sábado, 2 de dezembro de 2017

CONSTRUINDO A SÍNTESE REFLEXIVA EIXO VI

Momento de reflexões sobre as aprendizagens construídas ao longo so semestre, do eixo 6. As interdisciplinas Seminário Integrador, Questões Étnico- Raciais na Educação, Psicologia II, Filosofia e Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, focaram na importância do acolhimento a diversidade, e no combate ao preconceito e discriminação dentro do contexto escolar. É de vital importância, que educadores conscientes e comprometidos com a causa da educação, plantem no chão da escola as sementes da inclusão. Isso é possível e já acontece. Mas é um caminho árduo e com percalços. Nem todos entendem a causa. Nem todos percebem a urgência de desconstruir modelos um tanto equivocados e que alimentam uma ideologia excludente e cruel, e construir uma educação voltada a igualdade e ao acolhimento de sujeitos com demandas diversas. A diversidade humana é real e está em todos os contextos da sociedade contemporânea. E a escola, sendo espaço de construção de identidades, precisa mais do que nunca rever seus conceitos. Precisa ser um espaço democrático, efetivamente democrático, sem demagogias.
Cada sujeito inserido na escola  tem o dever e o direito de sair da zona de conforto e partir para o enfrentamento. Enfrentamento aqui, no sentido de problematizar preconceitos e desmistificar velhas crenças que já não trazem benefício nenhum. A escola deve ser espaço de reflexões e atitudes. Refletir no que já não acrescenta, conservando valores importantes, assimilando e reprodizindo novos conceitos como o respeito as diferenças, o combate ao preconceito e o acolhimento  de todos.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

SEMINÁRIO INTEGRADOR/ ATIVIDADE EIXO VI

As atividades desenvolvidas na interdisciplina Seminário Integrador, eixo VI, com a proposta de retomar a construção de um projeto a partir de uma situação vivenciada dentro da escola, achei bem interessante. A experiência anterior de aprendizagem sobre construção de um projeto ajudaram muito e deram suporte para esta atividade do Seminário eixo VI.
As etapas construídas passo a passo, ajudaram a resgatar essas aprendizagens anteriores desenvolvidas aqui no Pead.
PRIMEIRA ETAPA: Descrever uma situação vivenciada, ou observada,situação essa, que evidencie preconceito ou desigualdade.
Escolhi relatar uma situação que ocorreu com duas alunas minhas do quinto ano, e que envolveu uma situação de racismo.

SEGUNDA ETAPA: Construção do quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias, no contexto da situação vivída e no contexto de como o racismo é tratado e sentido na sociedade.

TERCEIRA ETAPA: Elaboração de uma enquete on line sobre o assunto abordado. Essa foi uma nova aprendizagem, pois nunca havia pensado e aplicado uma enquete. Os resultados da enquete trouxeram dados bem significativos sobre a questão do racismo na sociedade e no contexto excolar.

QUARTA ETAPA:  A pesquisa das fontes confiáveis para validar minhas certezas. Bem importante definir que fontes seríam essas. Busquei referências no google acadêmico, Scielo, Lume, Wikipédia, de acordo com orientações da professora do Seminário Integrador. Novamente pude refletir na importância de buscar fontes seguras, pois na internet temos centenas de sites com informações levianas e que nada acrescentam.

QUINTA ETAPA: A construção de um texto, articulando as aprendizagens anteriores, argumentando com fatos, dados e argumentos de autoridade. Ao final da construção desse texto, pude perceber que cada etapa proporcionou aprendizados importantes para mim, e reflexões sobre o assunto racismo.

SEXTA ETAPA: Acessar o trabalho de duas colegas, ler e comentar toda a elaboração das etapas e as consequentes aprendizagens.

SÉTIMA ETAPA: Elaboração da síntese final de todo o trabalho desenvolvido ao longo de cada etapa e refletir nas aprendizagens pessoais, usando uma linguagem clara e objetiva, como deve ser todo o trabalho acadêmico.

AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO/ RAZÃO E EMOÇÃO

Na interdisciplina Filosofia da Educação, a leitura do texto de Edgar Morin,  As cegueiras do conhecimento, o erro e a ilusão, trazem reflexões importantes a cerca da emoção inerente a todo ser humano, e no quanto essa emoção vai influir em todos os contextos da vida, sobretudo aqueles que envolvem as aprendizagens. A razão precisa reconhecer a parte do afeto e dos sentimentos. Mesmo na busca dos conhecimentos cientificos epistemológicos, a razão dialoga com a emoção. E onde há déficit de emoção, a faculdade de raciocinar pode estar diminuída ou destruída. A inteligência, o raciocínio, a aprendizagem, andam lado a lado com a curiosidade que é a mola da pesquisa e da investigação. Curiosidade é emoção, mas no caso a emoção saudável é aquela que não cega, mas que permite reagir de maneira a interagir com descobertas e atitudes.

domingo, 12 de novembro de 2017

QUESTÕES ÉTNICO- RACIAIS NA GRADUAÇÃO E NA EXTENSÃO/ UFRGS

Nesse semestre, os estudos na interdisciplina Questões étnico- raciais na educação, bem como a extensão Diálogos para as relações étnico- raciais na educação básica, tem me oportunizado bastante aprendizado sobre a história dos negros, o processo de escolarização e o preconceito sofrido por esse povo desde que aqui chegaram.
Tenho tido oportunidade de ouvir muito a respeito nas aulas do curso de extensão. Além das leituras e vídeos, vi e ouvi os professores falando sobre esse assunto tão importante não só para a história dos negros, mas importante para todos os brasileiros. Estou modificando minha maneira de pensar o assunto. Eu não tinha ideia do que os negros viveram ao longo de sua trajetória desde que chegaram na condição de cativos ou escravizados. Aliás, termos como "negro cativo", "equidade racial", entre outros, são termos que sinceramente eu não tinha conhecimento do real significado, e que com as aulas estou aprendendo.

QUAL A MUDANÇA NA MINHA FORMA DE VER?

As cotas para negros nas universidades públicas e concursos públicos. Essa questão é a mais evidente!
Eu não tinha uma opinião formada. Mas quando me foi perguntado, na ocasião da inscrição para o curso de extensão, sobre o que achava das cotas raciais? Eu respondi que não achava certo nem errado. Minha opinião sobre o assunto, era de que no concurso o que vale é o cognitivo, o desempenho cognitivo, portanto as cotas não tinham grande relevância.
Agora já penso de outra maneira. Porque tenho conhecido toda a trajetória de preconceito e falta de equidade racial no Brasil. Portanto acho justa a acão afirmativa de cotas para negros.

COMO É BOM APRENDER! COMO É BOM REFLETIR E TER A CHANCE DE MUDAR O PENSAMENTO E A FORMA DE VER AS COISAS! ESTOU BEM FELIZ COM ESSE CONHECIMENTO!

sábado, 4 de novembro de 2017

INTEGRAÇÃO X INCLUSÃO

Nessa semana, na interdisciplina  Educação de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais, estamos estudando os TGD, transtornos globais de desenvolvimento.
Cacciari, Lima e Bernardi( 2005) afirmam que "no processo de inclusão, a instituição e os professores demandam tanta atenção quanto a criança". Faz pensar  nas demandas da rede pública de ensino, mais especificamente, a rede estadual, onde atuei ao longo dos anos. Falta recursos de toda sorte! Falta orientação! Falta formação! Complicado falar sobre inclusão, sem falar sobre recursos e apoio das instâncias de ensino.
Normalmente  a escola e os professores confundem inclusão com integração. Integrar é acolher esse aluno no sistema de ensino regular. Incluir é bem mais do que isso. Para incluir é necessário reestruturar, para que o aluno com TGD possa realmente se adaptar e se desenvolver dentro da escola.
E isso não depende apenas da boa vontade do professor. Isso depende de uma rede de apoio para que a inclusão aconteça de fato.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

SUJEITOS COM DEFICIÊNCIA



Na interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, estou aprendendo sobre a História, Conceitos e Tipos de Deficiência. O texto de Izabel Maior, assim como o vídeo da autora, traz valiosas reflexões a respeito do assunto.
Quem é este sujeito deficiente? Como inclui-lo nos espaços de convivência da sociedade?
Achei muito interessante as informações que falam sobre os modelos de deficiência que predominaram na sociedade.
Na primeira metade do século XX predominava o MODELO BIOMÉDICO DA DEFICIÊNCIA, onde o deficiente era visto como incapaz, sua deficiência era consequencia de acidente ou doença, e cabia a família os esforços de participação no tratamento e reabilitação. O estado e a sociedade ficavam isentos de qualquer participação.
Nos anos 60, surge o MODELO SOCIAL DA DEFICIÊNCIA, como consequência de movimentos de revindicação de direitos contra a opressão. O deficiente passa a contar com o apoio social, tendo seus direitos reconhecidos, assim como sua autonomia. Surgem as política públicas inclusivas.
Segundo Sassaki, "no modelo social da deficiência, cabe a sociedade eliminar todas as barreiras físicas, programáticas e atitudinais para que as pessoas possam ter acesso aos serviços".
Refletindo sobre os modelos, fico a pensar, e hoje, na sociedade contemporânea, como vivem os deficientes? Os deficientes inseridos na educação regular, estão de fato incluidos no espaço de aprendizagem, ou apenas frequentam o espaço? Educadores tem recebido formação necessária para entender e aceitar essa realidade?São questionamentos importantes que tenho pensado.








quarta-feira, 18 de outubro de 2017

MÉTODO CLÍNICO PIAGETIANO

Na interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II, estou estudando e aprendendo sobre os estádio de desenvolvimento cognitivo da criança, e consequentemente sobre o Método Clínico Piagetiano. Uma das tarefas dessa semana era ler e assistir vídeos referentes ao assunto. Após, postar no fórum Método Clínico Piagetiano. Abaixo transcrevo minha postagem, que registrei no fórum, trazendo minhas dúvidas sobre esse método de investigação.



Re: Fórum Método Clínico Piagetiano
por DENISE DOS SANTOS PRADES - quarta, 18 Out 2017, 14:49

Pelo que eu entendi, o Método Clínico Piagetiano supera o método de observação
pura, tem
o objetivo investigativo do experimentador e da sua interação com o sujeito. A con
versa entre
 ambos deve fluir livremente, porém o experimentador tem um objetivo, que é inves
tigar como a criança pensa, percebe, age e sente. Eu tenho dúvidas sobre o méto
do, por exemplo, pode-se usar o método clínico piagetiano para qualquer assunto
 que envolva aprendizagens das crianças? O objetivo é descobrir em que estádio
 de desenvolvimento cognitivo se encontra essa criança?? As escolas tem usado
 esse método para avaliar o raciocínio das crianças? São muitas as minhas dúvi
das. O assunto é muito interessante, mas será que esse método é viável em esco
las públicas, me refiro se uma professora com formação tería condições de traba
lhar com o método clínico em sala de aula ou esse método fica restrito a atendimen
to individual, a nível
 de psicopedagogia?
Resultado de imagem para imagens sobre o Metodo clinico piagetiano