Minha postagem hoje, é uma relexão sobre a minha vivência como educadora de anos iniciais. Especificamente, na relação com os modelos pedagógicos e epistemológicos que sempre caracterizaram minha ação docente.
Nas aulas presenciais de Didática, Planejamento e Avaliação, assim como nas leituras disponibilizadas no moodle da interdisciplina, tenho percebido sempre uma certa crítica aos modelos tradicionais de ensino- aprendizagem. Acredito que toda a crítica é bem vinda, no sentido de refletir e redirecionar as práticas docentes, de maneira a contemplar um ensino mais significativo e mais democrático. No texto de Fernando Becker, "Modelos Pedagógicos e Epistemológicos", tomamos ciência da dinâmica do Construtivismo, na Pedagogia Relacional. E no quanto esse modelo pedagógico pode ressignificar nossas práticas em sala de aula. Práticas que empoderem o aluno, que tirem o aluno da passividade, do marasmo, do conformismo. E provoquem nesse aluno, o desafio da busca, da construção de aprendizagens. Processo esse, que envolve interação, cooperação, organização e principalmente curiosidade.
Refletindo sobre meus anos de docência...
No início da minha trajetória no contexto da educação em anos iniciais, admito que meu modelo era totalmente Empirista. Mas com o tempo fui refletindo, sozinha, alguma coisa me levava a repensar esse modelo. Então aos poucos fui admitindo novas possibilidades, atividades menos expositivas, que admitissem a participação dos alunos. Comecei a trabalhar em grupos, mas o Empirismo ainda tinha papel preponderante na minha prática. Cada vez mais mesclado com um Construtivismo misturado com Empirismo, mais ou menos isso...
O tempo passou...
Veio o Pead...
As coisas mudaram...
Novas reflexões...
Novas posturas...
E hoje?
Como seria a professora Denise em sala de aula?
Menos Empirista, mais Construtivista?Ou um pouco de cada?
Penso que o Construtivismo tem uma dinâmica motivacional maravilhosa.
Mas penso também, que não abandonarei totalmente o Empirismo. Não no sentido de achar que o professor sabe tudo e o aluno não sabe nada. Essa fase eu já superei, ainda bem!!!
Falo, no sentido de estabelecer limites, de estar presente no processo de ensino- aprendizagem, mediando, orientando, organizando.
Criança também necessita de limites. E muitas vezes esses limites são confundidos e criticados.
Não podemos confundir espontaneidade e interação, conm bagunça e desrespeito.
Todo o processo ensino- aprendizagem com crianças deve partir do respeito, de estabelecer regras de convivência, que eu chamo de combinações, e acredito que esses critérios são admitidos tanto no modelo empirista quanto no modelo construtivista.
Em relação às atividades, penso que mesmo focando em trabalho com projetos ou centro de interesse, é possível mesclar atividades, como exercícios, e porque não, eventualmente uma cópia de um texto interessante que posteriormente será debatido com o grande grupo?
É sobre essa crítica radical que me refiro. E questiono. Não concordo com algumas afirmações ou críticas radicais. Falo por experiência, não por teoria.
Para concluir, eu acredito que todo o modelo pedagógico tem prós e contras.
Mas isso é assunto para a próxima postagem.
terça-feira, 15 de maio de 2018
quinta-feira, 10 de maio de 2018
INOVAÇOES PEDAGÓGICAS E TECNOLÓGICAS
Nos estudos e leituras da interdisciplina Tecnologas da Educação, o tópico desta semana são as inovações pedagógicas e tecnológicas. Como proposta de atividade, , deveria ser feito um relato de experiência pedagógica inovadora envolvendo o uso de tecnologias, para a aprendizagem e socialização.
Transcrevo abaixo o meu relato, baseado numa proposta pedagógica desenvolvida na Escola Estadual de Ensino Fundamental Açorianos, localizada na Vila Jardim, em Porto Alegre.
Transcrevo abaixo o meu relato, baseado numa proposta pedagógica desenvolvida na Escola Estadual de Ensino Fundamental Açorianos, localizada na Vila Jardim, em Porto Alegre.
TAREFA/TÓPICO 2/CONTINUAÇÃO
Relato de experiência de proposta pedagógica inovadora
envolvendo o uso de tecnologias para a promoção das aprendizagens e/ou
socialização.
- O quê e como foi realizado?
- Quais tecnologias foram utilizadas?
- Quais os resultados dessa experiência?
A proposta pedagógica relatada abaixo, foi realizada
com as turmas de oitavo e nono ano do ensino fundamental, da Escola Estadual de
Ensino Fundamental Açorianos, situada no bairro Vila Jardim.
Foi desenvolvido um projeto chamado “Saúde em primeiro
lugar”, tendo como eixo norteador do projeto, as doenças sexualmente
transmissíveis. Esse projeto foi desenvolvido em parceria com o posto de saúde,
localizado dentro da comunidade da Vila Jardim, ao lado da escola.
O projeto foi interdisciplinar, envolvendo as
disciplinas de Ciências, Educação Física, Artes, Língua Portuguesa, e surgiu da
necessidade que os alunos tinham, de conhecer mais sobre sintomas, evolução e
tratamento das doenças sexualmente transmissíveis, bem como maneiras de
evitá-las.
Num primeiro momento, as turmas de oitavo e nono ano,
foram reunidas na sala de projeção, juntamente com as professoras das
disciplinas citadas que participaram do projeto. Esse foi o momento de coletar
as perguntas, dúvidas e questionamentos que os adolescentes gostariam de
aprofundar em relação ao tema do projeto.
Em seguida, os adolescentes e professoras, assistiram
um pequeno vídeo https://www.youtube.com/watch?v=OkQ5yu2r0b4,
onde há vários depoimentos de pessoas e suas dúvidas em relação ao assunto.
Após assistirem ao vídeo, os alunos se dividiram em
pequenos grupos para debater sobre o vídeo, e partir para a elaboração das
ações que julgavam importantes nesse momento de aprofundamento sobre as DST. As
professoras mediaram o trabalho dos grupos, intervindo quando solicitadas.
No momento posterior ao trabalho dos grupos, cada
grupo escolheu um representante para compartilhar com o grande grupo suas
sugestões.
1) Ficaram
estabelecidas as seguintes estratégias de ação:
Cada grupo se disponibilizou a pesquisar em sites de
fontes confiáveis, sobre determinada
doença sexualmente transmissível (Sífiles,Gonorréia, Aids, Herpes genital, Hpv).
2) Compartilhamento
de informações pesquisadas, com o grande grupo.
3) Buscar
a parceria do posto de saúde, no sentido de palestras e oficinas sobre as DST
(palestra médico clínico geral sobre os sintomas e tratamentos das DST, seminário
com psicólogo, realização de oficina com a equipe de enfermagem, tendo como
foco, o uso de preservativos nas relações sexuais e a higiene correta).
4) Confecção
de cartazes em sala de aula, sobre DST e Prevenção.
5) Produção
de relatório individualmente (momento de reflexão individual).
6) Realização
do Seminário de aprendizagens (nessa atividade de conclusão, os alunos
explicitaram suas aprendizagens e relacionavam o que aprenderam com o que já
sabiam ou tinham visto ou ouvido sobre o assunto. Também puderam trocar novas
informações com todos os envolvidos no trabalho. Psicólogas do posto
participaram desse momento.)
As tecnologias digitais utilizadas foram, retroprojetor,
notebook, computadores, celular.
Os resultados dessa experiência, ficaram bem
explícitos no Seminário de Aprendizagens, onde os adolescentes expressaram suas
dúvidas, medos, e puderam compartilhar o que aprenderam com seus pares e com
professoras e equipe multidisciplinar do posto de saúde, A parceria com o posto
de saúde, as estratégias de pesquisa decididas coletivamente, e a
interdisciplinaridade, caracterizam uma proposta de inovação. Nessa proposta fica evidente, o
quanto é fundamental o trabalho em equipe, o trabalho interdisciplinar, e
principalmente a atitude de curiosidade e busca de aprendizagens. O assunto foi
extremamente interessante aos alunos, e isso alavancou o trabalho desenvolvido.
Gostaria de deixar registrado, o quanto a leitura do texto de Eliane Schlemmer, TDs e as interações, trouxeram informações bem importantes sobre a questão do uso das tecnologias no contexto escolar e a relação com a construção de aprendizagens significativas.
A importância da interdisciplinaridade, o compartilhamento de informações, a busca cooperativa entre todos os sujeitos envolvidos na proposta pedagógica, e a internalização das aprendizagens construídas.

quarta-feira, 2 de maio de 2018
CENTROS DE INTERESSE/ DECROLY
As leituras, aprendizagens e atividades propostas na interdisciplina de Didática , Planejamento e Avaliação, tem sido muito significativas para mim.
Especificamente a unidade 2, referente a O que é planejar, e Planejamento, propostas de trabalho integrado.
Conhecer as propostas pedagógicas dos estudiosos da Escola Nova e elaborar uma proposta pedagógica a partir do Centro de Interesse de Decroly, me remeteu de volta a sala de aula (estou afastada, aposentada a um ano e meio), e renovou em mim a vontade de retornar as salas de aula com os pequenos.
Segundo Decroly, "a criança tem espírito de observação, basta não matá-lo".
E é exatamente esse pensamento que define a essência de se desenvolver uma proposta pedagógica a partir de Centros de Interesse da criança. Nesse tipo de trabalho, a criança é que vai conduzir o próprio aprendizado. A participação, iniciativa e criatividade da criança vai conduzir a busca da construção das aprendizagens. O trabalho em grupos é valorizado, pois possibilita as trocas entre os pares. Os Centros de Interesse possibilitam situações de integração com o meio, partindo de dados, fatos e situações concretas e reais da vida da criança.
Para o educando, os Centros de Interesse permitem a observação do aluno, e uma avaliação integral e contínua de seu desenvolvimento.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
EJA/ CONCEITO E FUNÇÕES
A interdisciplina EJA no |Brasil, tem propiciado conhecer um pouco mais da história da educação de jovens e adultos no Brasil, especificamente na reflexão sobre os sujeitos da EJA, suas características, necessidades e anseios.
A leitura do parecer CEB 11/2000, o parecer de Jamil Cury- Diretrizes Curriculares Nacionais da EJA, estabelece fundamentos e funções da EJA.
"A EJA é uma categoria organizacional constante da estrutura da organização nacional, com finalidades e funções específicas".
A EJA tem funções Reparadora, Equalizadora e Permanente.
A Função Reparadora da EJA estabelece a restauração de um direito negado, proporcionando uma igualdade ontológica de todo e qualquer ser humano. A garantia de uma dignidade a que todos tem direito, e essa dignidade vem do direito a educação, seja em que tempo for.
A Função Equalizadora da EJA garante o resgate do processo não só de alfabetizaçãp, mas também de inserção nos processos de ensino- aprendizagem a que tem direito todo o cidadão. E é esse processo que vai direcionar o exercício pleno da cidadania aos sujeitos, que por diversos motivos, tiveram uma interrupção em seus estudos.
A Função Permanente da EJA vai garantir que o processo de ensino - aprendizagem resgate o direito essencial de todo o cidadão de se desenvolver, se apropriar e construir conhecimento ao longo de toda a sua vida, tendo respeitado sua diversidade.
sexta-feira, 20 de abril de 2018
ESTUDE DO TEXTO DE RAYS (2000)
Na atividade de Didática e Planejamento, enfoque temático 2/ O que é planejar?, após os estudos e reflexões do texto de Rays (2000), Planejamento de Ensino: Um ato Político- Pedagógico, elaborei um quadro com as ideias principais, a "degustação", e a relação com a minha prática cotidiana. Os aspectos a serem abordados, dizem respeito aos cinco momentos essenciais para refletir, ao elaborar um planejamento ensino- aprendizagem. posto abaixo o meu quadro:
A partir do texto do Rays (2000), complete a tabela abaixo:
|
MOMENTOS
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PRINCIPAIS IDÉIAS
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DEGUSTAÇÃO
|
RELAÇÃO COM A PRÁTICA
|
|
O contexto social do educando é essencial e alavanca para
o planejamento.
Planejamento é ato pedagógico e político, e tem como
subsídios, a realidade dos educandos.
|
Educador tem na prática pedagógica, uma atitude política.
|
Conhecer o contexto, e adequar o currículo problematização
de conteúdos.
|
|
Realidade do educando vai direcionar o planejamento.
O mundo social e cultural do educando é valorizado.
|
Educador e educando engajados, aprendendo e ensinando.
O aluno não é tábula rasa.
|
Pressuposto epistemológico do construtivismo.
|
|
A aprendizagem deve contemplar três aspectos importantes:
assimilação, elaboração e recriação do saber.
|
Ressignificação de saberes.
|
Dar relevância aos acontecimentos histórico sociais
vivenciados pela sociedade, sem perder de vista os conhecimentos já
construídos pelo educando.
|
|
Participação dos educandos no planejamento, construir
.redes de aprendizagem,valorizar a tríade pensar/repensar/agir.
|
Conexões para vivenciar a tríade pensar/repensar/agir(
reflexões e busca)
|
Ouvir mais os educandos, desenvolver projetos que envolvam
os sujeitos da aprendizagem.
|
|
O verdadeiro significado de avaliar, está em desmistificar a ideia e ação de avaliação, e construir uma avaliação baseada
na cultura da aprendizagem concreta e progressiva.
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Avaliação inclusiva e empoderadora..
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Olhar atento e diferenciado a cada educando, no sentido de
que cada um tem seu “tempo”, portanto todos podem aprender e progredir. É
absolutamente injusto usar parâmetros classificatórios.
|
quinta-feira, 12 de abril de 2018
QUALIFICAÇÃO DA ESCRITA ACADÊMICA
Na interdisciplina Seminário Integrador, eixo VII, tópico 3, a atividade contemplará a escrita de um texto avaliativo, e produzido individualmente na aula presencial do próximo dia 16/04/18.
Para realizar a escrita do texto, fez-se necessário o resgate de quatro textos que foram trabalhados ao longo de eixos anteriores do Pead.
São eles: Modelos Pedagógicos, modelos epistemológicos, de Fernando Becker, Escolas Democráticas, utopia ou realidade, de Rosanei Tostoi, O construtivismo e sua ação educacional, de Lino de Macedo, e Maquinaria escolar, de Julia Varela e Fernando Alvarez.
Realizei as leituras de cada um dos textos e registrei as ideias principais de cada um desses textos.
O texto de Fernando Becker é rico em informações a respeito das diferentes formas de representar o processo ensino- aprendizagem e a sala de aula.
O texto de Lino de Macedo esclarece as diferenças entre o modelo pedagógico do construtivismo e do não construtivismo, explicitando as caracteristicas de uma sala de aula construtivista, do professor construtivista e da dinâmica desta epistemologia.
O texto de Rosanei Tostoi traz informações sobre a dinâmica das escolas democráticas, citando o exemplo da Escola da Ponte, em Portugal e sua pedagogia libertária, livre das relações autoritárias tão presentes na pedagogia tradicional.
E o texto de Julia Varela e Fernando Alvarez, traça o histórico da educação ao longo dos séculos, desvendando conceitos e crenças, atitudes e ações, que foram definindo os rumos da educação, com características um tanto cristalizadas e excludentes que se percebe até hoje na sociedade contemporânea.
Para realizar a escrita do texto, fez-se necessário o resgate de quatro textos que foram trabalhados ao longo de eixos anteriores do Pead.
São eles: Modelos Pedagógicos, modelos epistemológicos, de Fernando Becker, Escolas Democráticas, utopia ou realidade, de Rosanei Tostoi, O construtivismo e sua ação educacional, de Lino de Macedo, e Maquinaria escolar, de Julia Varela e Fernando Alvarez.
Realizei as leituras de cada um dos textos e registrei as ideias principais de cada um desses textos.
O texto de Fernando Becker é rico em informações a respeito das diferentes formas de representar o processo ensino- aprendizagem e a sala de aula.
O texto de Lino de Macedo esclarece as diferenças entre o modelo pedagógico do construtivismo e do não construtivismo, explicitando as caracteristicas de uma sala de aula construtivista, do professor construtivista e da dinâmica desta epistemologia.
O texto de Rosanei Tostoi traz informações sobre a dinâmica das escolas democráticas, citando o exemplo da Escola da Ponte, em Portugal e sua pedagogia libertária, livre das relações autoritárias tão presentes na pedagogia tradicional.
E o texto de Julia Varela e Fernando Alvarez, traça o histórico da educação ao longo dos séculos, desvendando conceitos e crenças, atitudes e ações, que foram definindo os rumos da educação, com características um tanto cristalizadas e excludentes que se percebe até hoje na sociedade contemporânea.
terça-feira, 3 de abril de 2018
MAPA CONCEITUAL
A primeira tarefa a distância da interdisciplina Linguagem e Educação, me possibilitou resgatar uma aprendizagem bastante interessante...
A construção de um Mapa Conceitual. Aprendizagem esta, que foi construída lá nos eixos anteriores, quando do trabalho sobre aprendizagens de projetos, no Seminário Integrador, e posteriormente, o desenvolvimento de um projeto, na interdisciplina Projetos Pedagógicos.
Encontrei inúmeras dificuldades quando me deparei com Mapa Conceitual...
mas com esforço e interação com as colegas e equipe do curso, o processo de aprendizagem foi fluindo...
Hoje, quando me deparei com a atividade de construção de um mapa conceitual, resgatei o que aprendi, fui ao blog pesquisar o que já havia aprendido, e decidi construir meu mapa conceitual sobre as teorias de aquisição da linguagem, no word.
Busquei ajuda num tutorial para resgatar a maneira de fazer uso dessa ferramenta no word.
Foi bem bacana, bem produtivo esse momento.
Hoje, sem dúvida, o caminho fica mais simples. O fato de já ter vivenciado essa aprendizagem de trabalhar com mapa conceitual, se somou ao meu aprendizado de hoje com o tutorial .
E penso que é assim que se processam as aprendizagens.
Não somos "tábula rasa". Temos experiências, vivências, ideias, que são assimiladas ao longo da vida, não importa a idade que se tenha. E essa bagagem sempre estará presente, propiciando, no momento de processar novas aprendizagens, propiciando uma desacomodação e uma nova assimilação.
A construção de um Mapa Conceitual. Aprendizagem esta, que foi construída lá nos eixos anteriores, quando do trabalho sobre aprendizagens de projetos, no Seminário Integrador, e posteriormente, o desenvolvimento de um projeto, na interdisciplina Projetos Pedagógicos.
Encontrei inúmeras dificuldades quando me deparei com Mapa Conceitual...
mas com esforço e interação com as colegas e equipe do curso, o processo de aprendizagem foi fluindo...
Hoje, quando me deparei com a atividade de construção de um mapa conceitual, resgatei o que aprendi, fui ao blog pesquisar o que já havia aprendido, e decidi construir meu mapa conceitual sobre as teorias de aquisição da linguagem, no word.
Busquei ajuda num tutorial para resgatar a maneira de fazer uso dessa ferramenta no word.
Foi bem bacana, bem produtivo esse momento.
Hoje, sem dúvida, o caminho fica mais simples. O fato de já ter vivenciado essa aprendizagem de trabalhar com mapa conceitual, se somou ao meu aprendizado de hoje com o tutorial .
E penso que é assim que se processam as aprendizagens.
Não somos "tábula rasa". Temos experiências, vivências, ideias, que são assimiladas ao longo da vida, não importa a idade que se tenha. E essa bagagem sempre estará presente, propiciando, no momento de processar novas aprendizagens, propiciando uma desacomodação e uma nova assimilação.
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