a criança tem condições de aprender", e reforçado pelo professor Fernando Becker no vídeo, a função da escola é buscar epistemologias que oportunizem o pensar e o refletir!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

MODELOS PEDAGÓGICOS/ PSICOLOGIA II

Na interdisciplina Psicologia da aprendizagens, estou estudando sobre os Modelos Pedagógicos e Epistemológicos. Bastante interessante o texto de Fernando Becker " Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos", que abrange de forma clara e objetiva as práticas pedagógicas de ambos os modelos.
 Percebo que ao longo da minha vivência em sala de aula, tive características dos modelos pedagógicos da Pedagogia Diretiva e da Pedagogia Relacional.
Não apenas no início da carreira como professora, mas ao longo desta, não tenho como negar que a pedagogia diretiva( tradicional) , direcionou muito o trabalho em sala de aula. A questão da professora  como transmissora de conhecimentos, certamente fez parte da minha prática. Porém hove um momento que essa prática não satisfazia. Fez-se necessária uma mudança, de modo que o ambiente de aprendizagem fosse mais dinâmico, mais participativo, mais instigante. Hoje, com os estudos de Psicologia, percebo que a Pedagogia Relacional esteve presente nesses últimos anos. A questão dos alunos serem parte atuante na construção de suas aprendizagens, com as trocas entre os pares, com a cooperação, com a criação de regras de convivência, tudo isso veio somar ao processo ensino- aprendizagem dos meus alunos. 

Uma tarefa bastante interessante, foi a construção do quadro de diferenças entre os Modelos Epistemológicos e Pedagógicos de aprendizagem. Quadro esse, que transcrevo abaixo:





Categorias
Modelo Epistemológico
EMPIRISMO
APRIORISMO
CONSTRUTIVISMO


Aula


Pedagogia diretiva

Pedagogia não diretiva

Pedagogia relacional

Disciplina



conservadorismo

Deixar fazer

Construção de regras de convivência / relações fluidas

Conteúdo/
Conhecimento


Transferência de conhecimentos construídos por gerações anteriores

Aluno carrega uma bagagem hereditária/ mérito ou déficit

Recriar os conhecimentos / problematizaçao


Professor


Transmite conhecimentos/ aluno é tábula rasa

Professor facilitador/ o aluno já traz um conhecimento

Professor e aluno aprendem e ensinam

Sujeito



professor ( detém o conhecimento)

aluno ( bagagem hereditária)

Relação dialética( aluno- professor-meio)


Objeto


Aluno(receptor do conhecimento)


Mérito/ Déficit herdado


Assimilação/ construção de estruturas cognitivas
Equações (S e O)
S<O
S>O
S<>O
FONTE: BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: ARTMED, 2012.


T

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS NA VIDA DAS PESSOAS

Na interdisciplina Filosofia da Educação, nessa semana tive a oportunidade de assistir um vídeo de Leandro Karnal, em que ele traz uma visão real da sociedade contemporânea e sua relações com o mundo virtual.
Hoje, as pessoas não tem tempo, nem paciência para encontros olho no olho. As relações estão cada vez mais caracterizadas pelo contato virtual. Perde-se muito. Perde-se oportunidades e momentos de construir e trocar no mundo real. No abraço, no beijo, no toque, nas emoções.
Não estou aqui criticando ou excluindo o lado bom da internet. Mas concordo com Leandro Karnal, quanto a intensidade e importância que as pessoas estão dedicando as redes sociais. Ok, o mundo evoluiu e a internet está aí pra mostrar isso. Mas pra mim, nada substitui o contato direto entre as pessoas. Atrás de um not ou computador, as pessoas criticam, comentam, iniciam e terminam " amizades" e relacionamentos. Tudo muito rápido, tudo muito artificial, tudo muito vazio. Eu, como educadora, sei que a internet faz parte da educação a medida que serve de suporte aos aprendizades de pesquisa. Mas é necessário cautela. Sabemos que há todo tipo de pessoas manuseando um computador, postando em redes sociais. Daí é imprescindível ue haja bastante orientação e discussão sobre isso com crianças e jovens.