Retomando minhas reflexões aqui no blog, acho importante refletir sobre o que foi visto e falado na primeira aula presencial do eixo VII.
Já vislumbro momentos de grandes aprendizagens com o estágio que se aproxima no segundo semestre, bem como, as ricas reflexões no momento da escrita do meu TCC.
Muito oportuna visualização do curta "Escolas Democráticas". Esse adjetivo caracteriza, ou deveria caracterizar, uma escola aberta a novas possibilidades e com o objetivo de acolher a diversidade.
No video que assistimos na aula presencial do dia 5 de março de 2018, vemos que não é exatamente assim que acontece. No papel essas escolas existem,mas no cotidiano escolar e mais precisamente dentro da sala de aula, as coisas são um pouco diferentes, senão totalmente diferentes.
Uma pedagogia em que o agente da aprendizagem é pura e simplismente o professor. Alunos com o dever de absorver tudo o que o professor transmite, sem liberdade de expressão, sem oportunidade de expor, de questionar, de refletir sobre sua aprendizagem e sobre seu contexto.
O filme explicita muito bem, uma rigidez pedagógica, onde a aprendizagem é definida como "transmissão de conteúdos" pelo professor, sem nenhuma interação com os alunos.
A aula do Seminário Integrador eixo VII, foi bastante reflexiva , pois não importa o tempo que se tem de Magistério, qualquer tempo pode ser tempo de mudança para melhor!
quarta-feira, 7 de março de 2018
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
AINDA REFLETINDO SOBRE A SÍNTESE DAS APRENDIZAGENS EIXO VI
Na interdisciplina Seminário Integrador, ao relatar uma situação envolvendo discriminação, resolvi escrever sobre uma situação envolvendo duas crianças e que envolveu a questão do racismo.
Essa questão tem estado presente nas minhas reflexões e aprendizagens, não apenas pelos estudos na inter QERE, mas muito também, pelas aprendizagens que a mim estão sendo propiciadas, pelo curso de extenção que estou cursando na Ufrgs. O curso Diálogos para as relaçõs étnico- raciais na educação básica.
Eu tenho aprendido tanto e tenho refletido a ponto de mudar minha forma de ver a questão do racismo na sociedade brasileira.
Uma sociedade extremamente racista. Mas por vezes, de um racismo velado, um racismo silencioso, mas que existe sim e é eexcludente.
AS PESSOAS SE PERGUNTADAS, COSTUMAM DIZER QUE NÃO SÃO RACISTAS. MAS SEMPRE CONHECEM ALGUÉM QUE SEJA. UM AMIGO, UM CONHECIDO, UM FAMILIAR, MAS DE LONGE. NINGUÉM ASSUME QUE É RACISTA.
PENSO SER ESSE O MOTIVO DO PRECONCEITO SE PERPETUAR DE GERAÇÃO A GERAÇÃO. Na verdade as vezes se tem uma leve ilusão de que as coisas estão melhorando. Mera ilusão! Enquanto a sociedade não deixar cair as máscaras e se assumir como sociedade racista, a tendência é que o preconceito se perpetue, de forma velada que seja, mas se perpetue.
Aqui entra a grande responsabilidade da educação. Uma educação anti- racista, uma educação que desconstrua essa ideia de que o branco é mais, o branco tem mais direitos, o branco é o cidadão do bem.
Não existe isso! Hora de construir parâmetros igualitários, equidade racial verdadeira. Hora de resgatar diariamente na escola, a riqueza cultural que os negros adicionaram a sociedade brasileira.
Ensinar no chão da escola que o bem não cor definida. O bem pode ser de todas as cores. Valores que dignificam a raça HUMANA, não tem cor! As crianças podem e devem ser os transformadores desse contexto preconceituoso, que exclui as pessoas em função da cor!E cabe a nós educadores plantar essas sementes transformadoras para que germinem.
Penso que não se trabalha consciência negra só no dia 20 de novembro!!
Consciência negra deve estar no dia a dia de uma educadora consciente, que sabe que as coisas precisam mudar e que faz por onde!
Uma hora as coisas tem que mudar!
Essa questão tem estado presente nas minhas reflexões e aprendizagens, não apenas pelos estudos na inter QERE, mas muito também, pelas aprendizagens que a mim estão sendo propiciadas, pelo curso de extenção que estou cursando na Ufrgs. O curso Diálogos para as relaçõs étnico- raciais na educação básica.
Eu tenho aprendido tanto e tenho refletido a ponto de mudar minha forma de ver a questão do racismo na sociedade brasileira.
Uma sociedade extremamente racista. Mas por vezes, de um racismo velado, um racismo silencioso, mas que existe sim e é eexcludente.
AS PESSOAS SE PERGUNTADAS, COSTUMAM DIZER QUE NÃO SÃO RACISTAS. MAS SEMPRE CONHECEM ALGUÉM QUE SEJA. UM AMIGO, UM CONHECIDO, UM FAMILIAR, MAS DE LONGE. NINGUÉM ASSUME QUE É RACISTA.
PENSO SER ESSE O MOTIVO DO PRECONCEITO SE PERPETUAR DE GERAÇÃO A GERAÇÃO. Na verdade as vezes se tem uma leve ilusão de que as coisas estão melhorando. Mera ilusão! Enquanto a sociedade não deixar cair as máscaras e se assumir como sociedade racista, a tendência é que o preconceito se perpetue, de forma velada que seja, mas se perpetue.
Aqui entra a grande responsabilidade da educação. Uma educação anti- racista, uma educação que desconstrua essa ideia de que o branco é mais, o branco tem mais direitos, o branco é o cidadão do bem.
Não existe isso! Hora de construir parâmetros igualitários, equidade racial verdadeira. Hora de resgatar diariamente na escola, a riqueza cultural que os negros adicionaram a sociedade brasileira.
Ensinar no chão da escola que o bem não cor definida. O bem pode ser de todas as cores. Valores que dignificam a raça HUMANA, não tem cor! As crianças podem e devem ser os transformadores desse contexto preconceituoso, que exclui as pessoas em função da cor!E cabe a nós educadores plantar essas sementes transformadoras para que germinem.
Penso que não se trabalha consciência negra só no dia 20 de novembro!!
Consciência negra deve estar no dia a dia de uma educadora consciente, que sabe que as coisas precisam mudar e que faz por onde!
Uma hora as coisas tem que mudar!
sábado, 2 de dezembro de 2017
CONSTRUINDO A SÍNTESE REFLEXIVA EIXO VI
Momento de reflexões sobre as aprendizagens construídas ao longo so semestre, do eixo 6. As interdisciplinas Seminário Integrador, Questões Étnico- Raciais na Educação, Psicologia II, Filosofia e Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, focaram na importância do acolhimento a diversidade, e no combate ao preconceito e discriminação dentro do contexto escolar. É de vital importância, que educadores conscientes e comprometidos com a causa da educação, plantem no chão da escola as sementes da inclusão. Isso é possível e já acontece. Mas é um caminho árduo e com percalços. Nem todos entendem a causa. Nem todos percebem a urgência de desconstruir modelos um tanto equivocados e que alimentam uma ideologia excludente e cruel, e construir uma educação voltada a igualdade e ao acolhimento de sujeitos com demandas diversas. A diversidade humana é real e está em todos os contextos da sociedade contemporânea. E a escola, sendo espaço de construção de identidades, precisa mais do que nunca rever seus conceitos. Precisa ser um espaço democrático, efetivamente democrático, sem demagogias.
Cada sujeito inserido na escola tem o dever e o direito de sair da zona de conforto e partir para o enfrentamento. Enfrentamento aqui, no sentido de problematizar preconceitos e desmistificar velhas crenças que já não trazem benefício nenhum. A escola deve ser espaço de reflexões e atitudes. Refletir no que já não acrescenta, conservando valores importantes, assimilando e reprodizindo novos conceitos como o respeito as diferenças, o combate ao preconceito e o acolhimento de todos.
Cada sujeito inserido na escola tem o dever e o direito de sair da zona de conforto e partir para o enfrentamento. Enfrentamento aqui, no sentido de problematizar preconceitos e desmistificar velhas crenças que já não trazem benefício nenhum. A escola deve ser espaço de reflexões e atitudes. Refletir no que já não acrescenta, conservando valores importantes, assimilando e reprodizindo novos conceitos como o respeito as diferenças, o combate ao preconceito e o acolhimento de todos.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
SEMINÁRIO INTEGRADOR/ ATIVIDADE EIXO VI
As atividades desenvolvidas na interdisciplina Seminário Integrador, eixo VI, com a proposta de retomar a construção de um projeto a partir de uma situação vivenciada dentro da escola, achei bem interessante. A experiência anterior de aprendizagem sobre construção de um projeto ajudaram muito e deram suporte para esta atividade do Seminário eixo VI.
As etapas construídas passo a passo, ajudaram a resgatar essas aprendizagens anteriores desenvolvidas aqui no Pead.
PRIMEIRA ETAPA: Descrever uma situação vivenciada, ou observada,situação essa, que evidencie preconceito ou desigualdade.
Escolhi relatar uma situação que ocorreu com duas alunas minhas do quinto ano, e que envolveu uma situação de racismo.
SEGUNDA ETAPA: Construção do quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias, no contexto da situação vivída e no contexto de como o racismo é tratado e sentido na sociedade.
TERCEIRA ETAPA: Elaboração de uma enquete on line sobre o assunto abordado. Essa foi uma nova aprendizagem, pois nunca havia pensado e aplicado uma enquete. Os resultados da enquete trouxeram dados bem significativos sobre a questão do racismo na sociedade e no contexto excolar.
QUARTA ETAPA: A pesquisa das fontes confiáveis para validar minhas certezas. Bem importante definir que fontes seríam essas. Busquei referências no google acadêmico, Scielo, Lume, Wikipédia, de acordo com orientações da professora do Seminário Integrador. Novamente pude refletir na importância de buscar fontes seguras, pois na internet temos centenas de sites com informações levianas e que nada acrescentam.
QUINTA ETAPA: A construção de um texto, articulando as aprendizagens anteriores, argumentando com fatos, dados e argumentos de autoridade. Ao final da construção desse texto, pude perceber que cada etapa proporcionou aprendizados importantes para mim, e reflexões sobre o assunto racismo.
SEXTA ETAPA: Acessar o trabalho de duas colegas, ler e comentar toda a elaboração das etapas e as consequentes aprendizagens.
SÉTIMA ETAPA: Elaboração da síntese final de todo o trabalho desenvolvido ao longo de cada etapa e refletir nas aprendizagens pessoais, usando uma linguagem clara e objetiva, como deve ser todo o trabalho acadêmico.
As etapas construídas passo a passo, ajudaram a resgatar essas aprendizagens anteriores desenvolvidas aqui no Pead.
PRIMEIRA ETAPA: Descrever uma situação vivenciada, ou observada,situação essa, que evidencie preconceito ou desigualdade.
Escolhi relatar uma situação que ocorreu com duas alunas minhas do quinto ano, e que envolveu uma situação de racismo.
SEGUNDA ETAPA: Construção do quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias, no contexto da situação vivída e no contexto de como o racismo é tratado e sentido na sociedade.
TERCEIRA ETAPA: Elaboração de uma enquete on line sobre o assunto abordado. Essa foi uma nova aprendizagem, pois nunca havia pensado e aplicado uma enquete. Os resultados da enquete trouxeram dados bem significativos sobre a questão do racismo na sociedade e no contexto excolar.
QUARTA ETAPA: A pesquisa das fontes confiáveis para validar minhas certezas. Bem importante definir que fontes seríam essas. Busquei referências no google acadêmico, Scielo, Lume, Wikipédia, de acordo com orientações da professora do Seminário Integrador. Novamente pude refletir na importância de buscar fontes seguras, pois na internet temos centenas de sites com informações levianas e que nada acrescentam.
QUINTA ETAPA: A construção de um texto, articulando as aprendizagens anteriores, argumentando com fatos, dados e argumentos de autoridade. Ao final da construção desse texto, pude perceber que cada etapa proporcionou aprendizados importantes para mim, e reflexões sobre o assunto racismo.
SEXTA ETAPA: Acessar o trabalho de duas colegas, ler e comentar toda a elaboração das etapas e as consequentes aprendizagens.
SÉTIMA ETAPA: Elaboração da síntese final de todo o trabalho desenvolvido ao longo de cada etapa e refletir nas aprendizagens pessoais, usando uma linguagem clara e objetiva, como deve ser todo o trabalho acadêmico.
AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO/ RAZÃO E EMOÇÃO
Na interdisciplina Filosofia da Educação, a leitura do texto de Edgar Morin, As cegueiras do conhecimento, o erro e a ilusão, trazem reflexões importantes a cerca da emoção inerente a todo ser humano, e no quanto essa emoção vai influir em todos os contextos da vida, sobretudo aqueles que envolvem as aprendizagens. A razão precisa reconhecer a parte do afeto e dos sentimentos. Mesmo na busca dos conhecimentos cientificos epistemológicos, a razão dialoga com a emoção. E onde há déficit de emoção, a faculdade de raciocinar pode estar diminuída ou destruída. A inteligência, o raciocínio, a aprendizagem, andam lado a lado com a curiosidade que é a mola da pesquisa e da investigação. Curiosidade é emoção, mas no caso a emoção saudável é aquela que não cega, mas que permite reagir de maneira a interagir com descobertas e atitudes.
domingo, 12 de novembro de 2017
QUESTÕES ÉTNICO- RACIAIS NA GRADUAÇÃO E NA EXTENSÃO/ UFRGS
Nesse semestre, os estudos na interdisciplina Questões étnico- raciais na educação, bem como a extensão Diálogos para as relações étnico- raciais na educação básica, tem me oportunizado bastante aprendizado sobre a história dos negros, o processo de escolarização e o preconceito sofrido por esse povo desde que aqui chegaram.
Tenho tido oportunidade de ouvir muito a respeito nas aulas do curso de extensão. Além das leituras e vídeos, vi e ouvi os professores falando sobre esse assunto tão importante não só para a história dos negros, mas importante para todos os brasileiros. Estou modificando minha maneira de pensar o assunto. Eu não tinha ideia do que os negros viveram ao longo de sua trajetória desde que chegaram na condição de cativos ou escravizados. Aliás, termos como "negro cativo", "equidade racial", entre outros, são termos que sinceramente eu não tinha conhecimento do real significado, e que com as aulas estou aprendendo.
QUAL A MUDANÇA NA MINHA FORMA DE VER?
As cotas para negros nas universidades públicas e concursos públicos. Essa questão é a mais evidente!
Eu não tinha uma opinião formada. Mas quando me foi perguntado, na ocasião da inscrição para o curso de extensão, sobre o que achava das cotas raciais? Eu respondi que não achava certo nem errado. Minha opinião sobre o assunto, era de que no concurso o que vale é o cognitivo, o desempenho cognitivo, portanto as cotas não tinham grande relevância.
Agora já penso de outra maneira. Porque tenho conhecido toda a trajetória de preconceito e falta de equidade racial no Brasil. Portanto acho justa a acão afirmativa de cotas para negros.
COMO É BOM APRENDER! COMO É BOM REFLETIR E TER A CHANCE DE MUDAR O PENSAMENTO E A FORMA DE VER AS COISAS! ESTOU BEM FELIZ COM ESSE CONHECIMENTO!
Tenho tido oportunidade de ouvir muito a respeito nas aulas do curso de extensão. Além das leituras e vídeos, vi e ouvi os professores falando sobre esse assunto tão importante não só para a história dos negros, mas importante para todos os brasileiros. Estou modificando minha maneira de pensar o assunto. Eu não tinha ideia do que os negros viveram ao longo de sua trajetória desde que chegaram na condição de cativos ou escravizados. Aliás, termos como "negro cativo", "equidade racial", entre outros, são termos que sinceramente eu não tinha conhecimento do real significado, e que com as aulas estou aprendendo.
QUAL A MUDANÇA NA MINHA FORMA DE VER?
As cotas para negros nas universidades públicas e concursos públicos. Essa questão é a mais evidente!
Eu não tinha uma opinião formada. Mas quando me foi perguntado, na ocasião da inscrição para o curso de extensão, sobre o que achava das cotas raciais? Eu respondi que não achava certo nem errado. Minha opinião sobre o assunto, era de que no concurso o que vale é o cognitivo, o desempenho cognitivo, portanto as cotas não tinham grande relevância.
Agora já penso de outra maneira. Porque tenho conhecido toda a trajetória de preconceito e falta de equidade racial no Brasil. Portanto acho justa a acão afirmativa de cotas para negros.
COMO É BOM APRENDER! COMO É BOM REFLETIR E TER A CHANCE DE MUDAR O PENSAMENTO E A FORMA DE VER AS COISAS! ESTOU BEM FELIZ COM ESSE CONHECIMENTO!
sábado, 4 de novembro de 2017
INTEGRAÇÃO X INCLUSÃO
Nessa semana, na interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais, estamos estudando os TGD, transtornos globais de desenvolvimento.
Cacciari, Lima e Bernardi( 2005) afirmam que "no processo de inclusão, a instituição e os professores demandam tanta atenção quanto a criança". Faz pensar nas demandas da rede pública de ensino, mais especificamente, a rede estadual, onde atuei ao longo dos anos. Falta recursos de toda sorte! Falta orientação! Falta formação! Complicado falar sobre inclusão, sem falar sobre recursos e apoio das instâncias de ensino.
Normalmente a escola e os professores confundem inclusão com integração. Integrar é acolher esse aluno no sistema de ensino regular. Incluir é bem mais do que isso. Para incluir é necessário reestruturar, para que o aluno com TGD possa realmente se adaptar e se desenvolver dentro da escola.
E isso não depende apenas da boa vontade do professor. Isso depende de uma rede de apoio para que a inclusão aconteça de fato.
Cacciari, Lima e Bernardi( 2005) afirmam que "no processo de inclusão, a instituição e os professores demandam tanta atenção quanto a criança". Faz pensar nas demandas da rede pública de ensino, mais especificamente, a rede estadual, onde atuei ao longo dos anos. Falta recursos de toda sorte! Falta orientação! Falta formação! Complicado falar sobre inclusão, sem falar sobre recursos e apoio das instâncias de ensino.
Normalmente a escola e os professores confundem inclusão com integração. Integrar é acolher esse aluno no sistema de ensino regular. Incluir é bem mais do que isso. Para incluir é necessário reestruturar, para que o aluno com TGD possa realmente se adaptar e se desenvolver dentro da escola.
E isso não depende apenas da boa vontade do professor. Isso depende de uma rede de apoio para que a inclusão aconteça de fato.
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