Na interdisciplina Seminário Integrador, ao relatar uma situação envolvendo discriminação, resolvi escrever sobre uma situação envolvendo duas crianças e que envolveu a questão do racismo.
Essa questão tem estado presente nas minhas reflexões e aprendizagens, não apenas pelos estudos na inter QERE, mas muito também, pelas aprendizagens que a mim estão sendo propiciadas, pelo curso de extenção que estou cursando na Ufrgs. O curso Diálogos para as relaçõs étnico- raciais na educação básica.
Eu tenho aprendido tanto e tenho refletido a ponto de mudar minha forma de ver a questão do racismo na sociedade brasileira.
Uma sociedade extremamente racista. Mas por vezes, de um racismo velado, um racismo silencioso, mas que existe sim e é eexcludente.
AS PESSOAS SE PERGUNTADAS, COSTUMAM DIZER QUE NÃO SÃO RACISTAS. MAS SEMPRE CONHECEM ALGUÉM QUE SEJA. UM AMIGO, UM CONHECIDO, UM FAMILIAR, MAS DE LONGE. NINGUÉM ASSUME QUE É RACISTA.
PENSO SER ESSE O MOTIVO DO PRECONCEITO SE PERPETUAR DE GERAÇÃO A GERAÇÃO. Na verdade as vezes se tem uma leve ilusão de que as coisas estão melhorando. Mera ilusão! Enquanto a sociedade não deixar cair as máscaras e se assumir como sociedade racista, a tendência é que o preconceito se perpetue, de forma velada que seja, mas se perpetue.
Aqui entra a grande responsabilidade da educação. Uma educação anti- racista, uma educação que desconstrua essa ideia de que o branco é mais, o branco tem mais direitos, o branco é o cidadão do bem.
Não existe isso! Hora de construir parâmetros igualitários, equidade racial verdadeira. Hora de resgatar diariamente na escola, a riqueza cultural que os negros adicionaram a sociedade brasileira.
Ensinar no chão da escola que o bem não cor definida. O bem pode ser de todas as cores. Valores que dignificam a raça HUMANA, não tem cor! As crianças podem e devem ser os transformadores desse contexto preconceituoso, que exclui as pessoas em função da cor!E cabe a nós educadores plantar essas sementes transformadoras para que germinem.
Penso que não se trabalha consciência negra só no dia 20 de novembro!!
Consciência negra deve estar no dia a dia de uma educadora consciente, que sabe que as coisas precisam mudar e que faz por onde!
Uma hora as coisas tem que mudar!
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
sábado, 2 de dezembro de 2017
CONSTRUINDO A SÍNTESE REFLEXIVA EIXO VI
Momento de reflexões sobre as aprendizagens construídas ao longo so semestre, do eixo 6. As interdisciplinas Seminário Integrador, Questões Étnico- Raciais na Educação, Psicologia II, Filosofia e Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, focaram na importância do acolhimento a diversidade, e no combate ao preconceito e discriminação dentro do contexto escolar. É de vital importância, que educadores conscientes e comprometidos com a causa da educação, plantem no chão da escola as sementes da inclusão. Isso é possível e já acontece. Mas é um caminho árduo e com percalços. Nem todos entendem a causa. Nem todos percebem a urgência de desconstruir modelos um tanto equivocados e que alimentam uma ideologia excludente e cruel, e construir uma educação voltada a igualdade e ao acolhimento de sujeitos com demandas diversas. A diversidade humana é real e está em todos os contextos da sociedade contemporânea. E a escola, sendo espaço de construção de identidades, precisa mais do que nunca rever seus conceitos. Precisa ser um espaço democrático, efetivamente democrático, sem demagogias.
Cada sujeito inserido na escola tem o dever e o direito de sair da zona de conforto e partir para o enfrentamento. Enfrentamento aqui, no sentido de problematizar preconceitos e desmistificar velhas crenças que já não trazem benefício nenhum. A escola deve ser espaço de reflexões e atitudes. Refletir no que já não acrescenta, conservando valores importantes, assimilando e reprodizindo novos conceitos como o respeito as diferenças, o combate ao preconceito e o acolhimento de todos.
Cada sujeito inserido na escola tem o dever e o direito de sair da zona de conforto e partir para o enfrentamento. Enfrentamento aqui, no sentido de problematizar preconceitos e desmistificar velhas crenças que já não trazem benefício nenhum. A escola deve ser espaço de reflexões e atitudes. Refletir no que já não acrescenta, conservando valores importantes, assimilando e reprodizindo novos conceitos como o respeito as diferenças, o combate ao preconceito e o acolhimento de todos.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
SEMINÁRIO INTEGRADOR/ ATIVIDADE EIXO VI
As atividades desenvolvidas na interdisciplina Seminário Integrador, eixo VI, com a proposta de retomar a construção de um projeto a partir de uma situação vivenciada dentro da escola, achei bem interessante. A experiência anterior de aprendizagem sobre construção de um projeto ajudaram muito e deram suporte para esta atividade do Seminário eixo VI.
As etapas construídas passo a passo, ajudaram a resgatar essas aprendizagens anteriores desenvolvidas aqui no Pead.
PRIMEIRA ETAPA: Descrever uma situação vivenciada, ou observada,situação essa, que evidencie preconceito ou desigualdade.
Escolhi relatar uma situação que ocorreu com duas alunas minhas do quinto ano, e que envolveu uma situação de racismo.
SEGUNDA ETAPA: Construção do quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias, no contexto da situação vivída e no contexto de como o racismo é tratado e sentido na sociedade.
TERCEIRA ETAPA: Elaboração de uma enquete on line sobre o assunto abordado. Essa foi uma nova aprendizagem, pois nunca havia pensado e aplicado uma enquete. Os resultados da enquete trouxeram dados bem significativos sobre a questão do racismo na sociedade e no contexto excolar.
QUARTA ETAPA: A pesquisa das fontes confiáveis para validar minhas certezas. Bem importante definir que fontes seríam essas. Busquei referências no google acadêmico, Scielo, Lume, Wikipédia, de acordo com orientações da professora do Seminário Integrador. Novamente pude refletir na importância de buscar fontes seguras, pois na internet temos centenas de sites com informações levianas e que nada acrescentam.
QUINTA ETAPA: A construção de um texto, articulando as aprendizagens anteriores, argumentando com fatos, dados e argumentos de autoridade. Ao final da construção desse texto, pude perceber que cada etapa proporcionou aprendizados importantes para mim, e reflexões sobre o assunto racismo.
SEXTA ETAPA: Acessar o trabalho de duas colegas, ler e comentar toda a elaboração das etapas e as consequentes aprendizagens.
SÉTIMA ETAPA: Elaboração da síntese final de todo o trabalho desenvolvido ao longo de cada etapa e refletir nas aprendizagens pessoais, usando uma linguagem clara e objetiva, como deve ser todo o trabalho acadêmico.
As etapas construídas passo a passo, ajudaram a resgatar essas aprendizagens anteriores desenvolvidas aqui no Pead.
PRIMEIRA ETAPA: Descrever uma situação vivenciada, ou observada,situação essa, que evidencie preconceito ou desigualdade.
Escolhi relatar uma situação que ocorreu com duas alunas minhas do quinto ano, e que envolveu uma situação de racismo.
SEGUNDA ETAPA: Construção do quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias, no contexto da situação vivída e no contexto de como o racismo é tratado e sentido na sociedade.
TERCEIRA ETAPA: Elaboração de uma enquete on line sobre o assunto abordado. Essa foi uma nova aprendizagem, pois nunca havia pensado e aplicado uma enquete. Os resultados da enquete trouxeram dados bem significativos sobre a questão do racismo na sociedade e no contexto excolar.
QUARTA ETAPA: A pesquisa das fontes confiáveis para validar minhas certezas. Bem importante definir que fontes seríam essas. Busquei referências no google acadêmico, Scielo, Lume, Wikipédia, de acordo com orientações da professora do Seminário Integrador. Novamente pude refletir na importância de buscar fontes seguras, pois na internet temos centenas de sites com informações levianas e que nada acrescentam.
QUINTA ETAPA: A construção de um texto, articulando as aprendizagens anteriores, argumentando com fatos, dados e argumentos de autoridade. Ao final da construção desse texto, pude perceber que cada etapa proporcionou aprendizados importantes para mim, e reflexões sobre o assunto racismo.
SEXTA ETAPA: Acessar o trabalho de duas colegas, ler e comentar toda a elaboração das etapas e as consequentes aprendizagens.
SÉTIMA ETAPA: Elaboração da síntese final de todo o trabalho desenvolvido ao longo de cada etapa e refletir nas aprendizagens pessoais, usando uma linguagem clara e objetiva, como deve ser todo o trabalho acadêmico.
AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO/ RAZÃO E EMOÇÃO
Na interdisciplina Filosofia da Educação, a leitura do texto de Edgar Morin, As cegueiras do conhecimento, o erro e a ilusão, trazem reflexões importantes a cerca da emoção inerente a todo ser humano, e no quanto essa emoção vai influir em todos os contextos da vida, sobretudo aqueles que envolvem as aprendizagens. A razão precisa reconhecer a parte do afeto e dos sentimentos. Mesmo na busca dos conhecimentos cientificos epistemológicos, a razão dialoga com a emoção. E onde há déficit de emoção, a faculdade de raciocinar pode estar diminuída ou destruída. A inteligência, o raciocínio, a aprendizagem, andam lado a lado com a curiosidade que é a mola da pesquisa e da investigação. Curiosidade é emoção, mas no caso a emoção saudável é aquela que não cega, mas que permite reagir de maneira a interagir com descobertas e atitudes.
domingo, 12 de novembro de 2017
QUESTÕES ÉTNICO- RACIAIS NA GRADUAÇÃO E NA EXTENSÃO/ UFRGS
Nesse semestre, os estudos na interdisciplina Questões étnico- raciais na educação, bem como a extensão Diálogos para as relações étnico- raciais na educação básica, tem me oportunizado bastante aprendizado sobre a história dos negros, o processo de escolarização e o preconceito sofrido por esse povo desde que aqui chegaram.
Tenho tido oportunidade de ouvir muito a respeito nas aulas do curso de extensão. Além das leituras e vídeos, vi e ouvi os professores falando sobre esse assunto tão importante não só para a história dos negros, mas importante para todos os brasileiros. Estou modificando minha maneira de pensar o assunto. Eu não tinha ideia do que os negros viveram ao longo de sua trajetória desde que chegaram na condição de cativos ou escravizados. Aliás, termos como "negro cativo", "equidade racial", entre outros, são termos que sinceramente eu não tinha conhecimento do real significado, e que com as aulas estou aprendendo.
QUAL A MUDANÇA NA MINHA FORMA DE VER?
As cotas para negros nas universidades públicas e concursos públicos. Essa questão é a mais evidente!
Eu não tinha uma opinião formada. Mas quando me foi perguntado, na ocasião da inscrição para o curso de extensão, sobre o que achava das cotas raciais? Eu respondi que não achava certo nem errado. Minha opinião sobre o assunto, era de que no concurso o que vale é o cognitivo, o desempenho cognitivo, portanto as cotas não tinham grande relevância.
Agora já penso de outra maneira. Porque tenho conhecido toda a trajetória de preconceito e falta de equidade racial no Brasil. Portanto acho justa a acão afirmativa de cotas para negros.
COMO É BOM APRENDER! COMO É BOM REFLETIR E TER A CHANCE DE MUDAR O PENSAMENTO E A FORMA DE VER AS COISAS! ESTOU BEM FELIZ COM ESSE CONHECIMENTO!
Tenho tido oportunidade de ouvir muito a respeito nas aulas do curso de extensão. Além das leituras e vídeos, vi e ouvi os professores falando sobre esse assunto tão importante não só para a história dos negros, mas importante para todos os brasileiros. Estou modificando minha maneira de pensar o assunto. Eu não tinha ideia do que os negros viveram ao longo de sua trajetória desde que chegaram na condição de cativos ou escravizados. Aliás, termos como "negro cativo", "equidade racial", entre outros, são termos que sinceramente eu não tinha conhecimento do real significado, e que com as aulas estou aprendendo.
QUAL A MUDANÇA NA MINHA FORMA DE VER?
As cotas para negros nas universidades públicas e concursos públicos. Essa questão é a mais evidente!
Eu não tinha uma opinião formada. Mas quando me foi perguntado, na ocasião da inscrição para o curso de extensão, sobre o que achava das cotas raciais? Eu respondi que não achava certo nem errado. Minha opinião sobre o assunto, era de que no concurso o que vale é o cognitivo, o desempenho cognitivo, portanto as cotas não tinham grande relevância.
Agora já penso de outra maneira. Porque tenho conhecido toda a trajetória de preconceito e falta de equidade racial no Brasil. Portanto acho justa a acão afirmativa de cotas para negros.
COMO É BOM APRENDER! COMO É BOM REFLETIR E TER A CHANCE DE MUDAR O PENSAMENTO E A FORMA DE VER AS COISAS! ESTOU BEM FELIZ COM ESSE CONHECIMENTO!
sábado, 4 de novembro de 2017
INTEGRAÇÃO X INCLUSÃO
Nessa semana, na interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais, estamos estudando os TGD, transtornos globais de desenvolvimento.
Cacciari, Lima e Bernardi( 2005) afirmam que "no processo de inclusão, a instituição e os professores demandam tanta atenção quanto a criança". Faz pensar nas demandas da rede pública de ensino, mais especificamente, a rede estadual, onde atuei ao longo dos anos. Falta recursos de toda sorte! Falta orientação! Falta formação! Complicado falar sobre inclusão, sem falar sobre recursos e apoio das instâncias de ensino.
Normalmente a escola e os professores confundem inclusão com integração. Integrar é acolher esse aluno no sistema de ensino regular. Incluir é bem mais do que isso. Para incluir é necessário reestruturar, para que o aluno com TGD possa realmente se adaptar e se desenvolver dentro da escola.
E isso não depende apenas da boa vontade do professor. Isso depende de uma rede de apoio para que a inclusão aconteça de fato.
Cacciari, Lima e Bernardi( 2005) afirmam que "no processo de inclusão, a instituição e os professores demandam tanta atenção quanto a criança". Faz pensar nas demandas da rede pública de ensino, mais especificamente, a rede estadual, onde atuei ao longo dos anos. Falta recursos de toda sorte! Falta orientação! Falta formação! Complicado falar sobre inclusão, sem falar sobre recursos e apoio das instâncias de ensino.
Normalmente a escola e os professores confundem inclusão com integração. Integrar é acolher esse aluno no sistema de ensino regular. Incluir é bem mais do que isso. Para incluir é necessário reestruturar, para que o aluno com TGD possa realmente se adaptar e se desenvolver dentro da escola.
E isso não depende apenas da boa vontade do professor. Isso depende de uma rede de apoio para que a inclusão aconteça de fato.
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
SUJEITOS COM DEFICIÊNCIA
Na interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, estou aprendendo sobre a História, Conceitos e Tipos de Deficiência. O texto de Izabel Maior, assim como o vídeo da autora, traz valiosas reflexões a respeito do assunto.
Quem é este sujeito deficiente? Como inclui-lo nos espaços de convivência da sociedade?
Achei muito interessante as informações que falam sobre os modelos de deficiência que predominaram na sociedade.
Na primeira metade do século XX predominava o MODELO BIOMÉDICO DA DEFICIÊNCIA, onde o deficiente era visto como incapaz, sua deficiência era consequencia de acidente ou doença, e cabia a família os esforços de participação no tratamento e reabilitação. O estado e a sociedade ficavam isentos de qualquer participação.
Nos anos 60, surge o MODELO SOCIAL DA DEFICIÊNCIA, como consequência de movimentos de revindicação de direitos contra a opressão. O deficiente passa a contar com o apoio social, tendo seus direitos reconhecidos, assim como sua autonomia. Surgem as política públicas inclusivas.
Segundo Sassaki, "no modelo social da deficiência, cabe a sociedade eliminar todas as barreiras físicas, programáticas e atitudinais para que as pessoas possam ter acesso aos serviços".
Refletindo sobre os modelos, fico a pensar, e hoje, na sociedade contemporânea, como vivem os deficientes? Os deficientes inseridos na educação regular, estão de fato incluidos no espaço de aprendizagem, ou apenas frequentam o espaço? Educadores tem recebido formação necessária para entender e aceitar essa realidade?São questionamentos importantes que tenho pensado.
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
MÉTODO CLÍNICO PIAGETIANO
Na interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II, estou estudando e aprendendo sobre os estádio de desenvolvimento cognitivo da criança, e consequentemente sobre o Método Clínico Piagetiano. Uma das tarefas dessa semana era ler e assistir vídeos referentes ao assunto. Após, postar no fórum Método Clínico Piagetiano. Abaixo transcrevo minha postagem, que registrei no fórum, trazendo minhas dúvidas sobre esse método de investigação.
Re: Fórum Método Clínico Piagetiano
por DENISE DOS SANTOS PRADES - quarta, 18 Out 2017, 14:49
Pelo que eu entendi, o Método Clínico Piagetiano supera o método de observação
pura, tem
o objetivo investigativo do experimentador e da sua interação com o sujeito. A con
versa entre
ambos deve fluir livremente, porém o experimentador tem um objetivo, que é inves
tigar como a criança pensa, percebe, age e sente. Eu tenho dúvidas sobre o méto
do, por exemplo, pode-se usar o método clínico piagetiano para qualquer assunto
que envolva aprendizagens das crianças? O objetivo é descobrir em que estádio
de desenvolvimento cognitivo se encontra essa criança?? As escolas tem usado
esse método para avaliar o raciocínio das crianças? São muitas as minhas dúvi
das. O assunto é muito interessante, mas será que esse método é viável em esco
las públicas, me refiro se uma professora com formação tería condições de traba
lhar com o método clínico em sala de aula ou esse método fica restrito a atendimen
to individual, a nível
de psicopedagogia?

pura, tem
o objetivo investigativo do experimentador e da sua interação com o sujeito. A con
versa entre
ambos deve fluir livremente, porém o experimentador tem um objetivo, que é inves
tigar como a criança pensa, percebe, age e sente. Eu tenho dúvidas sobre o méto
do, por exemplo, pode-se usar o método clínico piagetiano para qualquer assunto
que envolva aprendizagens das crianças? O objetivo é descobrir em que estádio
de desenvolvimento cognitivo se encontra essa criança?? As escolas tem usado
esse método para avaliar o raciocínio das crianças? São muitas as minhas dúvi
das. O assunto é muito interessante, mas será que esse método é viável em esco
las públicas, me refiro se uma professora com formação tería condições de traba
lhar com o método clínico em sala de aula ou esse método fica restrito a atendimen
to individual, a nível
de psicopedagogia?

quinta-feira, 12 de outubro de 2017
ENQUETE SOBRE RACISMO NA SOCIEDADE
Na interdisciplina Seminário Integrador VI, tivemos como tarefa, descrever uma situação ocorrida na escola, envolvendo discriminação. Relatei um acontecimento que envolveu duas alunas minhas e que intervi, buscando orientar e resolver o conflito.
Como prosseguimento da tarefa, construí o quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias referentes a situação descrita por mim.
Posteriormente, elaborei uma enquete na plataforma Survey Monkey, para buscar informações que possam eliminar as dúvidas e validar as certezas a cerca do racismo na sociedade e no contexto escolar.
ABAIXO TRANSCREVO O LINK DA MINHA ENQUETE.
ttps://pt.surveymonkey.com/r/Preview/?sm=QUf5NXr3LH9pITmxw6He3erQFZhnt_2BatQbXEk0Gie7gF7VY_2B4DxbkUEgNreEA0_2Ft
Como prosseguimento da tarefa, construí o quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias referentes a situação descrita por mim.
Posteriormente, elaborei uma enquete na plataforma Survey Monkey, para buscar informações que possam eliminar as dúvidas e validar as certezas a cerca do racismo na sociedade e no contexto escolar.
ABAIXO TRANSCREVO O LINK DA MINHA ENQUETE.
ttps://pt.surveymonkey.com/r/Preview/?sm=QUf5NXr3LH9pITmxw6He3erQFZhnt_2BatQbXEk0Gie7gF7VY_2B4DxbkUEgNreEA0_2Ft
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
FÓRUM DE PSICOLOGIA/ ESTÁDIOS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO SEGUNDOJEAN PIAGET
Na interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II, foi solicitada a tarefa de comentar no fórum quastões referentes ao assunto. Abaixo transcrevo minha participação no fórum e aproveito para registrar, que estou gostando muito desses estudos sobre o desenvolvimento cognitivo da criança e os estádios de desenvolvimento e suas características.
A partir das leituras que foram disponibilizadas na interdisciplina, e relacionando com a minha prática pedagógica, percebo como o desenvolvimento cognitivo da criança segundo Jean Piaget se dá por constantes e sucessivas aquisições. A idade cronológica propriamente dita, não é o que estabelece essas aquisições. Todas as crianças tem capacidade de construir suas aprendizagens a cada etapa aquisitória. Existe, segundo Piaget, uma série de fatores que vão possibilitar essas construções: maturação, experiência, transmissão social, equilibração. As crianças tem sua singularidade, portanto não devemos generalizar. devemos sim, como educadoras, respeitar o tempo de cada criança. A comparação que muitas vezes ocorre na própria sala de aula é cruel e nada tem a ver com a ética construtivista.
terça-feira, 26 de setembro de 2017
FERNANDO BECKER/ ESCOLA: MAIS LABORATÓRIO, MENOS AUDITÓRIO
Muito interessante o vídeo que assisti, na interdisciplina Aprendizagem e Desenvolvimento sob o enfoque da Psicologia II, onde o professor Fernando Becker fala sobre como deve ser a escola construtivista. Uma escola que privilegie o indagar, o interagir, o testar, o cooperar, o descobrir, o ultrapassar, o dialogar, o refletir, o inventar!
Uma escola que instigue o aluno a apoderar-se do passado e planejar o seu futuro. Uma escola que empodere o aluno, no sentido de dar-lhe condições de pensar e agir sobre o objeto de aprendizagem.
Eu concordo plenamente, porém penso que isso não significa que os professores tenham que excluir totalmente a epistemologia não construtivista. Acredito, por experiência própria, que há muita coisa boa que pode ser integrada ao construtivismo. Portanto, partindo do que Jean Piaget afirmou, " toda a criança tem condições de aprender", e reforçado pelo professor Fernando Becker no vídeo, a função da escola é buscar epistemologias que oportunizem o pensar e o refletir!
Uma escola que instigue o aluno a apoderar-se do passado e planejar o seu futuro. Uma escola que empodere o aluno, no sentido de dar-lhe condições de pensar e agir sobre o objeto de aprendizagem.
Eu concordo plenamente, porém penso que isso não significa que os professores tenham que excluir totalmente a epistemologia não construtivista. Acredito, por experiência própria, que há muita coisa boa que pode ser integrada ao construtivismo. Portanto, partindo do que Jean Piaget afirmou, " toda a criança tem condições de aprender", e reforçado pelo professor Fernando Becker no vídeo, a função da escola é buscar epistemologias que oportunizem o pensar e o refletir!
terça-feira, 19 de setembro de 2017
MODELOS PEDAGÓGICOS/ PSICOLOGIA II
Na interdisciplina Psicologia da aprendizagens, estou estudando sobre os Modelos Pedagógicos e Epistemológicos. Bastante interessante o texto de Fernando Becker " Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos", que abrange de forma clara e objetiva as práticas pedagógicas de ambos os modelos.
Percebo que ao longo da minha vivência em sala de aula, tive características dos modelos pedagógicos da Pedagogia Diretiva e da Pedagogia Relacional.
Não apenas no início da carreira como professora, mas ao longo desta, não tenho como negar que a pedagogia diretiva( tradicional) , direcionou muito o trabalho em sala de aula. A questão da professora como transmissora de conhecimentos, certamente fez parte da minha prática. Porém hove um momento que essa prática não satisfazia. Fez-se necessária uma mudança, de modo que o ambiente de aprendizagem fosse mais dinâmico, mais participativo, mais instigante. Hoje, com os estudos de Psicologia, percebo que a Pedagogia Relacional esteve presente nesses últimos anos. A questão dos alunos serem parte atuante na construção de suas aprendizagens, com as trocas entre os pares, com a cooperação, com a criação de regras de convivência, tudo isso veio somar ao processo ensino- aprendizagem dos meus alunos.
Uma tarefa bastante interessante, foi a construção do quadro de diferenças entre os Modelos Epistemológicos e Pedagógicos de aprendizagem. Quadro esse, que transcrevo abaixo:
Percebo que ao longo da minha vivência em sala de aula, tive características dos modelos pedagógicos da Pedagogia Diretiva e da Pedagogia Relacional.
Não apenas no início da carreira como professora, mas ao longo desta, não tenho como negar que a pedagogia diretiva( tradicional) , direcionou muito o trabalho em sala de aula. A questão da professora como transmissora de conhecimentos, certamente fez parte da minha prática. Porém hove um momento que essa prática não satisfazia. Fez-se necessária uma mudança, de modo que o ambiente de aprendizagem fosse mais dinâmico, mais participativo, mais instigante. Hoje, com os estudos de Psicologia, percebo que a Pedagogia Relacional esteve presente nesses últimos anos. A questão dos alunos serem parte atuante na construção de suas aprendizagens, com as trocas entre os pares, com a cooperação, com a criação de regras de convivência, tudo isso veio somar ao processo ensino- aprendizagem dos meus alunos.
Uma tarefa bastante interessante, foi a construção do quadro de diferenças entre os Modelos Epistemológicos e Pedagógicos de aprendizagem. Quadro esse, que transcrevo abaixo:
|
Categorias
|
Modelo Epistemológico
|
||
|
EMPIRISMO
|
APRIORISMO
|
CONSTRUTIVISMO
|
|
|
Aula
|
Pedagogia
diretiva
|
Pedagogia
não diretiva
|
Pedagogia
relacional
|
|
Disciplina
|
conservadorismo
|
Deixar
fazer
|
Construção
de regras de convivência / relações fluidas
|
|
Conteúdo/
Conhecimento
|
Transferência
de conhecimentos construídos por gerações anteriores
|
Aluno
carrega uma bagagem hereditária/ mérito ou déficit
|
Recriar
os conhecimentos / problematizaçao
|
|
Professor
|
Transmite
conhecimentos/ aluno é tábula rasa
|
Professor
facilitador/ o aluno já traz um conhecimento
|
Professor
e aluno aprendem e ensinam
|
|
Sujeito
|
professor
( detém o conhecimento)
|
aluno
( bagagem hereditária)
|
Relação
dialética( aluno- professor-meio)
|
|
Objeto
|
Aluno(receptor
do conhecimento)
|
Mérito/
Déficit herdado
|
Assimilação/
construção de estruturas cognitivas
|
|
Equações
(S e O)
|
S<O
|
S>O
|
S<>O
|
FONTE: BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento.
Porto Alegre: ARTMED, 2012.
T
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS NA VIDA DAS PESSOAS
Na interdisciplina Filosofia da Educação, nessa semana tive a oportunidade de assistir um vídeo de Leandro Karnal, em que ele traz uma visão real da sociedade contemporânea e sua relações com o mundo virtual.
Hoje, as pessoas não tem tempo, nem paciência para encontros olho no olho. As relações estão cada vez mais caracterizadas pelo contato virtual. Perde-se muito. Perde-se oportunidades e momentos de construir e trocar no mundo real. No abraço, no beijo, no toque, nas emoções.
Não estou aqui criticando ou excluindo o lado bom da internet. Mas concordo com Leandro Karnal, quanto a intensidade e importância que as pessoas estão dedicando as redes sociais. Ok, o mundo evoluiu e a internet está aí pra mostrar isso. Mas pra mim, nada substitui o contato direto entre as pessoas. Atrás de um not ou computador, as pessoas criticam, comentam, iniciam e terminam " amizades" e relacionamentos. Tudo muito rápido, tudo muito artificial, tudo muito vazio. Eu, como educadora, sei que a internet faz parte da educação a medida que serve de suporte aos aprendizades de pesquisa. Mas é necessário cautela. Sabemos que há todo tipo de pessoas manuseando um computador, postando em redes sociais. Daí é imprescindível ue haja bastante orientação e discussão sobre isso com crianças e jovens.
Hoje, as pessoas não tem tempo, nem paciência para encontros olho no olho. As relações estão cada vez mais caracterizadas pelo contato virtual. Perde-se muito. Perde-se oportunidades e momentos de construir e trocar no mundo real. No abraço, no beijo, no toque, nas emoções.
Não estou aqui criticando ou excluindo o lado bom da internet. Mas concordo com Leandro Karnal, quanto a intensidade e importância que as pessoas estão dedicando as redes sociais. Ok, o mundo evoluiu e a internet está aí pra mostrar isso. Mas pra mim, nada substitui o contato direto entre as pessoas. Atrás de um not ou computador, as pessoas criticam, comentam, iniciam e terminam " amizades" e relacionamentos. Tudo muito rápido, tudo muito artificial, tudo muito vazio. Eu, como educadora, sei que a internet faz parte da educação a medida que serve de suporte aos aprendizades de pesquisa. Mas é necessário cautela. Sabemos que há todo tipo de pessoas manuseando um computador, postando em redes sociais. Daí é imprescindível ue haja bastante orientação e discussão sobre isso com crianças e jovens.
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
O texto "História Geral do Atendimento à Pessoa com Deficiência", assim como o vídeo "História do Movimento Político das pessoas com deficiência no Brasil", trouxeram informações bem importantes sobre a trajetória de lutas e de vida das pessoas com diversas necessidades especiais.
Como educadora tenho muito a aprender sobre essas questão. Penso que a inclusão das crianças com necessidades especiais na escola regular, é direito incontestátel, e nós educadoras, temos sim o dever de nos conscientizar e encontrar maneiras de promover a interação entre portadores de necessidades especiais e não portadores de necessidades especiais,na sala de aula e na escola.
Penso também, que esse é um longo caminho, que passa pela formação necessária desses profissionais. As redes de ensino tem a obrigação de possibilitar formações e cursos que tratem exatamente desse assunto específico. Não me refiro apenas aos cursos de graduação, mas num contexto geral de formação de professores, como formação contínua. Infelizmente não é isso que se vê!! E quando uma criança com necessidades especiais ingressa numa sala de aula regular, muitas vezes, ou na maioria das vezes, essa criança se sente perdida. E não é culpa da professora nem dos colegas. A culpa é do sistema que exclui. Exclui quando não forma docentes para trabalhar com as múltiplas necessidadas especiais. Exclui quando a sociedade de maneira geral, não conhece a realidade dessas pessoas e nem faz força para conhecer. As pessoas só se dão conta da escasses de estruturae de recursos, quando em sua própria família nasce uma criança especial, ou por alguma fatalidade, algum familiar torna-se portador de necessidades especiais. A sociedade é egoista e exclusória.
Como educadora tenho muito a aprender sobre essas questão. Penso que a inclusão das crianças com necessidades especiais na escola regular, é direito incontestátel, e nós educadoras, temos sim o dever de nos conscientizar e encontrar maneiras de promover a interação entre portadores de necessidades especiais e não portadores de necessidades especiais,na sala de aula e na escola.
Penso também, que esse é um longo caminho, que passa pela formação necessária desses profissionais. As redes de ensino tem a obrigação de possibilitar formações e cursos que tratem exatamente desse assunto específico. Não me refiro apenas aos cursos de graduação, mas num contexto geral de formação de professores, como formação contínua. Infelizmente não é isso que se vê!! E quando uma criança com necessidades especiais ingressa numa sala de aula regular, muitas vezes, ou na maioria das vezes, essa criança se sente perdida. E não é culpa da professora nem dos colegas. A culpa é do sistema que exclui. Exclui quando não forma docentes para trabalhar com as múltiplas necessidadas especiais. Exclui quando a sociedade de maneira geral, não conhece a realidade dessas pessoas e nem faz força para conhecer. As pessoas só se dão conta da escasses de estruturae de recursos, quando em sua própria família nasce uma criança especial, ou por alguma fatalidade, algum familiar torna-se portador de necessidades especiais. A sociedade é egoista e exclusória.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
SUPERAÇÃO DE DIFICULDADES AO LONGO DO TEMPO
Quero aqui, fazer uma breve reflexão sobre o meu progresso , em relação aos aprendizados de formatação da síntese realizada no eixo passado.Foi um longo caminho, desde o eixo I até o eixo VI.
É evidente como tenho aprendido no Pead. E falando especificamente a respeito de formatação de trabalhos, sobretudo a formatação da síntese das aprendizagens, respeitando as normas da ABNT.
Reconheço que ainda preciso melhorar em vários aspectos. Mas tenho claro para mim que já avancei bastante. Eu não sabia nada sobre formatação. Nada mesmo! Hoje sei um pouquinho e isso me deixa muito satisfeita e orgulhosa! Foi a melhor avaliação que tive, desde o eixo I. Maior clareza e organização na escrita, e o mais importante consegui relacionar todos os conceitos solicitados. Formatei sozinha o trabalho. Os avanços devem prosseguir nos próximos eixos! Assim espero e vou focar nisso!
É evidente como tenho aprendido no Pead. E falando especificamente a respeito de formatação de trabalhos, sobretudo a formatação da síntese das aprendizagens, respeitando as normas da ABNT.
Reconheço que ainda preciso melhorar em vários aspectos. Mas tenho claro para mim que já avancei bastante. Eu não sabia nada sobre formatação. Nada mesmo! Hoje sei um pouquinho e isso me deixa muito satisfeita e orgulhosa! Foi a melhor avaliação que tive, desde o eixo I. Maior clareza e organização na escrita, e o mais importante consegui relacionar todos os conceitos solicitados. Formatei sozinha o trabalho. Os avanços devem prosseguir nos próximos eixos! Assim espero e vou focar nisso!
BEM VINDO EIXO VI!!
FILOSOFIA...PENSAMENTO CRÍTICO...ARGUMENTO...PREMISSAS...CONCLUSÃO
O eixo VI começou, trazendo novas interdisciplinas de estudos. Entre elas, a Filosofia.
As primeiras reflexões sobre o modo de sustentar nossas opiniões. O pensamento crítico permite o diálogo, justificando através de argumentos e evidências , nossas ideias e opiniões a cerca de determinado assunto.
A estrutura que compõe o argumento:
PREMISSAS: Aquilo que justifica a conclusão.
CONCLUSÃO:Aquilo que se quer justificar
Muito interessante o exercício da tarefa 1 de Filosofia, que trouxe alguns textos para que seja identificada a conclusão e as premissas. Valeu a minha tentativa, embora não esteja segura da acertividade.
Ao argumentar, meu objetivo pode ser apenas justificar minha opinião, embora muitas vezes meus argumentos tenham a intenção de convencer a outra pessoa.
PSICOLOGIA II
O eixo VI vai propiciar mais estudos de Psicologia, tendo agora como foco, as aprendizagens.
Como primeira tarefa, participar de um fórum, respondendo sobre o que é aprendizagem? Sem buscar a resposta em textos teóricos, mas tendo como resposta apenas o meu conceito particular de aprendizagem.
Minha resposta no fórum da interdisciplina:
Aprendizagem é o processo de aquisição de novos conhecimentos.E esse processo, ocorre em todas as fases da vida de uma pessoa.Seja por acesso aos ambientes escolares e acadêmicos, ou pelas experiências vivenciadas nos diversos ambientes e situações. A criança, antes mesmo de frequentar a escola , já aprendeu e leva essas aprendizagens para o ambiente escolar, onde vai compartilhar e aprender na interação com os colegas. Todos tem capacidade de aprender,desde que exista a vontade! Com certeza, a curiosidade e a motivação facilitam o caminho do aprender. Em contra partida, também aprende-se na "marra", a custa de sofrimento e bastante dificuldade!
sexta-feira, 7 de julho de 2017
REFLEXÕES SOBRE O EIXO V
Ao finalizar o eixo V do Pead, penso que é o momento de parar e refletir à cerca das aprendizagens proporcionadas nas interdisciplinas.
Farei um breve relato das aprendizagens mais significativas para mim, em cada uma das interdisciplinas do eixo V:
PROJETO PEDAGÓGICO EM AÇÃO
Simplesmente maravilhosa a oportunidade de aprender como se desenvolve um projeto de aprendizagem com os alunos. Etapa por etapa, desde a Meta 1 com a disparada das perguntas geradoras do projeto, passando pela Meta 2 quando elaboramos o quadro de dúvidas temporárias e certezas provisórias. Depois o acompanhamento das pesquisas e orientação do trabalho junto as crianças, com a construção do Mapa conceitual na Meta 3. Meta 4, o plano de ação do projeto, onde foram registradas cada etapa e suas aprendizagens, concluindo com o relatório final na Meta 5. Sinto não ter desenvolvido o projeto numa turma minha, pois tive que aplicar em turma de outra professora, na verdade de uma amiga e ex colega, o que foi bem produtivo. Mas acredito que o projeto renderia muito mais, se eu pudesse estar presente diariamente com as crianças. Mas foi válido, com certeza.
PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA
Na interdisciplina de Psicologia fomos motivadas a pesquisar, buscar conhecimentos para construir nosso trabalho em grupo sobre Medos na vida adulta.Ou seja, construímos nosso projeto de aprendizagem, pois o assunto das pesquisas foi escolhido por nós mesmas. Buscamos sites, livros, experiências vivídas, e assim elaboramos nosso trabalho. Depois tivemos o momento de compartilhamento das aprendizagens com as colegas da turma. Foi bem interessante!
ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL
A interdisciplina me ajudou a entender melhor a organização da escola nos âmbitos administrativo, financeiro e pedagógico. O que é de fato uma Gestão democrática?A diferença entre gestão patrimonialista e gestão democrática, a real importância do PPP e do Regimento escolar dentro da escola como identidade da escola. Mas sem dúvida o que mais me chamou atenção foi o estudo sobre as Instâncias Colegiadas como espaços de participação na gestão democrática. O Conselho escolar e sua força dentro da instituição escolar, como propiciador de diálogo e processos coletivos de participação de cada segmento de dentro da escola.
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA EDUCAÇÃO
Iniciamos conhecendo os conceitos estruturantes para uma gestão democrática, e a partir de então, tivemos a possibilidade de ter um olhar mais apurado para a escola onde exercemos nossa prática. Quais as características da administração? Que tipo de organização escolar? É de fato uma escola com objetivos bem definidos a respeito da formação para a cidadania?
Muito interessante as aprendizagens referentes aos tipos de concepções de organização e gestão, de Libaneo( 2013). As políticas curriculares de avaliação na educação infantil e as Diretrizes curriculares Nacionais como instrumentos de mudanças, mas não uma garantia da mudança.

SEMINÁRIO INTEGRADOR V
No eixo V do Seminário, tivemos que analisar as escritas do blog. Aprendi a identificar essas postagens em descritivas, questionadoras e reflexivas. Achei de grande importância, pois foram momentos de analisar e identificar o que realmente venho escrevendo. Achei ao mesmo tempo complicado analisar a escrita da colega de dupla. Eu entendi como reflexiva, a postagem que sugeria aprendizados, mas não houve consenso entre eu e minha colega, acredito que cada uma tem sua visão de reflexão e aprendizagem. Mas de maneira geral, essa atividade me ajudou a reorganizar minhas escritas no blog daqui pra frente.
sábado, 1 de julho de 2017
ANÁLISE DAS POSTAGENS/ FECHAMENTO
Denise- Reflexão Final- Mom 2
As análises das postagens ( blog da colega Anaí e meu
próprio blog), realizadas durante o
semestre V, propiciaram momentos de reflexão e trouxeram um novo enfoque para
as escritas no blog. No primeiro momento surgiram muitas dificuldades em
relação a realização das análises, que deveriam ser classificadas em
descritivas, questionadoras ou reflexivas. Primeiro porque eu nunca tinha
realizado este tipo de classificação, segundo porque a própria atividade em si
gerou dúvidas, principalmente no momento da análise e consenso, que na verdade
não houve, pois eu e minha colega Anaí não chegamos de fato a concordar com a
classificação de uma e de outra. Para mim, postagens reflexivas indicam
momentos de pensar sobre e a partir desse pensar, acontecer uma transformação.
Sendo assim, muitas das minhas postagens eu classifiquei como reflexivas.
Porque trouxeram uma mudança, seja na minha maneira de pensar, como na minha
prática. A colega Anaí classificou pouquíssimas postagens minhas como sendo
reflexivas. Não houve nenhum consenso nos eixos I e II das análises. Na minha visão, predominaram as postagens
reflexivas e descritivas no meu blog, tanto nos eixos I e II, como nos eixos
III e IV. Interessante, que eu não considerei como questionadoras quase nenhuma
postagem. Mas a colega classificou como questionadoras, a maioria das minhas
postagens.
Em relação ao blog da colega, a maioria das postagens
dela foram classificadas por mim como descritivas, em todos os quatro eixos
analisados, havendo uma pequena mudança no eixo IV, onde encontrei algumas
postagens questionadoras. Muito poucas reflexivas. Acredito que a grande
disparidade entre a maneira de analisar encontra-se no fato de que cada uma é
que vivenciou suas mudanças, talvez seja esse o motivo da falta de consenso.
A atividade foi válida, apesar de ter gerado muitas
dúvidas no início. Ao realizar as análises, fui me dando conta da importância
do blog, como espaço de reflexão, de questionamento, e de registro
simplesmente, do meu dia a dia, da minha prática como profissional da educação
e como aluna de graduação em Pedagogia. Me dei conta de como posso enriquecer
meu blog, inserindo pensamentos de autores que admiro, citando aprendizados das
interdisciplinas, aprofundando minhas reflexão.
Acredito que os três tipos de postagem são
importantes. As descritivas são o registro de ações importantes, de
observações. As questionadoras levantam as dúvidas, fazendo pensar. E as
reflexivas evidenciam transformações e mudanças.
sexta-feira, 23 de junho de 2017
REFLETINDO SOBRE MEUS OBJETIVOS
Refletir, traçar metas e objetivos, criar estratégias para alcançar esses objetivos... Um caminho a ser percorrido, mas certamente com ações efetivas já alcançadas.Desde que iniciei minha carreira no Magistério Público Estadual, e lá se vão 25 anos de caminho percorrido, fui construindo minha trajetória e me construindo como educadora, ano após ano. Admito que muitas vezes não foi fácil manter a motivação, o entusiasmo, mas hoje quando olho para trás, percebo que sim, valeu a pena. Valeu a pena cada minuto que eu passei na base da escola, dentro da sala de aula, tentando de alguma forma empoderar minhas crianças, aqueles que fizeram parte da minha vida dentro da escola.
O tempo passou, e com ele fui amadurecendo, nem tudo foram flores, houve momentos e situações difíceis, principalmente as questões relativas a salário e valorização. Mas eu continuei, eu nunca pensei em abandonar minha profissão. Ao contrário. Sempre quis me qualificar. E isso aconteceu a pouco de me aposentar. Surgiu o Pead. Eu pensei, repensei, iniciei, quase abandonei. Mas eis que estou aqui, a caminho do eixo VI. Muito tenho aprendido. Nem tudo são flores como eu eu já disse. Tenho dificuldades, principalmente em relação a formatação de textos, referências, mas aos poucos vou superando.
Desde que iniciei na profissão de educadora, fui construindo uma vontade de ser orientadora educacional. E o caminho é esse. Graduação em Pedagogia e depois iniciar uma Pós- Graduação em orientação educacional. E eu vou fortalecendo esse objetivo a cada dia. Hoje estou aposentada, e ao contrário de várias colegas que não vêem a hora de se aposentar e largar de vez o Magistério, eu tenho total certeza de que vou retornar. E serei orientadora educacional. Eu sempre gostei de trabalhar a dimensão humana, valores, objetivos, cidadania, crescimento, ética.Sempre gostei de propor momentos de reflexão, de conversa com minhas turmas. Cada criança é um ser em formação, com medos, com tristezas, com alegrias, com vontades. Então meu papel nunca foi apenas de ensinar conteúdos ou técnicas. Foi de falar e ouvir sobre a vida, sobre o ser humano. Não vejo a hora de fazer a pós. Por outro lado, já trabalhei muito, 40hs em sala de aula não é fácil, tem que gostar mesmo da profissão. E eu sempre gostei. Sempre me senti feliz na sala de aula.
Mas pretendo assumir no futuro apenas 20hs. Acredito que tenho direito, mereço ter tempo pra mim, para as minhas coisas, esporte, leitura, lazer, família ou simplesmente não fazer nada quando estiver cansada. Vou saber equilibrar.
O tempo passou, e com ele fui amadurecendo, nem tudo foram flores, houve momentos e situações difíceis, principalmente as questões relativas a salário e valorização. Mas eu continuei, eu nunca pensei em abandonar minha profissão. Ao contrário. Sempre quis me qualificar. E isso aconteceu a pouco de me aposentar. Surgiu o Pead. Eu pensei, repensei, iniciei, quase abandonei. Mas eis que estou aqui, a caminho do eixo VI. Muito tenho aprendido. Nem tudo são flores como eu eu já disse. Tenho dificuldades, principalmente em relação a formatação de textos, referências, mas aos poucos vou superando.
Desde que iniciei na profissão de educadora, fui construindo uma vontade de ser orientadora educacional. E o caminho é esse. Graduação em Pedagogia e depois iniciar uma Pós- Graduação em orientação educacional. E eu vou fortalecendo esse objetivo a cada dia. Hoje estou aposentada, e ao contrário de várias colegas que não vêem a hora de se aposentar e largar de vez o Magistério, eu tenho total certeza de que vou retornar. E serei orientadora educacional. Eu sempre gostei de trabalhar a dimensão humana, valores, objetivos, cidadania, crescimento, ética.Sempre gostei de propor momentos de reflexão, de conversa com minhas turmas. Cada criança é um ser em formação, com medos, com tristezas, com alegrias, com vontades. Então meu papel nunca foi apenas de ensinar conteúdos ou técnicas. Foi de falar e ouvir sobre a vida, sobre o ser humano. Não vejo a hora de fazer a pós. Por outro lado, já trabalhei muito, 40hs em sala de aula não é fácil, tem que gostar mesmo da profissão. E eu sempre gostei. Sempre me senti feliz na sala de aula.
Mas pretendo assumir no futuro apenas 20hs. Acredito que tenho direito, mereço ter tempo pra mim, para as minhas coisas, esporte, leitura, lazer, família ou simplesmente não fazer nada quando estiver cansada. Vou saber equilibrar.
sexta-feira, 16 de junho de 2017
AS CONCEPÇÕES DE GESTÃO ESCOLAR
Na interdisciplina Organização e Gestão da Educação, estou tendo
a oportunidade de conhecer as diferentes concepções de gestão escolar. Segundo
José Carlos Libâneo:
As
concepções de gestão escolar refletem diferentes posições políticas e
concepções do papel da escola e da formação humana na sociedade. Portanto, o
modo como uma escola se organiza e se estrutura tem um caráter pedagógico, ou
seja, depende de objetivos mais amplos sobre a relação da escola com a
conservação ou transformação social (LIBÂNEO 2013, P.105).
As concepções Autogestionária, Interpretativa e
Democrática- Participativa, priorizam a participação de todos os membros da
instituição, ou seja, a tomada de decisões deve ser de forma coletiva,
compartilhada nas reuniões e assembleias dentro da escola. Por outro lado, a
concepção Técnico- Científica hierarquiza cargos e funções, tendo o poder
centralizado no diretor.
Minha escola, a Escola Estadual Açorianos, tem o
perfil da concepção Democrática- Participativa, onde a gestão é participativa,
porém não exclui a coordenação da equipe diretiva e nem desobriga as pessoas da
responsabilidade individual.
Esses aprendizados estão sendo bem significativos para
mim. Na verdade conhecer de fato as características de uma gestão democrática é
muito importante tanto para os educadores, como também para os educando e a
comunidade como um todo. Pois todos são membros da instituição escolar e
partindo-se da premissa de que na gestão democrática todos devem ser ouvidos e
ter suas ideias valorizadas, então nada mais justo que se conheça de fato como
está organizada ou como funciona uma escola com gestão democrática.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
A IMPORTÂNCIA DO REGIMENTO ESCOLAR
Na interdisciplina Organização do Ensino Fundamental,estamos estudando, sobre a construção do PPP e do Regimento escolar. Documentos que representam a identidade da escola. Documentos que devem ser construidos coletivamente, com a participação de todos os sujeitos envolvidos no processo educacional da escola, inclusive a comunidade escolar. Representantes de cada segmento da escola, tem o dever e o direito garantido nessa participação.
O Regimento escolar vai definir os referenciais para o bom funcionamento da escola. Procedimentos, funções, atribuições e composição de cada um dos diferentes segmentos da escola. Sendo a escola, pública, laica e gratuita, fica evidente a inclusão de todos os segmentos na elaboração desse importante documento, pensando e construindo os princípios e as diretrizes da escola.
Segundo Caldieraro (2006, p.28), " O Regimento Escolar é o documento originado do Projeto Político Pedagógico, que disciplina a vida escolar". Sendo assim, as regras alí estabelecidas, só alcançarão sentido, quando enraizadas e legitimadas.
Numa gestão democrática, a escola deve ser transparente , e o Regimento escolar cumpre esse papel, na medida que todas as decisões tomadas coletivamente, estão ali registradas.
O Regimento escolar vai definir os referenciais para o bom funcionamento da escola. Procedimentos, funções, atribuições e composição de cada um dos diferentes segmentos da escola. Sendo a escola, pública, laica e gratuita, fica evidente a inclusão de todos os segmentos na elaboração desse importante documento, pensando e construindo os princípios e as diretrizes da escola.
Segundo Caldieraro (2006, p.28), " O Regimento Escolar é o documento originado do Projeto Político Pedagógico, que disciplina a vida escolar". Sendo assim, as regras alí estabelecidas, só alcançarão sentido, quando enraizadas e legitimadas.
Numa gestão democrática, a escola deve ser transparente , e o Regimento escolar cumpre esse papel, na medida que todas as decisões tomadas coletivamente, estão ali registradas.
A valorização dos saberes da comunidade escolar e suas representações é
responsabilidade cidadã. É dever da escola não só promover a participação da
comunidade escolar na aprovação e na elaboração do Projeto Político pedagógico e
Regimento Escolar, como também manter esses documentos disponíveis á consulta.
(RIO GRANDE DO SUL. Parecer CEED/RS Nº 545 de 2015; p. 09).
quinta-feira, 1 de junho de 2017
APRENDENDO A DESENVOLVER UM PROJETO DE APRENDIZAGEM
De acordo com Léa Fagundes ( ett alii, 1999), " enquanto o projeto se desenvolve, os alunos constroem redes de conhecimentos".Para isso serve o trabalho com projetos de aprendizagem. Para instigar,despertar nesse, o desejo e a motivação de buscar as informações que lhe permitam tecer redes de conhecimento, interagindo com seus pares.
Isso tenho vivenciado na sala de aula do quinto ano, na escola Açorianos, onde venho desenvolvendo o Projeto de Aprendizagem " Higiene e saúde". O projeto de aprendizagem vai se desenvolvendo seguindo as Metas de trabalho.
META 1
Realizei o ´MAPEAMENTO da turma, em que o projeto sería aplicado. Turma de quinto ano da Esc. Est. Ens. Fund. Açorianos. Conversa com a turma e DISPARADA DAS PERGUNTAS que irão direcionar o projeto.
Isso tenho vivenciado na sala de aula do quinto ano, na escola Açorianos, onde venho desenvolvendo o Projeto de Aprendizagem " Higiene e saúde". O projeto de aprendizagem vai se desenvolvendo seguindo as Metas de trabalho.
META 1
Realizei o ´MAPEAMENTO da turma, em que o projeto sería aplicado. Turma de quinto ano da Esc. Est. Ens. Fund. Açorianos. Conversa com a turma e DISPARADA DAS PERGUNTAS que irão direcionar o projeto.
META 2
Elaborando o quadro de DÚVIDAS TEMPORÁRIAS E CERTEZAS PROVISÓRIAS. Análise dos primeiros resultados das pesquisas e investigações. Validando as certezas e analisando novas dúvidas.
Buscando fontes seguras para a validação das certezas provisórias!
META 3
Construindo o MAPA CONCEITUAL com a turma. Expliquei aos alunos o que é um mapa conceitual, e fomos construindo coletivamente o mapa no quadro. Partimos do assunto central das pesquisas, Higiene e saúde. As crianças foram sugerindo tópicos pesquisados e fazendo as relações entre os diversos assuntos comentados e pesquisados, assim como dúvidas e certezas.
Assim foi surgindo o Mapa conceitual 1. Posteriormente construimos o Mapa conceitual 2, que reproduzi em cartolina e fotografei.
META 4
Uma etapa muito importante, a elaboração do PLANO DE AÇÃO, permitirá ter uma ideia globalizada dos objetivos, tempos, procedimentos didáticos e metodológicos utilizados no projeto.
Essa etapa será desenvolvida nas próximas semanas do projeto de aprendizagem.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
GESTÃO DA EDUCAÇÃO...CONCEITOS ESTRUTURANTES
Iniciamos a interdisciplina Organização e gestão da educação, trabalhando com os conceitos estruturantes, para entender melhor o processo de gestão democrática. Segundo Vera Maria Vidal Peroni (2006, p.12) "[...] a gestão democrática passa a ser integrante da luta por educação de qualidade".
Nesse sentido, temos a gestão democrática como uma gestão voltada para as oportunidades iguais para todos. Mas a gestão democráticaé um processo em construção, onde só aprendemos a participar, participando. Pais, alunos, comunidade, direção, funcionários, professores, são os sujeitos envolvidos na ação democrática.Todos exercendo sua cidadania, ou seja,, fazendo valer seus direitos e deveres.A gestão democrática prevê a elaboração de processos coletivos e participativos, onde a informação não tem caráter único, podendo e devendo ser analisada, questionada e reelaborada por todos os envolvidos no processo democrático.
Nesse sentido, temos a gestão democrática como uma gestão voltada para as oportunidades iguais para todos. Mas a gestão democráticaé um processo em construção, onde só aprendemos a participar, participando. Pais, alunos, comunidade, direção, funcionários, professores, são os sujeitos envolvidos na ação democrática.Todos exercendo sua cidadania, ou seja,, fazendo valer seus direitos e deveres.A gestão democrática prevê a elaboração de processos coletivos e participativos, onde a informação não tem caráter único, podendo e devendo ser analisada, questionada e reelaborada por todos os envolvidos no processo democrático.
terça-feira, 16 de maio de 2017
ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL
Iniciamos os estudos, na interdisciplina Organização do ensino fundamental.Como primeira atividade, foi disponibilizado um vídeo para assistirmos, com a fala do professor Cury. Nesse vídeo, o professor relata sobre a construção da LDBEN, traçando um painel dos anos que precederam o lançamento dessa lei.
Dois tópicos particularmente, me chamaram a atenção.O que trata sobre o início do desprestígio da carreira do Magistério. O professor Cury faz uma relação com os acontecimentos de 1967, quando a obrigatoriedade do ensino gratuito, se estendeu de quatro para oito anos. Foram necessárias mais escolas devido a demanda que essa determinação impunha. Ocorre, que não havia mais o financiamento vinculado. Então de onde sairia o dinheiro para a construção das escolas? Exatamente do arroxo no salário dos professores. Isso me leva a refletir, no tempo que só fez desvalorizar ainda mais a carreira do Magistério., sendo que hoje se assiste, toda sorte de políticos e gestores discursando em prol da valorização dos professores. Hipocrisia, nada mais!
Outro tópico que me fez refletir bastante, assistindo a fala do professor Cury, se refere as mudanças na lei do ensino médio.Até então, todo o cidadão deve ter o ensino médio geral, e ao mesmo tempo, aqueles que quiserem obter diploma de ensino profissionalizante terão que ter o diploma de ensino médio. Com a nova lei 13.415,, serão três disciplinas obrigatórias, sendo essas objeto de avaliaçãoi classificatória em provas, como o Enem por exemplo. Então eu questiono, assim como o professor Cury:Qual o foco afinal? Cidadania ou avaliação classificatória?
Dois tópicos particularmente, me chamaram a atenção.O que trata sobre o início do desprestígio da carreira do Magistério. O professor Cury faz uma relação com os acontecimentos de 1967, quando a obrigatoriedade do ensino gratuito, se estendeu de quatro para oito anos. Foram necessárias mais escolas devido a demanda que essa determinação impunha. Ocorre, que não havia mais o financiamento vinculado. Então de onde sairia o dinheiro para a construção das escolas? Exatamente do arroxo no salário dos professores. Isso me leva a refletir, no tempo que só fez desvalorizar ainda mais a carreira do Magistério., sendo que hoje se assiste, toda sorte de políticos e gestores discursando em prol da valorização dos professores. Hipocrisia, nada mais!
Outro tópico que me fez refletir bastante, assistindo a fala do professor Cury, se refere as mudanças na lei do ensino médio.Até então, todo o cidadão deve ter o ensino médio geral, e ao mesmo tempo, aqueles que quiserem obter diploma de ensino profissionalizante terão que ter o diploma de ensino médio. Com a nova lei 13.415,, serão três disciplinas obrigatórias, sendo essas objeto de avaliaçãoi classificatória em provas, como o Enem por exemplo. Então eu questiono, assim como o professor Cury:Qual o foco afinal? Cidadania ou avaliação classificatória?








