segunda-feira, 8 de outubro de 2018

REFLETINDO SOBRE PLANEJAMENTO

Pensando e refletindo sobre planejar o ato pedagógico, para que os objetivos didático- pedagógicos sejam de fato alcançados, temos de levar em consideração aspectos teóricos importantes que irão possibilitar uma prática mais eficiente e com resultados promissores na sala de aula.

Resgatando aprendizagens de eixos anteriores, que cursei no Pead, me deparei com um vídeo específico que fala sobre o ato pedagógico de planejar. O vídeo Planejamento Tim por Tim 2, a pedagoga Marilia Costa Dias, traz reflexões bem esclarecedoras sobre o assunto.

Uma das questões de se pensar e considerar quando se fala em planejamento, diz respeito a considerar os conhecimentos prévios dos alunos. Quando se pensa em objetivos, ou no que se espera que os alunos aprendam, sempre deve ser considera o que o aluno já traz de conhecimento. O aluno não é tábula rasa, e portanto, ele possui conhecimentoe esse conhecimento serve de base para a construção dos novos conhecimentos. É um processo particular de cada um e que precisa ser considerado sempre!

Aqui, preciso fazer um resgate de quando estava em sala de aula, antes de me aposentar, a cerca de dois anos. Hoje ao refletir sobre o ato de planejar, visualizo claramente, na minha prática de ensino- aprendizagem, dois momentos bem significativos e a posterior modificação da minha práxis.
Antes do Pead e a partir do Pead. O ato de planejar era ato mecânico, sem muita reflexão e focado nos conteúdos formais. Os conhecimentos prévios dos alunos não eram muito considerados, e sim o que eles absorveriam dos conhecimentos transmitidos. Aos poucos, ao longo do curso, meu ato de planejar foi se transformando. Ouvir os alunos passou a ser uma constante em sala de aula. propor atividades integradoras, em que os alunos de fato compartilhavam pensamentos e sugestões, passou a fazer parte das atividades que eu planejava. Acredito que o ato de refletir sobre o que ensinar e como ensinar tomaram lugar comum, onde já não era mais possível uma práxis onde o centro era a figura docente, e sim uma práxis onde educador e educandos exerciam o protagonismo do processo ensino- aprendizagem!


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